sábado, 23 de setembro de 2017

Governo avalia Trem Intercidades a pedido do Banco Mundial - São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo recebe esta semana uma equipe do Banco Mundial (Bird) em missão especial tendo como foco o projeto do Trem Intercidades. Até a próxima terça-feira (26), o diretor de infraestrutura do Bird no Brasil, Paul Procee, e mais oito profissionais da instituição farão um programa intensivo de reconhecimento e discussões sobre o projeto.


O objetivo é que o Bird receba informações para atuar como parceiro do governo paulista na modelagem da Parceria Público-Privado que viabilizará o projeto. A primeira fase do Trem Intercidades deverá ligar as cidades de São Paulo, Jundiaí, Campinas e Americana por um percurso de 135 quilômetros em trilhos, com nove estações, e investimento para implantação estimado em R$ 5 bilhões. O trem de média velocidade vai operar junto com a Linha 7-Rubi da CPTM, que já vai até Jundiaí. A estimativa inicial é de que o ramal transporte cerca de 60 mil passageiros por dia.

Para viabilizar o projeto, o Governo de São Paulo pretende contar com a iniciativa privada, por meio de PPP. Nesta modalidade de parceria, os custos de implantação são divididos entre Estado e o concessionário – este também pode ter receita com tarifas e itens acessórios (como publicidade, por exemplo). O contrato é por prazo determinado: após o encerramento da parceria, toda a infraestrutura implantada volta para o Estado.

“A ideia de que o poder público deve fazer tudo sozinho é ultrapassada. Cada vez mais as cidades e Estados em todo o mundo contam com um parceiro privado para viabilizar projetos importantes”, comentou Procee, em reunião com o governador Geraldo Alckmin na última quarta-feira (21).

A expectativa do governo paulista é que o Banco traga experiências internacionais que possam servir de exemplo para a viabilização do projeto. Atualmente, não há em operação nenhum transporte de passageiros sobre trilhos nestes moldes no Brasil.

A missão sobre o Trem Intercidades inclui também equipes das secretarias de Governo, Transportes Metropolitanos, Logística e Transportes, Fazenda, Planejamento e Habitação, além da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Procuradoria Geral do Estado e Comissão de Monitoramento dos Contratos de Concessões e Permissões.

Até terça-feira, o grupo vai realizar visitas de campo, percorrendo os trechos de São Paulo a Campinas e de Campinas a Americana para vistoriar o traçado e avaliar questões ambientais e de desapropriação. A missão será complementada com várias rodadas de reuniões no Palácio dos Bandeirantes, incluindo discussões sobre aspectos de engenharia e operacionais, traçado, demanda, desenvolvimento social e questões econômico-financeiras.

Para implantar o Trem Intercidades, o Governo do Estado de São Paulo necessita, também, da liberação das áreas sob gestão do governo federal no traçado da futura linha. A União já mantém uma linha de cargas no traçado pretendido e precisa liberar o Estado para ocupar as margens laterais com a linha de passageiros. Fonte: Governo de São Paulo


quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Locomotivas do passado que impulsionaram a inovação sobre trilhos

No dia 13 de fevereiro de 1804, foi realizada a viagem inaugural do "cavalo mecânico", a primeira locomotiva. A máquina a vapor sobre trilhos destinava-se ao transporte mais rápido e eficiente de matérias-primas.


A primeira locomotiva do mundo, construída em 1804 por Richard Trevithick. A mineração foi o motor da economia europeia no começo do século 19. O carvão era a matéria-prima para o aquecimento da casas – já que as cidades cresciam sem parar – e para as máquinas a vapor. Para transportar quantidades cada vez maiores de carvão, colocou-se uma máquina de tração sobre trilhos.

O diretor técnico do Museu Ferroviário de Bochum-Dalhausen, Thomas Huhn, explica que os trilhos sempre foram usados na mineração, só que os vagões eram puxados por cavalos. O construtor galês Richard Trevithick foi o inventor do "cavalo mecânico", que podia fazer mais força, sem nunca se cansar. Um cavalo com a força baseada na já então famosa invenção de James Watt, a máquina a vapor. Fonte: Bahn Museum



quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Trem BNSF transporta quatro fuselagens Boeing 737 MAX-8

Um trem de cargas BNSF que transporta quatro fuselagens Boeing 737 MAX-8 lentamente se afasta do túnel do centro de Seattle e passou da Estação King Street, indo para a fábrica de Renton para montagem final. As fuselagens são fabricadas pela Spirit Aerosystems em Wichita, no Kansas. 


Os trens de cargas de hoje, são capazes de transportarem um grande número de cargas, desde grãos, minério, automóveis e até fuselagem de aviões. Foguete Soyuz também foi transportado para a plataforma de lançamento por uma locomotiva no Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão. Fonte: BNSF



Cérebro sobre trilhos: como o software está deixando os trens mais inteligentes?

Voamos em aviões conectados e criamos carros autônomos, mas e quanto aos trens inteligentes? Se você prestar bastante atenção, ouvirá o apito ao longe, vindo da curva digital.

A GE lançou uma plataforma de “supercérebro” que transforma locomotivas em centrais móveis de dados — ajudando a tornar os trens mais inteligentes e rápidos. “Daqui a uma década, as ferramentas digitais levarão a produtividade e a eficiência das ferrovias a níveis sem precedentes”, afirma Seth Bodnar, diretor digital da GE Transportation. “A rede inteira se acenderá como um cérebro”.


Já não era sem tempo. O cérebro ferroviário de Bodnar ajudará linhas férreas a elevar a potência de locomotivas, aperfeiçoar as operações e queimar menos combustível. “Trata-se realmente de possibilitar trens autoconscientes em um ecossistema inteligente”, afirma ele.

Em uma era de consumo e mudanças climáticas, isso é importante. Para começar, o transporte ferroviário de carga oferece grandes benefícios ambientais. Em média, os trens são quatro vezes mais eficientes em termos de combustível do que os caminhões, segundo a Associação de Ferrovias Americanas, e direcionar mais fretes às ferrovias pode reduzir o trânsito e a poluição nas rodovias. Pense que uma única locomotiva de 12 cilindros da GE Evolution Series consegue carregar o equivalente a 170 jatos Boeing 747.

O cérebro se conecta ao GoLINC — uma plataforma de software e computação a bordo que transforma a locomotiva em uma verdadeira central móvel de dados. O sistema já está em mais de 6 mil trens.

O GoLINC permite que as operadoras ferroviárias reúnam informações de sensores e câmeras para entender melhor o fluxo do tráfego ferroviário e as condições dos trilhos. Ele usa os dados para tomar decisões inteligentes, mesmo em viagens pelas Montanhas Rochosas ou pelo Deserto do Mojave.

Mas o sistema é só uma parte da visão da GE para o futuro digital do setor. A companhia quer conectar todas as suas 21 mil locomotivas, que transportam carga e passageiros em 50 países, à Predix, sua plataforma de software baseada na nuvem para a Internet Industrial.

Hoje, o setor ferroviário norte-americano lida com 500 mil atrasos por ano, e um em cada quatro trens sofre algum tipo de paralisação não planejada. Ao tornar os trens mais inteligentes e conectá-los à Internet Industrial, as transportadoras podem reduzir esse downtime. O GoLINC — trabalhando com outros aplicativos ferroviários na Predix, como o Trip Optimizer e o Yard Planner — pode antecipar questões de manutenção para que as operadoras consigam resolvê-las antes de virarem problemas. Elas podem ver onde as linhas estão funcionando com eficiência e quais rotas precisam ser retrabalhadas.

Mesmo uma pequena melhoria na eficiência pode fazer uma grande diferença. Uma redução de 1% no tempo de espera durante as paradas pode economizar US$ 2,2 bilhões, segundo a GE. Um aumento de 1,6 km/h na velocidade pode economizar US$ 2,5 bilhões.

E, ao mesmo tempo em que novas locomotivas, como a T4 da GE, saem das linhas de produção equipadas com sensores e a última tecnologia de análise de dados, a GE também está atualizando máquinas mais antigas pela metade do preço de um trem novo. Fonte: GE


domingo, 10 de setembro de 2017

Novo trem do metrô de Moscou com suas tecnologias

Conforto, tecnologia e iluminação variável transformam viagem subterrânea na capital russa. O metrô da capital lançou um trem de nova geração chamado Moscou. Inovador, silencioso e espaçoso foram alguns dos adjetivos usados pelas autoridades da cidade para descrever a nova tecnologia. O novo veículo também descrito como “o melhor trem de metrô do mundo” e, segundo a Prefeitura, tem um custo uma vez e meia inferior a seus equivalentes estrangeiros.


Por enquanto, os novos trens estão funcionando apenas na linha Tagansko-Krasnopresnensky (violeta), que transporta o maior número de pessoas diariamente. 

Nos trens antigos, os passageiros são aconselhados a segurar os corrimãos, pois qualquer simples freada pode resultar em queda. No novo trem, porém, dá para seguir viagem sem se apoiar em nada – ou mesmo percorrendo o trem todo, já que também é possível transitar entre os vagões.

Os benefícios de não se sentar

Para as pessoas que gostam de ficar de pé, os novos trens também oferecem algumas vantagens. A primeira é são os apoios que simulam um assento, porém de pé. Além disso, há portas USB para carregar smartphones e outros dispositivos móveis. 


Mapa de consertos no metrô, informações sobre “o que fazer se...”, tarifas, regulamentos e publicidade – tudo o que costumava ser colado nos antigos trens pode ser visto em monitores com tela touchscreen.

O monitor permite ao passageiro criar seu itinerário, calcular o tempo da viagem e até assistir à TV. É claro que, em alguns pontos, ainda se vê cartazes de informação e publicidade coladas nas laterais. Fonte: Russia Beyond/Ekaterina Sinelschikova




sexta-feira, 1 de setembro de 2017

VLT inicia testes entre Central do Brasil e Gamboa

A Prefeitura do Rio já deu início aos testes do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em trecho de 1,8km de extensão que faltava para completar a linha 2, que ligará a Praça XV à Rodoviária. Por enquanto, quatro paradas estão em operação entre Praça XV e Saara. Os testes sem passageiros acontecem desde a semana passada da parada Vila Olímpica da Gamboa, cruzando a Avenida Presidente Vargas até a parada Saara. 


De acordo com o planejamento, a operação comercial deverá ter início na segunda quinzena de setembro ou início de outubro. Último trecho de implantação do sistema, na Avenida Marechal Floriano, entrará em obras em 2018 e possibilitará a integração da Central do Brasil ao Aeroporto Santos Dumont sem troca de trem. Fonte Porto Maravilha Texto: Bruno Bartholini Mançu Foto: Divulgação Porto Maravilha




New Jersey Rail Runner Express - México

Diga adeus ao verão na sexta-feira, 1 de setembro de 2017 na festa mais quente do Novo México, a 93ª Burning of Zozobra no Fort Marcy Park em Santa Fé! O New Jersey Rail Runner Express ajustará a programação do trem para permitir que as pessoas participem do evento. Este ano, os passageiros que adquirem seus ingressos Zozobra online com antecedência também terão a opção de adicionar na compra de um bilhete Rail Runner ao mesmo tempo, proporcionando um nível extra de conveniência daqueles que viajam do sul de Santa Fé. Fonte: Rio Metro



domingo, 27 de agosto de 2017

Estação da Luz

A Estação da Luz, que se encontra em um espaço de 7500 metros quadrados do antigamente bem frequentado Jardim da Luz, em São Paulo, foi projetada pelo Barão de Mauá para suceder a primeira estação, a qual data de 1867. Foi edificada entre os anos de 1895 e 1901 e hoje é parte integrante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô de São Paulo, constituindo-se em um dos principais centros metroferroviário da cidade.


Idealizada na estética vitoriana, a Estação foi construída sob a supervisão do engenheiro James Ford, com matéria-prima vinda da Inglaterra. Seu propósito era abrigar a nova Companhia São Paulo Railway, empresa natural da Bretanha. Na época ela também foi utilizada para o transporte do café, então o principal produto brasileiro, para o porto de Santos. Seu relógio foi, desde o início, um ponto de referência para que todos mantivessem seus horários ajustados.

A linha que atravessava a Estação da Luz ia de Santos, cidade litorânea paulista, a Jundiaí, localizada no interior do Estado. Através dela São Paulo recebia todos os produtos importados de que necessitava, tanto para o consumo quanto para a produção, em uma era na qual a industrialização ainda não avançara o suficiente. Por este tronco ainda transitam, hoje, as mais variadas linhas ferroviárias e metroviárias.

A estrutura desta Estação foi toda importada da Inglaterra. Mecanismos pré-moldados desembarcaram em São Paulo e aí foram montados. O material de alvenaria, porém, é de origem brasileira. Ela foi inspirada em uma estação australiana, a Flinders Street Station, localizada em Melbourne. Fonte: Infoescola






quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Iveco 4x4 para operações de manutenção ferroviária

A Iveco forneceu modelos Daily para a via ao gestor de infraestrutura britânico Network Rail, para executar tarefas de controlo, manutenção e solução de problemas na rede ferroviária.

Foram 29 veículos do modelo Iveco Daily 4 x 4 de 5 toneladas, que a Network Rail adicionou à sua frota de veículos de manutenção ferroviária. As adaptações para poderem realizar trabalhos na via, foram realizadas pela empresa britânica LH Access.


Antes da homologação pela Network Rail, os veículos passaram por mais cem horas de testes. A cidade de Nottinghamshire foi o lugar onde a Network Rail confirmou que os veículos estavam aptos circular sobre carris. Entre os testes realizados, foram feitas provas de frenagem em condições secas e molhadas. A entrada e saída dos veículos da via-férrea, a a passagem pelas agulhas.

Está previsto, para a nova frota, apoiar tarefas de controlo, manutenção e melhoria da sinalização na rede ferroviária. Cobrindo 17 estações do país, numa zona com cerca de oito milhões de passageiros por ano.

O Iveco Daily 4 x 4 pode acomodar sete passageiros. Na frente além do motorista tem espaço para mais dois membros da equipe, e quatro na traseira. A estrutura flexível permite adaptações para diferentes usos, flexibilidade para incorporar elementos como um guindaste ou um dispensador de fio da bobina O teto da cabine é equipada com faróis para iluminar as inspeções rodoviárias.

Estes Daily 4 x 4 vem equipado com motor FPT industrial de três litros, com potência máxima de 170 cv entre 2.990 e 3.500 rpm, além de uma caixa de seis velocidades.

Fonte: Network Rails


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

China fará 5 linhas de Maglev até 2020 - Testes executados

A China operará mais de cinco linhas ferroviárias de levitação magnética com uma velocidade máxima de 160 quilômetros por hora em cidades como Chengdu, Wuhan e Guangzhou até 2020, disse a CRRC Dalian Co Ltd.


Uma nova geração de trens chineses de baixa/média velocidade fabricada pela CRRC Dalian, uma subsidiária da China Railway Rolling Stock Corp, completou testes a uma velocidade de teste de 120 km/h em Xangai neste mês. Espera-se que os veículos entrem no mercado dentro de um ano.

"Mesmo que os trens do metrô possam atender a demanda para transportar um grande número de passageiros de um local para outro, é muito caro construir sua infraestrutura e difícil controlar o ruído", disse Qu Tianwei, engenheiro-chefe da CRRC Dalian. "Além disso, eles não podem trafegar muito rápido". Fonte: Chinadaily


quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Stazione Reggio Mediopadana

Stazione Reggio Mediopadana é a única parada no serviço de trem de alta velocidade entre Milão e Bolonha. O planejamento e o desenvolvimento do projeto levaram em conta que a estação ferroviária servirá uma área muito maior do que apenas a cidade de Reggio Emilia, com o número de usuários potenciais estimados em 2 milhões.


O piso abaixo do nível da plataforma acomoda várias áreas de serviço da estação: uma área de passageiros com unidades comerciais relevantes, uma área de acesso a trens regionais e uma área com armazéns, depósitos e instalações sanitárias. Quatro escadas rolantes levam ao nível da plataforma em ambos os lados, enquanto dois elevadores panorâmicos estão localizados no meio da estrutura. Os impactos no ambiente e na paisagem foram mitigados pela criação de áreas verdes ao longo da linha ferroviária e da área de entrada da estação. Ao ajustar a grande área de estacionamento um pouco mais baixa - ligeiramente abaixo do nível do solo circundante - as coroas elevadas das árvores exibem os veículos de estacionamento, resultando em uma geometria de fachada não perturbada que pode ser percebida sem interrupção. Fonte: Divulgação

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A Fepasa e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas bateram o recorde de velocidade no Brasil - 1989

A FEPASA, juntamente com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), estabeleceu, em um trecho retificado entre as cidade de Rio Claro e Itirapina, o recorde de velocidade brasileiro, chegando a 164 quilômetros horários. Os trabalhos de medição foram realizados no próprio trem, em um carro Budd 800 modificado como laboratório. Este foi o primeiro e único passo dado para a implantação dos trens rápidos no Brasil, infelizmente jamais efetuados.


O futuro parecia promissor: Na manhã de 16 de maio de 1989, o trem elétrico estabeleceu o recorde de velocidade sobre trilhos. O governo de Orestes Quércia buscou efetuar melhorias na estatal paulista, mas vários fatores, entretanto, culminaram em seu fim. Fonte: Divulgação



terça-feira, 8 de agosto de 2017

Metrô de São Paulo alta tecnologia transportando milhões diariamente

A Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô foi constituída no dia 24 de abril de 1968. As obras da Linha Norte-Sul foram iniciadas oito meses depois. Em 1972, a primeira viagem de trem foi realizada entre as estações Jabaquara e Saúde. Em 1974, o trecho Jabaquara - Vila Mariana começou a operar comercialmente.


O Metrô de São Paulo possui cinco linhas em operação. Ao todo são 68,5 quilômetros de rede, 61 estações e 154 trens. Em 2015 foram transportados 1,117 bilhão de passageiros no sistema.

Em 2010, foi inaugurado o primeiro trecho da Linha 4-Amarela, a primeira a ser operada em regime de concessão pelo Consórcio Via Quatro. Em 2011, outras quatro estações foram entregues e a Linha 4-Amarela passou a funcionar entre Luz e Butantã. Em 2014, foi entregue a Estação Fradique Coutinho. Atualmente, a linha possui 7 estações, 8,9 quilômetros de extensão, 14 trens e transportou, em 2014, 194 milhões de passageiros.

Em 2014 foi entregue a estação Adolfo Pinheiro da Linha 5-Lilás, ampliando a malha metroviária em 0,9 quilômetros.

Em agosto de 2015 teve início a operação comercial do Monotrilho da Linha 15 – Prata, um sistema de transporte inédito no Brasil. A linha opera diariamente das 4h40 às 00h00, no trecho entre as estações Oratório e Vila Prudente, onde faz integração com a Linha 2 – Verde do Metrô, e possui 2,3 km de extensão. Com isso, a Malha Metroviária da cidade, incluindo a Linha 4 – Amarela, chega a 77,4 quilômetros de extensão e 68 estações.

As Linhas 1-Azul (Jabaquara - Tucuruvi), 2-Verde (Vila Prudente - Vila Madalena), 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera - Palmeiras-Barra Funda) e 4-Amarela (Butantã-Luz) funcionam de domingo a sexta das 4h40 à meia-noite e aos sábados das 4h40 à 1h de domingo (consulte os horários de fechamento de cada estação). A Linha 5-Lilás (Capão Redondo – Adolfo Pinheiro) funciona todos os dias (segunda a domingo) entre 4h40 e 00h10. Fonte: Metrô de São Paulo


domingo, 6 de agosto de 2017

Trens intercidades Hitachi

Nos últimos anos, tem havido uma crescente concorrência entre as empresas multinacionais que procuram entrar no negócio ferroviário em países estrangeiros. Neste ambiente intensamente competitivo, a Hitachi recebeu um contrato para a fabricação de trens para o novo programa Intercity Express (IEP), que se tornou o maior contrato de material circulante na história ferroviária no Reino Unido. A Hitachi já completou o desenvolvimento dos trens e está fazendo progresso rápido para as operações. Fonte: Hitachi



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Lyon Saint Exupery - TGV & Aeroporto

Projetada pelo Arquiteto espanhol Santiago Calatrava, a estação de Lyon na França, com 5.600 metros quadrados se assemelha a um pássaro no momento da fuga e é vista como uma porta de entrada simbólica para a região de Lyon.


A armação em aço atinge quase 40 metros de altura e sua estrutura de concreto refere-se à metáfora de um enorme pássaro com asas espalhadas. Chegando de carro você entra no salão principal através de um "Portal", formado por um pilar de concreto em forma de V que se juntam as extremidades de quatro arcos em aço.

O par do centro de arcos segue a linha do telhado para formar uma espinha, as vigas curvas exteriores abrangem mais de duas asas simétricas envidraçadas. No triangular salão principal da coluna central é formada por três arcos apoiados em conjunto por vigas diagonais. Duas grandes varandas suspensas penetram no espaço. Fonte: Divulgação

 

sábado, 29 de julho de 2017

SSP 230 Plasser & Theurer

A máquina de regulação de lastro SSP 230, tem um papel central na manutenção, o lastro deve ser distribuído e colocado nas zonas compactadas. O lastro excedente pode ser armazenado e depositado seletivamente onde exista falta de lastro. Finalmente, a faixa ou o comparecimento deve ser varrida de modo que nenhuma das pedras de lastro solta possa saltar. Para além destas tarefas conhecidas, a máquina de lastro de regulação pode ser equipado com unidades de estabilização. Como uma máquina combinada, pode ser utilizada de uma maneira mais flexível. Pode estabilizar as camadas de lastro em separado, de modo que após a conclusão do trabalho da linha pode ser percorrida a uma velocidade operacional. Fonte: Plasser




quarta-feira, 26 de julho de 2017

Locomotivas Vossloh

A locomotiva da família Vossloh Locomotives, composta por três e quatro eixos industriais, manobra e locomotivas principais - é aprovada e utilizada com sucesso em muitos países europeus. Os clientes podem escolher entre uma ampla gama, dependendo da sua preferência no que se refere a tração, ao peso e à movimentação diesel-hidráulica ou diesel-elétrica. Esta estratégia modular caracteriza-se por uma componente comum de alta qualidade, que garante que os veículos sejam fáceis de servir e possam ser adaptados aos desenvolvimentos tecnológicos.


Um aspecto fundamental é a oferta de financiamento, bem como todos os serviços necessários relacionados à tração do diesel no transporte ferroviário. Os clientes podem escolher entre uma oferta abrangente de serviços no local, manutenção pesada, bem como contratos de serviços completos ou contratos de fornecimento de peças sobressalentes. A Vossloh Locomotives tem sua própria rede de serviços europeia, que é apoiada por oficinas de parceiros. Fonte: Vossloh

domingo, 23 de julho de 2017

Trem invertido é o mais rápido da China e já começa a ser testado

Os "aerotrens" já são uma realidade na China, mas uma nova linha férrea suspensa, que começou a ser testada por engenheiros recentemente, promete levá-los a outro nível. Batizada de Skytrain, ela deve abrigar trens capazes viajar a até 70km/h, tornando-se a mais veloz do país. A nova linha pertence à cidade de Qingdao, na província litorânea de Shandong. Capaz de transportar até 510 passageiros em três ou cinco vagões, ele ainda é adaptável ao uso urbano e em áreas montanhosas. 


Além disso, já quebrou recordes de velocidade em sua etapa de testes, afirmam engenheiros. "Esse monotrilho usa a mais recente tecnologia de motor magnético (que emprega imãs para anular o atrito e potencializar a velocidade), o que o permite ter grandes vantagens com maior potência, menor volume físico, um nariz mais baixo e menos peso, realizando assim uma operação mais eficiente", explicou Liu Yuwen, diretor técnico do projeto, ao Sputnik News. A nova linha férrea suspensa é a segunda da modalidade em Qingdao, depois que outro "aerotrem" sustentado por baterias de lítio foi completado em Chengdu, no ano passado. Lá, os trens chegam à máxima de 60km/h. 

A China é o terceiro país no mundo a desenvolver linhas férreas suspensas, onde os trens são 'invertidos' e se movem com o trilho na parte de cima do carro. Antes, Alemanha e do Japão já tinham investido nessa modalidade de transporte. A primeira da história veio do país germânico, na cidade de Wuppertal, em 1901. Ela segue operante até hoje. Já o Japão abriga a linha férrea suspensa mais longa do mundo. A Chiba Urban Monorail, construída em 1988, engloba duas linhas que totalizam 15.2km de extensão. Fonte: Divulgação/CRRC Qingdao Sifang




quinta-feira, 20 de julho de 2017

Universidades e indústria se unem em £ 92 milhões

Uma parceria entre o setor de abastecimento ferroviário e um consórcio de oito universidades garantiu 92 milhões de libras esterlinas para financiar pesquisas destinadas a estabelecer o Reino Unido como um dos principais centros de excelência ferroviária.



A parceria parte da recém criada Rede de Pesquisa e Inovação Ferroviária do Reino Unido (UKRRIN), ganhou US $ 28,1 milhões de fundos do UK Research Partnership Investment Fund (UKRPIF) administrado pelo Conselho de Financiamento de Educação Superior para a Inglaterra (HEFCE ). O financiamento será impulsionado por US $ 64 milhões de apoio de 17 parceiros industriais, incluindo Alstom, Siemens e Bombardier Transportation.

Uma parceria entre o setor de abastecimento ferroviário e um consórcio de oito universidades garantiu 92 milhões de libras esterlinas para financiar pesquisas destinadas a estabelecer o Reino Unido como um dos principais centros de excelência ferroviária.

Esses centros de excelência, em conjunto com os Centros existentes de testes ferroviários do Reino Unido, são a base do UKRRIN, que reúne o setor ferroviário e a academia do Reino Unido para realizar pesquisas e inovações líderes no mundo.

O UKRRIN apoiará a entrega da ambiciosa Estratégia Técnica Ferroviária e está alinhado com os objetivos da Estratégia Industrial do Governo.

Com esses centros de excelência de classe mundial, o setor ferroviário do Reino Unido poderá desenvolver novas tecnologias e produtos líderes mundiais para trens, sistemas ferroviários e infra-estrutura que proporcionem um transporte mais confiável e eficiente.

Os passageiros se beneficiarão diretamente da pesquisa que levará à tecnologia melhorada. Uma infraestrutura melhor com maior confiabilidade que pode ser gerenciada de forma mais eficaz e novos sistemas de sinalização digital que permitirão que os trens adicionais sejam executados na rede. O projeto High Speed ​​2 também será um dos primeiros beneficiários da pesquisa líder mundial.

A Universidade de Birmingham é conhecida pela sua pesquisa ferroviária, e as inovações no controle, comando e comunicação ferroviária serão a chave para melhorar significativamente a qualidade dos serviços ferroviários.

A iniciativa é apoiada por uma série de clientes e partes interessadas, incluindo a Network Rail, HS2 Ltd, Transportes para Londres, Rail North e o Departamento de Transportes.

IBM, Unipart Rail, SMRT, British Steel, RSSB, Thales, Hitachi, AECOM, Aggregate Industries, Atkins, Pandrol e Progress Rail também estão entre os 17 parceiros industriais que apoiam a parceria ao longo de um período de 10 anos. Fonte: Universidade de Birmingham




quarta-feira, 19 de julho de 2017

Belmond Andean Explorer, primeiro trem de luxo da América do Sul tem roteiros pelos Andes Peruanos

A rota ferroviária da América do Sul passou a contar com o primeiro trem de luxo com suítes: o Belmond Andean Explorer. Inaugurado no início do mês de maio, o veículo faz a rota entre Cusco, antiga capital do Império Inca, passa pelo lago Titicaca na região de Puno e vai até a cidade vulcânica de Arequipa, atravessando uma das áreas mais altas do mundo, com 4.800 metros de altitude.


Belmond Andean Explorer transporta apenas 48 pessoas em cada viagem. São oferecidas quatro roteiros diferentes, de uma ou duas noites: Montanhas Peruanas, Planícies Andinas e Ilhas de Descoberta, Espírito da Água e Espírito dos Andes. O tour proporciona vistas cinematográficas das montanhas nevadas, lagos e animais típicos da região.

Operado pela mesma rede que faz a linha europeia Orient Express, o Belmond Andean Explorer oferece acomodações exclusivas com suítes decoradas com tecidos artesanais em lã de alpaca, tradicionais do Perú. Como um hotel cinco estrelas sobre trilhos, dispõe ainda de vagão lounge, restaurante e SPA, além de um terraço aberto para contemplação da natureza. Algumas atividades turísticas fora do trem incluem refeições em restaurantes especiais e passeios de aventura.

No Chile é possível fazer um tour guiado sobre trilhos pelo Valle do Colchagua, uma das regiões mais famosas de vinhos do país. A viagem “Sabores del Valle” começa em Santiago, a capital do país, e vai até San Fernando, atravessando as principais vinícolas do vale. Os passageiros podem desfrutar de degustação de bebidas de ótima qualidade, música típica ao vivo, apreciando as belas paisagens do caminho. Entre os passeios por terra estão o Museu de Colchagua com seu acervo histórico-cultural chileno e um almoço na cidade de Santa Cruz, com culinária típica deliciosa.


Outra rota que vale a pena se aventurar é embarcar no Expresso da Patagônia, na Argentina, conhecido também como “La Trochita”. O trem com a clássica locomotiva maria-fumaça opera desde a década de 1920, percorrendo poucos quilômetros desde Esquel até Nahuel Pan, num percuro de uma hora. Nele é possível apreciar as belas paisagens argentinas, desde as regiões desérticas até os cumes nevados das montanhas. Um dos pontos altos do passeio é conhecer a cultura indígena de Nahuel Pan, visitando o museu do vilarejo ou comprando peças artesanais de vestuário feitas de lã pelos nativos, em suas próprias casas. O histórico trem ampliou recentemente suas rotas, combinando outros trens turísticos com novo ponto de partida na cidade de Bariloche e itinerários que chegam a lugares turísticos incríveis. Fonte: Diário do Rio


segunda-feira, 17 de julho de 2017

Quatro gerações de trens britânicos fazem uma jornada simbólica para marcar 160 anos de história ferroviária

Quatro gerações de trens se alinharam em Yorkshire para fazer uma jornada histórica marcando mais de 160 anos de história ferroviária britânica. Os quatro trens, que representam o passado, o presente e o futuro do sistema ferroviário da Grã-Bretanha, reuniram-se na linha principal da costa leste em Tollerton, North Yorkshire, antes de viajarem para York. Eles viajaram em uma posição escalonada na velocidade de até 25 milhas por hora.


Os quatro trens, da esquerda para a direita foram: O Flying Scotsman - a locomotiva britânica icônica, construída pela primeira vez em 1923.

O Virgin Azuma - o novo trem da Virgin na East Line Main Line, que se inicia em 2018. Construído pela Hitachi, é cobrado como um dos trens mais avançados do Reino Unido e pode alcançar velocidades de 140 mph.

O HST (Classe 43) e a InterCity 225 (Classe 91) - ambos fazem parte da frota existente da Virgin. Fonte: Businnes Insider



terça-feira, 11 de julho de 2017

Testes do ônibus futurista primo dos trens - China

O ônibus elevado futurista da China em breve será uma coisa do passado. Trabalhadores na cidade chinesa do norte de Qinhuangdao trabalham nos trilhos guias para o veículo rodoviário, podemos dizer primo dos trens. Eles estão limpando a bagunça deixada para trás por um projeto que atraiu atenção global no verão passado, quando o vídeo surgiu do ônibus de 26 pés de largura cruzando o topo dos carros durante uma operação de testes.


Eleito como uma resposta potencial aos problemas de tráfego super pesado da China, o veículo tornou-se uma saída futurista para os problemas da cidade. Fonte: CNN



Citadis Spirit para Ottawa - Canadá

A Alstom recebeu um contrato no valor de cerca de 200 milhões de euros cerca de CA $ 300 milhões pelo Rideau Transit Group (RTG) para fornecer 38 veículos ferroviários Citadis Spirit para o Projeto de Expansão Ferroviário. O-Train do estágio 2 em Ottawa Ontário. A expansão ampliará a linha da Confederação atualmente em construção mais a leste por mais de 12 km, e mais a oeste por mais 15 km. A construção do estágio 2 começará em 2019 e, uma vez concluída em 2023, o sistema LRT total terá quase 60 km de trilhos e 41 estações, com mais de 70% dos residentes em Ottawa a menos de cinco quilômetros da linha em operação. 


O Citadis Spirit é um veículo de 100% de piso baixo que oferece acessibilidade fácil e um layout interior com um largo corredor central e circulação interior que proporcionam uma experiência de passageiros mais segura e agradável. A Alstom está atualmente fornecendo 34 veículos da Citadis Spirit para a Linha da Confederação O-Train de Ottawa. Fonte: Alstom





A Francesa Alstom conclui etapa brasileira do maior projeto de sua história

A Alstom anunciou a conclusão da produção dos primeiros 20 trens do contrato de € 4 bilhões assinado em 2013 para o fornecimento de 600 trens X’Ttrapolis Mega ao longo de 10 anos para a PRASA (Passenger Rail Agency of South Africa) para a revitalização da indústria ferroviária na África do Sul. Esses 20 primeiros trens foram fabricados no Brasil, na unidade da Lapa, em São Paulo, uma referência na produção de material rodante em aço inoxidável, e dezesseis trens já estão em operação comercial na África do Sul desde maio de 2017, depois do lançamento da nova e moderna frota pelo presidente sul-africano, Jacob Zuma. 


Para entregar os demais 580 trens, a Gibela - o consórcio liderado pela Alstom, com a participação das empresas locais Ubumbano Rail e New Africa Rail - está construindo uma fábrica de 600.000 m2 em Dunnottar, a 50 quilômetros de Joanesburgo. A nova unidade também abrigará um centro de treinamento de 4.000 m2 e, em pico de produção, produzirá 62 trens por ano, impulsionando em torno de 200 fornecedores sul-africanos. Em dez anos, o projeto irá criar mais de 1.500 empregos diretos na fábrica. 

A Alstom Brasil continuará transferindo tecnologia para a equipe técnica da Gibela até meados de 2018. Treinamento e desenvolvimento para engenheiros, projetistas, técnicos, condutores de trens e tecnólogos são essenciais para a modernização da indústria ferroviária no país. 

“Além da infraestrutura, temos a satisfação de contribuir com a expertise técnica para esse projeto, proporcionando o acesso a modernos sistemas de tecnologia ferroviária e o empoderamento dos funcionários da Gibela com várias facetas de habilidades ferroviárias,” afirma Rosângela Tsuruda, Diretora Geral da Unidade Lapa. 

O projeto PRASA reafirma o objetivo da Alstom de se estabelecer como líder em mercados de rápido crescimento. Também representa um marco significativo na estratégia de aumentar sua presença global e localmente, graças a seu footprint industrial global e parcerias que permitem que a empresa esteja próxima a seus clientes. Fonte: Alstom



quarta-feira, 5 de julho de 2017

Siemens lança novos negócios para digitalizar a indústria ferroviária dos EUA

A Siemens está lançando a Digital Rail Services nos EUA, um novo negócio que usará sensores inteligentes e plataformas de software avançadas para fornecer informações usando os bilhões de pontos de dados criados nos sistemas ferroviários do país.



O Serviço Digital ajudará os operadores ferroviários em todo os EUA a melhorar suas operações e criar uma "Internet de trens" para trazer infraestrutura e veículos para a era digital. Também ajudará os operadores ferroviários a reduzir o tempo de inatividade não planejado, a melhorar a eficiência operacional, a melhorar o planejamento e o desempenho dos negócios, além de gerar economias de energia e custos.

O novo portfólio combina o conhecimento global da análise digital da Siemens com o seu extenso conhecimento do setor ferroviário através de uma pegada ferroviária existente que abrange as tecnologias de fabricação, automação, equipamentos e serviços de infraestrutura de energia. Fonte: Siemens


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Construímos o futuro do transporte sobre trilhos e terabytes

A divisão atua mundialmente fabricando locomotivas e fornecendo soluções para outros setores, como o de mineração e da indústria naval. A linha de montagem de locomotivas de Contagem, em Minas Gerais, foi a primeira da empresa a ser inaugurada fora dos Estados Unidos e trabalha para aumentar a produtividade e a eficiência dos trilhos do Brasil. 


Hoje, por meio de soluções digitais baseadas na internet industrial, somos capazes de monitorar as unidades que fabricamos em tempo real. Graças a tecnologias e softwares pensados especificamente para o mercado nacional, somos capazes de reduzir as quebras e os custos de manutenção e otimizar a operação de toda a malha ferroviária.

Isso reflete o compromisso da empresa com o país. Desde os anos 1940, a GE Transportation exerce um papel crucial no escoamento das exportações nacionais – com locomotivas produzidas nacionalmente desde 1966. Da Estrada de Ferro Sorocabana à Ferrovia dos Carajás, temos orgulho em carregar uma parte do Brasil com a nossa tecnologia. Fonte: GE



sábado, 1 de julho de 2017

A nova linha de metrô que atravessará Londres de leste a oeste à partir de 2018

A nova linha de metrô que atravessará Londres de leste a oeste à partir de 2018 se chamará "Elizabeth", em homenagem à rainha, anunciou, nesta terça-feira, o prefeito da capital inglesa durante uma visita da monarca ao local das obras. Chamada até o momento de "Crossrail", a futura "Elizabeth line", que terá cerca de 100 km antes de 2020, unirá principalmente o distrito financeiro de City ao aeroporto Heathrow.


Elizabeth II desceu a 28 metros de profundidade na estação de Bond Street. Ali, visitou uma parte das obras faraônicas da construção da linha, que começaram em 2009 e terão um custo de 21 bilhões de dólares (83 bilhões de reais). Várias empresas espanholas participam do projeto, como a construtora Ferrovial.

"Além de oferecer uma melhora radical dos transportes da capital, a linha Elizabeth será uma homenagem perdurável à nossa monarca", disse o prefeito Boris Johnson.

Isabel II foi, em 1969, a primeira monarca britânica a visitar o metrô de Londres, o mais antigo do mundo, com mais de 150 anos de idade.

A nova linha terá 40 estações e unirá as localidades de Reading (oeste da capital) e Shenfiels (leste), passando por Heathrow e pelo centro da cidade.

O objetivo é atender aos 200 milhões de passageiros e descongestionar um transporte público que tem sofrido com a falta de investimento por décadas. Fonte: Underground Vídeo: Youtube/Globo




quarta-feira, 28 de junho de 2017

Estação Ferroviária de Rossio - Lisboa

A obra para a sua construção, adjudicada a uma empresa belga, incluía, para além da estação, a abertura do túnel ferroviário do Rossio, a ligação rodoviária à Calçada do Carmo e o Hotel Palace e iniciou-se no ano de 1886.

A empreitada da Estação Ferroviária do Rossio foi rápida e passados apenas 4 anos e a estação foi inaugurada. No dia 23 de Novembro de 1890 abria ao público e ao tráfego ferroviário com o nome de estação da Avenida.


A Estação Ferroviária do Rossio apresenta uma fachada principal onde se destacam as suas 8 portas e 18 janelas, o conjunto arquitetônico da entrada da estação, feita pela zona dos Restauradores, é embelezado pelo magnífico relógio, amplamente decorado, que está colocado no topo centro do edifício como que coroando esta perfeita conjugação de elementos que se pode enquadrar ainda na linha revivalista do tardio romantismo português.A Estação Ferroviária do Rossio tem um estilo neo-manuelino, o edifício que alberga a Estação do Rossio é considerado um verdadeiro monumento e a prová-lo a classificação como Edifício de Interesse Público atribuída pelo Estado em 1971 que incluiu vários outros imóveis da zona da avenida da Liberdade.

Uma chamada de atenção também para a cobertura do cais de embarque, um excelente exemplo da arquitetura do ferro, muito em voga no século XIX. Ainda no que toca à configuração e utilização desta infra-estrutura ferroviária é necessário fazer também referência ao facto, curioso, das plataformas de embarque da estação estarem localizadas 30 metros acima do nível da entrada principal, coincidindo com o último piso do edifício.

Por sua vez, o acesso dos comboios à estação do Rossio, possível apenas via estação de Campolide, faz-se através de um túnel com via dupla de aproximadamente 2,6 km de comprimento e com um perfil abobadado de 8 m de largura por 6 m de altura.

A Estação Ferroviária do Rossio, em funcionamento há cerca de 120 anos foi, durante muito tempo, a principal estação de comboios da cidade de Lisboa devido à sua proximidade com o centro e com a baixa.

Com o aumento do tráfego de passageiros e comboios, especialmente do que provinha da Linha de Sintra, foi necessário proceder a uma descentralização deste movimento de forma a agilizar o sistema de transportes públicos da cidade.

Assim, os comboios internacionais e de longo curso passaram a fazer a sua paragem na estação de Santa Apolónia, ficando a do Rossio reservada apenas ao tráfego ferroviário suburbano.

Com os anos a Estação do Rossio foi alvo de várias intervenções e melhoramentos e já na última década do século XX foi ali construído um átrio norte subterrâneo de forma a criar uma ligação direta à rede do Metro de Lisboa – Linha Azul – e de autocarros dos Restauradores.

Atualmente a Estação Ferroviária do Rossio é um dos locais mais vibrantes e repletos de vida da capital portuguesa.

Milhares e milhares de pessoas, que chegam e saem de Lisboa, passam todos os dias por ela e dali acedem fácil e rapidamente ao centro da cidade e à Baixa Pombalina. Fonte: Divulgação Foto: Silvério Borges


domingo, 25 de junho de 2017

Este vídeo mostra toda a beleza dos túneis do metrô de Londres

O metrô de Londres é feito de um dos mais complexos sistemas de túneis do mundo. Como uma pessoa que se desloca diariamente de casa para o trabalho, é difícil enxergar a beleza dessa complexa corrida entre labirintos durante todas as manhãs. No entanto, este pequeno vídeo consegue colocar esses túneis praticamente infinitos como uma obra de arte.


Utilizando travellings lentos e métodos, o vídeo Deeper Underground revela a beleza simétrica dos túneis de Londres. Mas como qualquer pessoa que dependa do metrô diariamente pode confirmar, é mais fácil apreciar toda essa arquitetura e infraestrutura quando não é você que está lutando contra hordas de pessoas atrasadas para o trabalho. Fonte: Gizmodo





sábado, 24 de junho de 2017

Os trens e as cerejeiras no Japão

A Primavera chega no Japão e junto dela as primeiras cerejeiras começam a florescer. As flores de cerejeira (Sakura) são um dos símbolos mais belos e marcantes da cultura japonesa, como os Shinkansen, despertando a paixão e interesse da população japonesa e de turistas do mundo todo. Porém o período das cerejeiras é relativamente curto, podendo durar apenas alguns dias ou semanas a partir do florescimento. Fonte: Divulgação


quinta-feira, 22 de junho de 2017

A História da Implantação dos Trens de Cascais desde 1870

A primeira iniciativa para trazer o caminho de ferro a Cascais foi lançada em 1870 pelo engenheiro M. A. Thomé de Gamond, que propôs a construção de uma linha de Lisboa a Colares, passando por Cascais, Alcabideche e Sintra. Embora este projeto tivesse falhado, fundou as bases para a futura linha de Lisboa a Cascais, que deveria acompanhar a orla costeira.


Em 23 de Fevereiro de 1871, um decreto autorizou a construção de uma linha no sistema americano entre Lisboa e Cascais, concessão que foi passada para a Companhia de Carris de Ferro de Lisboa por um decreto de 21 de Novembro de 1872. No entanto, a linha apenas foi construída até Algés, tendo a concessão sido anulada em 10 de Março de 1884 por não ter sido totalmente construída até Cascais no período determinado. Entretanto, em 29 de Agosto de 1871, o Duque de Saldanha foi autorizado a prolongar a sua rede ferroviária, no sistema Larmanjat, até Belém e Cascais, projeto não não chegou sequer a ser iniciado. Pouco depois, a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses começou a manifestar a intenção de construir várias linhas de carácter suburbano em Lisboa, incluindo uma linha de Cascais à Estação de Santa Apolónia[5], tendo a empresa sido autorizada a construir esta linha por um alvará de 9 de Abril de 1887. Em Junho de 1888 já estava em construção a linha de Alcântara a Cascais, e o primeiro trecho do Ramal de Cascais, entre Cascais e Pedrouços, entrou ao serviço em 30 de Setembro de 1889.

A linha foi concluída com a chegada ao Cais do Sodré em 4 de Setembro de 1895, não tendo chegado a ser completada até Santa Apolónia, devido a vários problemas técnicos, e aos receios que a passagem do caminho de ferro danificasse a estética da Praça do Comércio. Fonte: Divulgação/Foto: Silvério Borges


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Socadora e Estabilizadora 09-32/4S

A Socadora e Estabilizadora dinâmica de trilhos contínuos, também podem ser incorporados em outras máquinas de manutenção de via, as máquinas como a KPV ou unidades de carregamento e distribuição de lastro para o preenchimento das zonas por Compactadores ou Socadoras, também pode ser mencionado como um exemplo mais amplo da incorporação de vários processos de trabalho em Socadoras. Fonte: Divulgação

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Amtrak tem mais de 40 anos de história americana

A Amtrak tem mais de 40 anos de história americana, estamos orgulhosos dos esforços que colocamos no serviço ferroviário de passageiros. Desde o início das operações em 1971, trabalhamos incessantemente para transformar uma forma clássica de transporte, preservando os aspectos da viagem ferroviária que são intemporais, enquanto modernizamos aqueles que estão mais tempo em serviço para isso. O ano fiscal de 2015 marcou o quinto ano consecutivo em que o número de passageiros excedeu 30 milhões de passageiros - prova, se for necessário, de que o amor de longa data da América ainda abraça nosso modo de transporte clássico e moderno em sua forma moderna. Fonte: Amtrak



terça-feira, 6 de junho de 2017

A GE e a Vale estão deixando o transporte ferroviário brasileiro mais conectado e inteligente

Em um país com custos imensos de logística como o Brasil, apostar no desenvolvimento da malha ferroviária para o transporte de carga pode ser determinante para a eficiência da indústria. Diante desse cenário, a GE segue trilhando o caminho da inovação: por meio de uma plataforma que transforma locomotivas em centrais móveis de dados, conseguimos deixar as linhas férreas mais inteligentes, elevando velocidade e produtividade ao passo que reduzimos gastos, riscos e atrasos. Eis o Trip Optimizer, solução digital da GE que já está ajudando uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale, a deixar seus processos e ecossistemas mais conectados. Quer saber como ele funciona?



Imagine um trajeto ferroviário com tantos obstáculos que, para preservar as locomotivas, os operadores dos trens precisavam guiar de acordo com diferentes parâmetros, considerando áreas instáveis e remotas, curvas acentuadas e variações de velocidade e aceleração. Para se ter uma ideia, os maquinistas da Vale tinham um manual de instruções para conduzir o trem em diferentes trechos da via, com especificações para cada vagão e locomotiva, contemplando diversos fatores territoriais e operacionais!

Foi então que a solução da GE entrou em cena para tornar tudo mais digital. “O Trip Optimizer é um recurso à disposição dos maquinistas, como um piloto automático, capaz de proporcionar também a redução do consumo de combustível. Para isso, ele calcula de forma inteligente a aceleração e a frenagem ideais das locomotivas da composição a partir de fatores internos e externos”, explica Nelyo Oliveira, gerente de tecnologias digitais da GE Transportation para América Latina. A solução integra sistemas de bordo e de GPS, levando em consideração aspectos da ferrovia e características do trem - como comprimento, peso, limites de velocidade, tempo de trajeto, desempenho das locomotivas, rampas e relevo acidentado - para definir padrões de viagem. Dessa forma, proporciona não apenas grandes ganhos em segurança, mas também em produtividade.

Mas os desafios da Vale eram enormes: dona de alguns dos trens mais pesados e complexos do mundo, com três locomotivas e 330 vagões, os maiores objetivos da empresa eram simplificar a operação e minimizar a queima de combustível na rota da Estrada de Ferro Carajás (EFC), ferrovia com 892 quilômetros de extensão utilizada principalmente para o transporte de minério de ferro. Além disso, garantir fidelidade ao plano de viagem estabelecido, reduzir as forças internas nos engates e ajustar o tamanho do trem conforme a demanda também eram pontos críticos. “A Vale precisava de flexibilidade na operação, com a possibilidade de variar o número de carros e locomotivas de acordo com a necessidade”, conta Lucas Malta, líder do programa de tecnologias digitais para Transporte e Aviação do Centro de Pesquisas da GE localizado no Rio de Janeiro. “Como o trem era muito difícil de dirigir, todo aquele manual precisaria ser refeito, pensando na nova configuração da operação”, considera.


A partir de todas essas demandas, o nosso Centro de Pesquisas atuou com força total. “Foram necessárias duas adaptações para implementar o produto com efetividade: uma para a base do computador de bordo, que é responsável pelo planejamento de automação e controle do combustível, e outra para os desafios particulares da Vale, que demandavam funcionalidades personalizadas”, conta Malta, que participou ativamente das pesquisas para customizar a solução. “Durante o teste piloto, os desenvolvedores do Centro de Pesquisas realizaram simulações para entender o que não fazia sentido para a Vale e precisaria ser mudado. Depois, foi feita uma investigação para verificar onde havia oportunidade de economia, ajustando os cálculos para a realidade da operação até conseguir melhorar os resultados”, resume o pesquisador.


Revisando tais configurações, a meta era reduzir o consumo de combustível em, no mínimo, 3% em comparação a trens que não usam o Trip Optmizer. Após vários meses de ajustes e alinhamentos entre os pesquisadores do Centro de Pesquisas da GE no Rio de Janeiro, a área de engenharia da Vale e os times da GE Transportation dos Estados Unidos e Brasil, esse número excedeu as expectativas: atingimos 3,65% de economia. Para completar, foi possível padronizar as viagens, oferecer maior flexibilidade operacional e evitar paradas não planejadas. O sucesso da implementação foi tão grande que a Vale solicitou testes pilotos do Trip Optimizer para outras duas operações: a Estrada de Ferro Vitória a Minas, que liga as minas da Vale ao Porto de Tubarão (ES), e do Corredor Nacala, em Moçambique.

Confira no infográfico abaixo como os testes e adaptações do Trip Optimizer foram feitos para a Vale, trazendo diversos benefícios mensuráveis:


O projeto, que representou uma das primeiras experiências de testes com o Trip Optimizer fora dos Estados Unidos, foi pioneiro na implementação desse tipo de tecnologia na América Latina. Atualmente, em todo o mundo, são quase 3 mil trens operados todos os dias utilizando os benefícios operacionais dessa solução digital, resultando em mais de 16 milhões de quilômetros já percorridos por trens inteligentes! Acompanhe o GE Reports Brasil e saiba mais sobre a excelência do projeto com a Vale! Fonte: GE Brasil

sábado, 3 de junho de 2017

Estudo para implantação de VLP entre Lousã e Coimbra

O investimento previsto para o denominado “sistema metrobus”, que deverá operar no canal do ramal ferroviário da Lousã e na cidade de Coimbra, oscila entre os 95 e os 110 milhões de euros, incluindo a frota de autocarros (híbridos, com propulsão elétrica ou a gás natural comprimido), segundo o documento – a que a agência Lusa teve acesso – que será apresentado, a partir das 09:30, em Lousã, Miranda do Corvo e Coimbra.


Encomendado pelo Governo, através da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), o estudo rejeita a reposição do comboio no Ramal da Lousã, ao contrário do recomendado pela Assembleia da República em diferentes resoluções aprovadas em fevereiro.

Apesar de o LNEC manter para o novo projeto a designação “Sistema de Mobilidade do Mondego”, com a sigla SMM, adotada em 2006 pelo primeiro Governo de José Sócrates, quando Mário Lino era ministro da tutela, é agora abandonada uma solução de transporte em carris, metro ou comboio convencional.

“A reposição do comboio pesado face à solução ‘Metrobus’ não permite o atravessamento da cidade de Coimbra”, nem “a articulação urbana” dos sistemas no futuro, argumenta o LNEC.

Por outro lado, em abono da opção tecnológica defendida, os técnicos do mesmo instituto público concluíram que a futura rede de autocarros “não é uma solução comparável” à das automotoras que circularam no Ramal da Lousã até janeiro de 2010, quando a linha foi encerrada para obras que previam, desde pelo menos 1996, a introdução de um metro ligeiro.

Em 2009, numa altura em que a linha centenária da Lousã estava desvalorizada por falta de investimentos públicos e na expectativa da instalação do metro de superfície, “a CP transportou cerca de um milhão de passageiros”, recordam.

Em fevereiro, a Assembleia da República aprovou projetos de resolução do BE, PCP e PEV sobre o Ramal da Lousã e sobre a empresa Metro Mondego (MM), em cujas votações a bancada do PS de um modo geral se demarcou, votando contra ou optando pela abstenção.


Refletindo diferentes posições quanto ao futuro da MM, os partidos à esquerda do PS convergiam especialmente quanto a uma solução de natureza ferroviária para a linha entre Coimbra e Serpins, no concelho da Lousã.

Depois de um primeiro estudo, pedido pelo anterior Governo, de Pedro Passos Coelho, o LNEC procurou nesta fase “analisar a viabilidade de uma opção de alta prestação como solução para o SMM”.

Um investimento que, segundo o estudo, “garanta o reforço das condições de mobilidade” nos concelhos de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã.

“A incerteza na estimativa da procura foi um fator atendido na configuração das diferentes soluções tecnológicas”, salienta o LNEC. Entre Serpins e Alto de São João, em Coimbra, “o canal é em via única e terá guiamento automático”.

A frota prevista deverá incluir 30 autocarros de 55 lugares sentados, para o troço suburbano da rede, e 13 articulados de 130 lugares sentados e em pé, para a área urbana da capital do distrito.

O novo projeto (infraestrutura e veículos) deverá ser candidatado a apoios europeus, admitindo o estudo que venha a exigir nova avaliação de impacte ambiental.

O projeto integral do metro, agora abandonado, obteve declaração de impacte ambiental “com parecer favorável condicionado”.

O movimento Lousã pelo Ramal, que defende a reposição do transporte ferroviário no Ramal da Lousã, marcou uma concentração de protesto junto aos Paços do Concelho desta vila, com início às 09:00, antes da chegada do ministro Pedro Marques. Fonte: Notícias de Coimbra


quarta-feira, 24 de maio de 2017

A China quer ampliar sua influência mundial através de um colossal e dispendioso plano de infraestrutura

Esperamos desencadear novas forças econômicas para o crescimento global, construir novas plataformas para o desenvolvimento mundial e reequilibrar a globalização para que a humanidade chegue mais perto de uma comunidade de destino comum, disse o presidente chinês, Xi Jinping, ao abrir, na semana passada, um fórum internacional sobre o projeto, batizado de Nova Rota da Seda.


O fórum contou com a participação de cerca de 30 líderes mundiais, entre eles os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, da Argentina, Maurício Macri, e do Chile, Michelle Bachelet.

A ideia da Nova Rota da Seda - com nome inspirado na antiga rota comercial que ligou o Oriente e o Ocidente há dois mil anos - é melhorar conexões comerciais entre Ásia e Europa e Ásia e o leste da África, promovendo desenvolvimento, com a construção ou expansão de redes de ferrovia de alta velocidade, gasodutos, oleodutos, portos e centros logísticos.

"É um esforço ambicioso sem precedentes", disse, por sua vez, o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, sobre o plano com o qual a China pretende "sacudir" a ordem econômica mundial.

O investimento total chega a US$ 900 bilhões (R$ 2,9 trilhões).

Cúpula do Brics na China em setembro pretende fortalecer cooperação Sul-Sul

Ainda que, em teoria, o objetivo do projeto é aumentar a integração econômica entre Europa, Ásia e África, críticos em países ocidentais acreditam que o governo chinês busca, na verdade, expandir sua influência para o campo geopolítico.

Segundo a analista para assuntos chineses da BBC Carrie Gracie, tanto os oleodutos e gasodutos que atravessam a Ásia Central, como os portos do Paquistão e Sri Lanka, no Oceano Índico, poderiam servir para fins militares no futuro.

Abaixo, apresentamos cinco grandes obras que fazem parte da Rota da Seda.

1. Transporte de mercadorias China-Europa

Atualmente, a China já opera cerca de 20 linhas de trem de carga que ligam o país a cidades europeias como Londres, Madri, Roterdã ou Varsóvia. A rota China-Madri funciona há mais de um ano e é o mais extenso serviço ferroviário do mundo.

Agora, o objetivo do governo de Xi Jinping é otimizar esta rede e torná-la uma alternativa mais rápida - embora mais dispendiosa - ao tradicional transporte marítimo de produtos chineses.

As obras do novo trem de alta velocidade, que unirá os sete mil quilômetros de Pequim a Moscou, devem terminar em 2025, segundo a companhia estatal russa OAO Russian Railways. Ela reduzirá o tempo de viagem, de cinco dias, para 30 horas.

Por trás desta grande iniciativa, está a intenção da China de se consolidar como uma potência comercial global, comenta Carrie Gracie.

Custo: US$ 242 bilhões

2. Rede de trens na Ásia

Nesta seção, há dois grandes projetos futuros:

A Rede Pan-asiática

A China planeja conectar a cidade de Kunming, situada no sul do país, com Vientiane, a capital do país vizinho Laos, e com a rede ferroviária de Mianmar.

Assim que esta e outras obras semelhantes previstas em Tailândia, Camboja e Vietnã estiverem concluídas, estará formada uma rede pan-asiática ligando a China ao Sudeste asiático.

Custo: US$ 7 bilhões (apenas o trem de alta velocidade entre Kunming e Vientiane)


Alta velocidade na Indonésia

A ferrovia Jacarta-Bandung será o primeiro trem de alta velocidade da Indonésia e ajudará a melhorar o transporte público entre a capital do arquipélago e um dos principais centros econômicos de Java.

Embora várias empresas japonesas também aspirassem ganhar o projeto, o governo indonésio acabou preferindo as empresas chinesas.

Custo: US$ 5,9 bilhões

3. Corredor China-Paquistão

Aproveitando que o vizinho Paquistão é um de seus aliados históricos, a China investirá no país e ajudará no desenvolvimento do porto de Gwadar, no Mar Árabe.

A ideia de ambos os países é que se converta na versão paquistanesa do complexo portuário de Shenzhen.

A implementação deste projeto dará à China uma saída para o mar sem necessidade de que seus produtos passem pelo estreito de Malaca, onde operam piratas e o clima é desfavorável.

O projeto contempla a ampliação da rodovia de Kakarorum, umas das mais altas do mundo, que conecta a China ao Paquistão.

Custo total: US$55 bilhões

4. Porto de Colombo

Outro porto-chave nos planos da Nova Rota da Seda é o de Colombo, capital do Sri Lanka.

Embora tenha sido paralisado com a troca de governo no país - mais próximo, politicamente, da Índia -, negociações recentes permitiram a continuidade do projeto; as obras já foram retomadas.

Custo: US$1,4 bilhão

5. Projetos na África

A China já está construindo a ferrovia que unirá as duas principais cidades do Quênia: a capital, Nairóbi, e Mombasa, na costa do país.

Este projeto faz parte da futura rede de transportes da África Oriental, que conectará as cidades do Quênia com as capitais de Uganda (Kampala), Sudão do Sul (Juba), Ruanda (Kigali) e Burundi (Bujumbura).

A China já inaugurou o trem que une Adis Abeba, capital da Etiópia, com Djibouti, capital do país do mesmo nome na costa do Mar Vermelho, onde companhias chinesas estão construindo um centro logístico marítimo.

"É um desenvolvimento estratégico enorme", disse ao jornal New York Times Peter Dutton, professor de estudos estratégicos da Escola Naval de Guerra de Rhode Island, nos Estados Unidos.

"Trata-se de uma expansão do poder naval para proteger o comércio e os interesses regionais da China no Chifre da África. Isto é o que as potências em expansão costumam fazer. E a China aprendeu as lições do império britânico de 200 anos atrás", concluiu. Custo total: US$13,8 bilhões. Fonte: R7

domingo, 21 de maio de 2017

Intercidades em Tullnerfeld - Áustria

A nova linha inclui uma nova estação chamada Tullnerfeld, é o exemplo clássico de uma estação e uma linha de alta velocidade acrescentada como presente político, com pouco valor de tráfego. Foi construída longe de qualquer assentamento importante, para ser acessado por carro ou uma linha de conexão. A partir da vizinhança de aldeias na seção paralela, o número de passageiros está em nenhuma relação com a grande instalação. Trens de dois andares novos circulam entre as cidades da Áustria. Fonte: OBB

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Lyon Saint Exupery - TGV Aeroporto

Projetada pelo Arquiteto espanhol Santiago Calatrava, a estação de Lyon na França, com 5.600 metros quadrados se assemelha a um pássaro no momento da fuga e é vista como uma porta de entrada simbólica para a região de Lyon.

Ao fundo TGV abordando a estação

A armação em aço atinge quase 40 metros de altura e sua estrutura de concreto refere-se à metáfora de um enorme pássaro com asas espalhadas. Chegando de carro você entra no salão principal através de um "Portal", formado por um pilar de concreto em forma de V que se juntam as extremidades de quatro arcos em aço.


O par do centro de arcos segue a linha do telhado para formar uma espinha, as vigas curvas exteriores abrangem mais de duas asas simétricas envidraçadas. No triangular salão principal da coluna central é formada por três arcos apoiados em conjunto por vigas diagonais. Duas grandes varandas suspensas penetram no espaço. Fonte: SNCF


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Estação New Street de Birmingham

A estação de New Street de Birmingham é um cubo importante do transporte e um aspecto chave  na mobilidade. Ocupando uma posição importante na cidade e lidar com uma grande quantidade de tráfego, que fornece a primeira impressão de Birmingham para um grande fluxo de visitantes para o Midlands.


A proposta para Birmingham New Street Station produz uma arquitetura icônica que, além de criar uma impressão,  capaz de comunicar ao público a função do edifício e o caráter de sua localização no centro de Birmingham City. Para tal, propõe-se dar expressão à natureza dinâmica do tema ferroviário. Fonte: Archdaily


domingo, 7 de maio de 2017

Metrô de Lisboa ampliará seu sistema

Em comunicado, o Ministério adiantou que nos próximos cinco anos "serão acrescentados mais quatro quilômetros à rede em exploração e criadas quatro novas estações Estrela, Santos, Campolide e Amoreiras e que será construída uma ligação pedonal subterrânea entre a futura estação das Amoreiras e o bairro de Campo de Ourique.


Inseridas em zonas densamente povoadas, é esperado, com estas novas estações, o incremento de 12 milhões de passageiros", lê-se no documento. Uma segunda nota do Ministério do Ambiente, recuava na informação. Na nova versão, o Ministério informa que, em 2017, está prevista a ampliação do cais da estação de Arroios e a reabilitação das instalações, nomeadamente das escadas mecânicas da estação Baixa-Chiado. Já sobre 2022, o comunicado informa apenas que a rede de metro será aumentada e serão construídas novas estações, sem entrar em detalhes. Fonte: DN/Foto: Metro Lisboa PT


sábado, 6 de maio de 2017

Vantagens do APT 1500 R Robô de Solda Ferroviário

Os representantes presentes dos departamentos de soldagem de DB-Netz e DB-Bahnbaugruppe mostraram um total de 66 soldas de alta qualidade. O robô atuou em uma seção de 5,8 km de comprimento, enquanto equalizou a temperatura ao mesmo tempo. Um total de 52 soldas ferroviárias e 14 soldas de encerramento foram realizadas. A solda de fechamento é uma característica firme do robô de solda recém desenvolvido. O trilho de dispositivo de tração com uma força de 1500 kN está integrado na cabeça de soldadura da APT 1500 RA.


O robô de solda trabalha de forma totalmente automática, sem intervenção manual. Os trilhos a serem soldados são levantados automaticamente para a cabeça de soldadura, colocado em posição com a ajuda da centragem automática de altura e funcionando de alinhamento da borda. Todo o processo de soldagem é supervisionada constantemente por um sistema de medições especiais. Fonte: DB-Netz/DB-Bahnbaugruppe


_____________________Revista Eletrônica Transportes Sobre Trilhos - O Futuro da Mobilidade - RETT_____________________
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