segunda-feira, 18 de junho de 2012

Novo Trem de Metrô do Rio de Janeiro

A Repórter Ana Luiza Reyes foi até Changchun, na China, para mostrar a linha de produção dos novos trens do Metrô Rio.

A previsão de melhora só será percebida após a entrada de pelo menos de 5 trens em operação.


As composições estão sendo fabricadas na China, entre outras novidades existentes os trens terão telas de lcd, circuito interno de segurança, maior área livre dentro dos vagões.

Após a chegada de todos os trens o intervalo promete diminuir bastante. O aumento no números de usuários também será significativo.
Fonte: Rádio Globo

segunda-feira, 4 de junho de 2012

ETAV deve começar a operar em um mês


A Etav (Empresa do Trem de Alta Velocidade), estatal que vai gerenciar o projeto de trem-bala do país, deverá começar a operar um mês, disse hoje Bernardo Figueiredo, que foi escolhido pela presidente Dilma Rousseff para assumir a presidência da empresa.

Em 2010, o Congresso Nacional aprovou a criação da estatal, mas até agora ela não tinha sido efetivamente posta para funcionar devido ao fracasso em 2011 da primeira tentativa do governo de licitar o trem de alta velocidade entre Campinas-SP-RJ.

Segundo Figueiredo, que teve sua renomeação à presidência da ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) rejeitada pelo Senado em fevereiro, a estatal já tem orçamento (R$ 8 milhões para esse ano) e precisaria de ter formalidades como registros, formação de conselho e o restante da diretoria para começar a funcionar.

"Acho que em um mês a gente resolve isso", disse Figueiredo que foi confirmado hoje pelo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, como presidente da estatal.

Na ANTT, Bernardo era o responsável pelo edital de concessão do trem-bala e principal interlocutor entre o governo e as empresas de tecnologia interessada em participar do projeto. Com sua saída, o projeto praticamente parou. Segundo ele, a agência continuará responsável por elaborar o edital da concessão do projeto, mas contará com apoio da Etav para elaborar o trabalho.


Bernardo se disse animado em continuar no projeto do trem de alta velocidade do país, mas não acredita que ele possa mais ser licitado esse ano. A previsão é que, após os processos de licitação, a obra dure mais seis anos.
01/06/2012 - Folha de S.Paulo