sábado, 11 de agosto de 2018

A primeira linha de VLT sem catenária opera em Dubai

Você sabia? A primeira linha de VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) 100% sem catenária opera em Dubai. O VLT da Alstom é o primeiro do mundo capaz de rodar a temperaturas de até 50ºC e suportar condições climáticas extremas, como umidade e atmosfera arenosa. Ele também é equipado com um sistema de fornecimento de energia no nível do solo (APS), igual do VLT do Rio de Janeiro, o que permite operar sem catenárias em toda a linha, que tem 10,6 km de comprimento e 11 estações. O VLT tem 44 metros de comprimento e pode acomodar 408 passageiros. Seu formato de diamante na frente do trem reflete a imagem da cidade. Fonte: Alstom



Veja parte do automatismo e simulação de pilotagem de trens do metrô de São Paulo

Veja parte do automatismo e simulação de pilotagem no tráfego de trens do metrô de São Paulo, na linha 4 amarela mais precisamente, os trens são totalmente automatizados sendo monitorados a distância pelos controladores de tráfegos ou condutores de trens a distância conforme enfatizado na reportagem.


Os simuladores de treinamento leva aos funcionários a mais próxima realidade do dia a dia das composições em circulação e de como atuar em caso de pane e avaria. Em caso extremo de pane ou algum tipo de avaria, um piloto de metrô ou condutor de trem, pode pilotar o trem localmente com total segurança, continuando a viagem normalmente. O Metrô Rio também conta com simulador de pilotagem como treinamento. Fonte: Metrô de São Paulo/Olhar Digital


terça-feira, 7 de agosto de 2018

Todos os trens elétricos na Holanda estão sendo alimentados por energia eólica

A empresa nacional de ferrovias da Holanda, a NS, anunciou que todos os seus trens elétricos de passageiros agora estão sendo 100% alimentados por energia eólica. A NS anunciou o seu objetivo (de ter uma frota inteiramente movida por eletricidade captada do vento) pela primeira vez em 2015, e cumpriram isso com um ano de antecedência – eles esperavam conseguir em 2018.


Desde 1 de janeiro, 100% dos nossos trens estão funcionando com energia eólica, disse Ton Boon, porta voz da empresa. “Então, de fato, atingimos nosso objetivo um ano antes do planejado.” Em 2015, a NS iniciou uma parceria com a Eneco, empresa local de eletricidade. Como mencionado, seu objetivo era fazer com que toda a frota de trens elétricos fosse movida a energia eólica em janeiro de 2018. Fonte: NS Holanda


domingo, 29 de julho de 2018

As megamáquinas com as quais a China está ligando o mundo

A China está criando uma ambiciosa rede de conexões de transporte terrestre e marítimo para interligar sua economia em expansão às economias da Europa e da África. E sem perder tempo, o país está projetando incríveis máquinas de construção sob medida para executar rapidamente esse trabalho.


Chamado Belt and Road Initiative (BRI) - o que em português poderia ser traduzido como "Iniciativa Um Cinturão, Uma Rota" - o projeto do presidente chinês Xi Jinping foi lançado em 2013 e visa a conectar dois terços da população mundial em 70 países por meio de uma rede de ligações terrestres (o "cinturão") e vias marítimas (a "rota"). O ambicioso plano 'Made in China 2025' com que Pequim quer conquistar o mundo

Autoridades falam em investimentos de longuíssimo prazo, estimados em trilhões de dólares, provenientes de bancos, dos países envolvidos e do governo chinês. O plano de infraestrutura, porém, não está livre de polêmicas. Críticos apontam que ele sobrecarrega países pobres com bilhões de dólares em dívidas com a China, e também o apontam como uma pretensão expansionista da política externa do país. Apesar disso, o projeto avança.

Sinais disso podem ser vistos em território chinês e além de suas fronteiras, onde uma frota de novas máquinas está construindo ferrovias a um ritmo impressionante.


Construindo pontes

Como construir ferrovias de alta velocidade rapidamente onde grandes trechos da rota devem ser suspensos sobre vales e desfiladeiros para evitar curvas?

Para isso, foi construída a máquina de construção de pontes SLJ900/32 - localmente apelidada de Monstro de Ferro.

A SLJ é uma máquina multifuncional capaz de transportar, elevar e posicionar seções de trilhos, conectando eixos com pesados ​​blocos de pedra.

É assim que ela funciona:

Depois de assentar cada seção, o veículo de 92 metros - com a ajuda de suas 64 rodas - volta para pegar outro bloco. Em seguida, ele rola para frente sobre a parte que acabou de assentar para inserir outra seção.

Cada roda está em um bloco totalmente giratório, o que significa que também pode se mover lateralmente.

Mesmo com carga completa, ela pode se mover a 5km/h, garantindo que todo o processo seja muito mais rápido que os métodos tradicionais, que precisavam de guindastes enormes para serem construídos.

Com 580 toneladas, a máquina é muito mais pesada que qualquer composição ferroviária que atravessará os trilhos no futuro, garantindo que as pontes tenham resistência suficiente para aguentar o tráfego.

A SLJ já contribuiu para vários projetos ferroviários de alta velocidade, incluindo uma nova ligação entre a Mongólia Interior e o restante do país, impulsionando a China em direção à meta de 30.000 km de ferrovias de alta velocidade até 2020.

Escavando túneis

Mais ao sul, o projeto da Rodovia Su'ai em Shantou, não muito distante de Hong Kong, tem a ambiciosa missão de perfurar 5 km de uma rodovia subterrânea de seis pistas através de uma zona de terremotos.

Quando o túnel for inaugurado, em 2019, as autoridades esperam que ele modernize as conexões de transporte de Shantou a tempo de se tornar um dos chamados "15 portos-chave" ao longo da Rota da Seda marítima - cujo nome é inspirado na antiga rota comercial que ligou o Oriente e o Ocidente há dois mil anos.

Essa rota tem como objetivo melhorar conexões comerciais entre Ásia e Europa e Ásia e o leste da África, promovendo desenvolvimento, com a construção ou expansão de redes de ferrovia de alta velocidade, gasodutos, oleodutos, portos e centros logísticos.

Anteriormente, o maquinário necessário para o projeto da rodovia teria sido feito no exterior, mas a China começou recentemente a fabricar suas próprias máquinas de perfuração de túneis. São as chamadas TBM, ou Tunnel Boring Machine, em inglês.

O resultado dessa investida chinesa é uma TBM de 15,3 metros construída pela China Railway Engineering Equipment Group Company - que se apresenta como a maior empresa especializada no ramo de obras subterrâneas - com a ajuda de engenheiros alemães independentes e apresentada em outubro de 2017.


Como suas equivalentes alemãs, a máquina tem um gigantesco disco giratório na frente, capaz de cortar a terra e rochas.

Pesando 4 mil toneladas, ela possui 100 metros de infraestrutura traseira que permite aos trabalhadores instalarem as paredes do túnel conforme a broca vai se movendo gradualmente, impulsionada por cilindros hidráulicos.

Tal como acontece com outras máquinas do tipo, os fragmentos da perfuração são misturados com uma solução de Bentonite (uma mistura de argilas) dentro de uma câmara, antes de serem bombeados para fora em canos.

Não é a maior TBM do mundo - esse título vai para a Bertha, uma TBM de 17,4 metros construída para uso na Alaskan Way Viaduct, uma rodovia elevada em Seattle, nos Estados Unidos.

No entanto, máquinas como esta evidenciam a intenção da China de se tornar protagonista na construção de túneis:

Implantando trilhos

Enquanto as bases do projeto "Um Cinturão, Uma Rota" são estabelecidas na China, grandes projetos de infraestrutura financiados pelo país já estão em andamento a milhares de quilômetros de distância.

A ferrovia Mombaça-Nairóbi, no Quênia, recebeu atenção internacional quando foi concluída em maio de 2017, entre outras coisas, porque estava 18 meses adiantada.

A ferrovia de 480 km é a primeira linha nova para o Quênia desde a sua independência, concretizada em 1963.

Com 90% de seu financiamento procedente do banco chinês Exim, é a primeira ferrovia fora da China construída de acordo com os padrões de construção e maquinário chineses.

Para entender como a ferrovia foi construída a um ritmo de 700 metros por dia, basta olhar a máquina que colocou os trilhos.

A máquina transporta trechos pré-fabricados de trilhos ao longo de uma linha férrea, implanta um deles e rola ao longo da pista recém-colocada para implantar o próximo.

Quando os pedaços de trilho estão no lugar, os trilhos curtos anexados a cada eixo são substituídos por trilhos mais longos, que possibilitarão aos trens que circulam por essa rota uma condução mais suave.

Leva apenas quatro minutos para instalar cada eixo de trilho.

Apesar de toda a sua magia técnica, essas máquinas ainda exigem uma enorme quantidade de mão de obra.

Trabalhadores locais - supervisionados por engenheiros chineses - trabalham para criar eixos de trilhos em fábricas temporárias ao longo da rota da ferrovia.

Eles devem, então, cuidadosamente garantir que o eixo esteja preso no lugar certo, com uma margem de erro menor que 2 centímetros.

Existem preocupações quanto à segurança desses trabalhadores. No ano passado, um engenheiro chinês que trabalhava na linha Mombaça-Nairóbi disse à agência de notícias estatal Xinhua que "acidentes no local são comuns".

"Quando eles acontecem, são quase sempre graves e frequentemente fatais."

Enquanto isso, o trabalho já começou a estender a linha mais a oeste, em Kisumu, graças a outro empréstimo de US$ 1,5 bilhão do Banco Exim. A expectativa é que essa linha conecte Uganda, Ruanda, Sudão do Sul e Etiópia.

Se tudo correr conforme o planejado - dada a velocidade de construção possibilitada por essas mega-máquinas - não demorará muito para o Quênia se encontrar no centro de uma rede ferroviária da África Oriental financiada pela China. Fomte: BBC

*Reportagem adicional de Yuwen Wu. Design de Prina Shah. Desenvolvimento de Joe Reed e Josh Rayman.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Cérebro sobre trilhos: como o software está deixando os trens mais inteligentes?

Voamos em aviões conectados e criamos carros autônomos, mas e quanto aos trens inteligentes? Se você prestar bastante atenção, ouvirá o apito ao longe, vindo da curva digital.

A GE lançou uma plataforma de “supercérebro” que transforma locomotivas em centrais móveis de dados — ajudando a tornar os trens mais inteligentes e rápidos. “Daqui a uma década, as ferramentas digitais levarão a produtividade e a eficiência das ferrovias a níveis sem precedentes”, afirma Seth Bodnar, diretor digital da GE Transportation. “A rede inteira se acenderá como um cérebro”.


Já não era sem tempo. O cérebro ferroviário de Bodnar ajudará linhas férreas a elevar a potência de locomotivas, aperfeiçoar as operações e queimar menos combustível. “Trata-se realmente de possibilitar trens autoconscientes em um ecossistema inteligente”, afirma ele.

Em uma era de consumo e mudanças climáticas, isso é importante. Para começar, o transporte ferroviário de carga oferece grandes benefícios ambientais. Em média, os trens são quatro vezes mais eficientes em termos de combustível do que os caminhões, segundo a Associação de Ferrovias Americanas, e direcionar mais fretes às ferrovias pode reduzir o trânsito e a poluição nas rodovias. Pense que uma única locomotiva de 12 cilindros da GE Evolution Series consegue carregar o equivalente a 170 jatos Boeing 747.

O cérebro se conecta ao GoLINC — uma plataforma de software e computação a bordo que transforma a locomotiva em uma verdadeira central móvel de dados. O sistema já está em mais de 6 mil trens.

O GoLINC permite que as operadoras ferroviárias reúnam informações de sensores e câmeras para entender melhor o fluxo do tráfego ferroviário e as condições dos trilhos. Ele usa os dados para tomar decisões inteligentes, mesmo em viagens pelas Montanhas Rochosas ou pelo Deserto do Mojave.

Mas o sistema é só uma parte da visão da GE para o futuro digital do setor. A companhia quer conectar todas as suas 21 mil locomotivas, que transportam carga e passageiros em 50 países, à Predix, sua plataforma de software baseada na nuvem para a Internet Industrial.

Hoje, o setor ferroviário norte-americano lida com 500 mil atrasos por ano, e um em cada quatro trens sofre algum tipo de paralisação não planejada. Ao tornar os trens mais inteligentes e conectá-los à Internet Industrial, as transportadoras podem reduzir esse downtime. O GoLINC — trabalhando com outros aplicativos ferroviários na Predix, como o Trip Optimizer e o Yard Planner — pode antecipar questões de manutenção para que as operadoras consigam resolvê-las antes de virarem problemas. Elas podem ver onde as linhas estão funcionando com eficiência e quais rotas precisam ser retrabalhadas.

Mesmo uma pequena melhoria na eficiência pode fazer uma grande diferença. Uma redução de 1% no tempo de espera durante as paradas pode economizar US$ 2,2 bilhões, segundo a GE. Um aumento de 1,6 km/h na velocidade pode economizar US$ 2,5 bilhões.

E, ao mesmo tempo em que novas locomotivas, como a T4 da GE, saem das linhas de produção equipadas com sensores e a última tecnologia de análise de dados, a GE também está atualizando máquinas mais antigas pela metade do preço de um trem novo. Fonte: GE


domingo, 22 de julho de 2018

VLI - Equipamentos de manutenção ferroviária

A VLI, empresa especializada em operações logísticas que integram ferrovias, portos e terminais, colocou em operação na Ferrovia Norte Sul (FNS) dois novos equipamentos: um caminhão ultrassom e um guindaste ferroviário, que prometem trazer ganhos em segurança e produtividade aos trabalhos de manutenção ferroviária. As aquisições fazem parte do Programa de Mecanização de Via Permanente, que busca ampliar o uso de máquinas em serviços realizados na malha ferroviária administrada pela companhia.

Foto: MRS

O caminhão ultrassom, montado no Brasil com peças fabricadas na República Tcheca, permite identificar com maior precisão a vida útil dos trilhos, e tem o objetivo de evitar ocorrências ferroviárias. Desde que entrou em operação, o ultrassom já percorreu mais de 100 km da FNS.
Já o guindaste ferroviário traz mais agilidade no atendimento a demandas que envolvam o içamento de vagões, locomotivas ou materiais pesados. O equipamento de fabricação alemã tem capacidade para 225 toneladas e é o maior da categoria no Brasil.

Sobre a VLI

A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no País, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). A VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Fonte: Burson-Marsteller - Corporate Communications


Aeroexpress Dois Andares - Rússia

Aeroexpress de dois andares, os novos trens, projetados especialmente para a Rússia, foram batizados de Aeroexpress Eurásia. O primeiro trem de dois andares circulam entre a estação Paveletsky e o aeroporto de Domodedovo. Em um futuro próximo, esses trens transportarão passageiros para todos os aeroportos da capital russa - Sheremetyevo, Vnukovo e Domodedovo, bem como entre os aeroportos. Com maior capacidade para passageiros e mais conforto os novos trens foram recebidos com muito entusiasmo pelos usuários do sistema. Fonte: Sputnik Brasil


sexta-feira, 13 de julho de 2018

Trem da Alstom movido a hidrogênio estreia na Alemanha

O trem de passageiros movido a hidrogênio da Alstom recebeu licenciamento na Alemanha nesta semana, dando início a uma iniciativa da maior economia da Europa para eliminar gradualmente o diesel, um combustível altamente poluente, do transporte regional.


O estado alemão da Baixa Saxônia encomendou 14 modelos Coradia iLint da Alstom, segundo o website da empresa com sede em Saint-Ouen, na França. Os trens podem transportar 300 passageiros, chegam a velocidades de até 140 quilômetros por hora e percorrem cerca de 800 quilômetros com o tanque cheio de hidrogênio.

A Alstom tem encomendas provisórias para mais 39 trens de outros três estados alemães, e Reino Unido, Dinamarca e Holanda também mostram interesse pelos trens. A Alemanha está comprando as unidades para substituir o diesel nos serviços regionais, segmento em que a eletrificação é cara demais ou impraticável, informou o governo nesta semana.

Os trens são “mais caros de comprar do que os modelos a diesel, mas são competitivos no tocante aos custos do ciclo de vida como um todo”, disse a porta-voz Isabelle Tourancheau-Grigoriev, por telefone, da França, na sexta-feira. “E são muito melhores para o meio ambiente.”

O Coradia iLint utiliza células de combustível que combinam hidrogênio e oxigênio para produzir eletricidade, que é armazenada em baterias de íons de lítio no chassi do trem. Os trens emitem água e vapor como produtos da exaustão.

Cerca de 60 por cento do sistema ferroviário nacional da Alemanha é eletrificado, segundo a empresa pública nacional de transporte ferroviário Deutsche Bahn. A nova coalizão da chanceler Angela Merkel planeja aumentar essa fatia para 70 por cento até 2025. Fonte: Alstom


quinta-feira, 12 de julho de 2018

Locomotiva com propulsão Elétrica e Diesel ALP-45DP Bombardier

A locomotiva de passageiros elétrica / diesel ALP-45DP em massa dupla da empresa canadense Bombardier para o NJ Transit e as agências de transporte AMT da cidade de Montreal, estavam em exibição. A locomotiva é um derivado da locomotiva elétrica ALP 46, mas equipado com dois motores diesel Caterpillar V-12 que fornecem o poder de propulsão para os motores de tração quando a locomotiva opera além de trilhos eletrificados.


Com 132 toneladas métricas de peso (145 toneladas) em apenas quatro eixos, a locomotiva monstro apresentou algumas dificuldades logísticas com sua viagem de Kassel, onde foi montada, para Berlim, uma vez que relativamente poucas linhas ferroviárias na Alemanha e no resto da Europa são Avaliado para 30 toneladas métricas por eixo, muito menos 35 toneladas, que é quase o que esta besta pesa. Mais típico em toda a Europa é de 25 toneladas por capacidade de eixo. Acredita-se que o ALP-45D seja a primeira vez que a série produziu uma locomotiva de modo duplo que pode operar a partir de eletrificação ferroviária de alta tensão AC. Fonte: Bombardier  Veja mais postagens no início do site.




domingo, 1 de julho de 2018

NS e ÖBB planejam reintroduzir trens noturnos para Amsterdã

Austrian Federal Railways (ÖBB) e a Netherlands Railways (NS) estão desenvolvendo planos para a reintrodução de trens noturnos para Amsterdã. A ÖBB assumiu a maior parte dos serviços overnight da DB quando a operadora alemã saiu do mercado em dezembro de 2016 e agora opera sob a marca Nightjet. O serviço de Amesterdã já tinha sido retirado antes desta data devido às alterações no cruzamento fronteiriço de Emmerich-Zevenaar, que tornaram obrigatória a utilização de locomotivas multissistemas equipadas com ETCS. 


O custo de locação de tração apropriada foi considerado proibitivo e os serviços para Amsterdã cessaram. Isso significa que a estação mais próxima de Amsterdã com um serviço noturno é atualmente Duisburg, na Alemanha.

A reintrodução de um serviço noturno internacional de ida e volta de Amsterdã levará algum tempo, sendo improvável que os trens voltem antes do início de 2020. A ÖBB será a operadora e proprietária do material circulante, enquanto a NS será a empresa ferroviária para transporte na rede holandesa. Fonte: Rail Journal


quarta-feira, 27 de junho de 2018

Alstom apresentou a primeira locomotiva elétrica de carga Prima T8 AZ8A

A Alstom apresentou a primeira locomotiva elétrica de carga Prima T8 AZ8A para a Azerbaijan Railways (ADY) em 27 de junho, durante um evento em Astana, no Cazaquistão.

A joint venture da Alstom / Transmashholding (TMH), a EKZ, está fabricando 40 unidades como parte de um contrato de 2014 para um total de 50 locomotivas, incluindo 10 unidades de passageiros Prima M4 AZ4A.


"Hoje temos muito orgulho de apresentar o resultado de uma forte colaboração entre a Alstom e a ADY: a primeira locomotiva de carga produzida para o Azerbaijão em nossa fábrica no Cazaquistão", diz Bernard Peille, diretor da Alstom para o cluster da Ásia Ocidental e Central. "Estamos satisfeitos que esta locomotiva fará parte do desenvolvimento do elo de trânsito entre o Mar Cáspio e o Mar Negro, Rússia e Irã - um cruzamento onde o Azerbaijão, com seus 3.000 quilômetros de linha, desempenha um papel fundamental".

O 2x Bo-Bo AZ8A é baseado nas locomotivas KZ8A atualmente em serviço no Cazaquistão e nos requisitos técnicos específicos da ADY, e está em conformidade com os padrões e especificações GOST do Conselho Euro-Asiático de Padronização, Metrologia e Certificação (EASC).

A locomotiva de carga de duas seções de 3kV cc é capaz de transportar até 9000 toneladas e rodar a 120 km / h, com potência contínua instalada de 8,8 MW. O AZ8A é projetado para operar em temperaturas que variam de -25 ° C a 50 ° C. Fonte: Alstom



domingo, 24 de junho de 2018

Via Rail lançou formalmente o processo de aquisição de uma nova frota de trens

CANADÁ: A operadora nacional de passageiros VIA Rail lançou formalmente o processo de aquisição de uma nova frota de trens para o corredor Cidade de Quebec - Windsor, quando emitiu um pedido de qualificação.

Após a alocação do financiamento pelo governo no orçamento federal de 2018 anunciado em março, a VIA Rail está procurando adquirir 32 trens push-pull. Estes ofereceriam um total de 9 100 assentos, com melhor acessibilidade em comparação com a frota atual, compatível com Tier 4 e motores a diesel mais econômicos e a opção de operar em linhas eletrificadas no futuro.


O prazo para respostas ao RFQ é 6 de junho. A VIA Rail espera emitir uma solicitação de propostas para os proponentes pré-selecionados em junho, com propostas a serem apresentadas até setembro ou outubro. A adjudicação do contrato está prevista para dezembro. A VIA Rail disse que as propostas seriam avaliadas com base na 'capacidade financeira, experiência do fornecedor, solução proposta e capacidade de entrega'. 

"Com uma nova frota, a VIA Rail poderá oferecer uma experiência de viagem moderna aos seus clientes, com um impacto ambiental bastante reduzido", disse o presidente e CEO da VIA Rail, Yves Desjardins-Siciliano, quando o RFQ foi emitido.

Ele disse que a nova frota permitiria aos passageiros viajar mais rapidamente e com mais segurança em veículos que seriam "melhor adaptados" à vida moderna, com ônibus e compartimentos melhorados para bagagem grande, incluindo esquis, wi-fi e "friendly and pet-friendly". e bicicletas.

A frota 'também permitirá que a VIA Rail permaneça como o meio de transporte mais acessível no Canadá para pessoas com deficiências, em reuniões ou em determinadas áreas, que excedam os padrões de acessibilidade universal', disse ele. "Este importante marco do nosso plano de transformação convencerá mais canadenses de que a VIA Rail é realmente a maneira mais inteligente de viajar no corredor da cidade de Quebec - Windsor." Fonte: Railway Gazette


sexta-feira, 22 de junho de 2018

A Renfe testou trem alimentado por gás natural liquefeito - Espanha

A Renfe testou o que descreveu como o primeiro trem de passageiros do mundo a ser alimentado por gás natural liquefeito (GNL).

O projeto foi lançado para avaliar a viabilidade econômica e ambiental da fonte de combustível como alternativa ao diesel. O GNL é parte de uma estratégia de combustíveis alternativos que inclui a eletrificação da ferrovia.

Como parte de testes, um dos dois motores diesel em um trem Renfe 2600 foi substituído por um que utiliza gás natural para sua propulsão, de modo que uma comparação poderia ser feita, os elementos auxiliares necessários também foram instalados. Fonte: Renfe

domingo, 17 de junho de 2018

Estação Incheon - Aeroporto Internacional

Existem várias maneiras de viajar do Aeroporto Internacional de Incheon para o centro de Seul. As formas mais populares incluem tomar o Airport Railroad Express (AREX), Metrô Metropolitano de Seul, ônibus de limusine do aeroporto e táxis. Entre estes, a ferrovia do aeroporto tem o benefício de evitar o tráfego nas estradas, permitindo que os turistas cheguem ao seu destino em um momento específico.


O Incheon Airport Trem Maglev, é um trem do tipo Maglev na Coreia do Sul, ele foi inaugurado em 3 de fevereiro de 2016. É a segunda linha Maglev do mundo comercialmente operarando. Os trens com design futurista graças ao peso bem mais leve e com custos de construção cortados a metade é rápido para fazer as conexões. Ele liga o Aeroporto Internacional de Incheon à Estação de Yongyu e Complexo de Lazer ao atravessar a ilha de Yeongjong. A linha não é considerada parte do metrô metropolitano de Seoul, é possível realizar a transferência para o AREX do Metro Metropolitano de Seul na Estação do Aeroporto Internacional de Incheon. Fonte: Seul News


quarta-feira, 13 de junho de 2018

O maior sistema de metrô da Índia vai passar a ser totalmente alimentado a energia solar

O maior sistema de metrô da Índia vai passar a ser totalmente alimentado a energia solar, com o objetivo de reduzir a sua enorme pegada de carbono. O chefe da Delhi Metro Rail Corporation (DMRC), Mangu Singh, disse que o sistema de metroviário vai passar a depender totalmente da energia solar para operar os trens, infraestruturas e iluminação.


Ainda assim, a DMRC vai manter outros sistemas de energia de reserva para o caso de surgir algum problema. Além disso, não foi relatada qualquer possibilidade de utilização de sistemas de armazenamento de energia (baterias).

Atualmente, a DMRC tem um pico de procura de 150 megawatts, que deverá aumentar para 250 megawatts devido à expansão da rede. A empresa assinou um acordo com o parque de energia solar Rewa, proposto para instalação no estado de Madhya Pradesh, com o intuito de adquirir 250 megawatts de eletricidade.

O novo parque de energia solar deverá ter uma capacidade total instalada de 750 megawatts e poderá começar a produzir eletricidade. Fonte: Techitt


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Conheça o primeiro trem do mundo 100% movido a energia solar

O primeiro trem do mundo movido 100% a energia solar já existe e está circulando em fase de testes pelos trilhos de Byron Bay, na Austrália. A companhia ferroviária da cidade remodelou um trecho de três quilômetros e restaurou uma antiga locomotiva dos anos 70, equipando-a com painéis solares flexíveis de 6,5 kilowatts (kW).


O passeio foi inaugurado em dezembro de 2017, com serviço parcial. O funcionamento total começou em janeiro de 2018 e já é um sucesso. Já nos primeiros 19 dias, a novidade já tinha transportado 10 mil pessoas.


O trem comporta 100 passageiros sentados, com espaço para outros tantos em pé, além de bagagem, motos e pranchas de surfe. A tarifa para uma viagem de ida é de US $ 3 para pessoas maiores de 14 anos, US $ 2 crianças de 6 a 13 anos e gratuita para crianças até cinco anos. Fonte: Australian Trains




quinta-feira, 31 de maio de 2018

Lyon Saint Exupery - TGV França

Projetada pelo Arquiteto espanhol Santiago Calatrava, a estação de Lyon na França, com 5.600 metros quadrados se assemelha a um pássaro no momento da fuga e é vista como uma porta de entrada simbólica para a região de Lyon.


A armação em aço atinge quase 40 metros de altura e sua estrutura de concreto refere-se à metáfora de um enorme pássaro com asas espalhadas. Chegando de carro você entra no salão principal através de um "Portal", formado por um pilar de concreto em forma de V que se juntam as extremidades de quatro arcos em aço.

O par do centro de arcos segue a linha do telhado para formar uma espinha, as vigas curvas exteriores abrangem mais de duas asas simétricas envidraçadas. No triangular salão principal da coluna central é formada por três arcos apoiados em conjunto por vigas diagonais. Duas grandes varandas suspensas penetram no espaço. Fonte: Alstom


Veículos para manutenção de trilhos em clima severo

A boa manutenção dos trilhos é fundamental para o bom funcionamento de uma linha férrea. De fato, quando um trilho está obstruído os trens correm perigo, por isso, os materiais depositados devem ser removidos: os veículos ferroviários Tesmec foram projetados para enfrentar estes problemas.

A Tesmec projeta e produz veículos especiais ferroviários para fazer a manutenção dos trilhos de linhas férreas, bondes e metrôs, assim como veículos para a limpeza e remoção de obstruções e materiais - tais como neve, gelo e folhas - depositados no percurso dos trilhos.


Os veículos ferroviários de manutenção de trilhos da Tesmec são capazes de trabalhar também em baixas temperaturas e podem ser equipados com diversos itens opcionais para diferentes usos. Fonte: Tesmec


quarta-feira, 23 de maio de 2018

Metrô de Pequim trocará catracas por reconhecimento facial

As autoridades de transporte em Beijing estão trabalhando para facilitar os pagamentos no sistema de metrô da cidade, incluindo a tecnologia de reconhecimento facial, segundo informa o jornal Beijing Youth Daily. A tecnologia de reconhecimento facial, que reforçará as verificações de segurança, será provavelmente testada este ano, segundo a reportagem.


O sistema de pagamentos via código QR está já sendo aplicado em toda a rede de metrô em Beijing, permitindo aos passageiros acederem ao transporte via aplicativo de celular.

A utilização de um código QR é especialmente conveniente nas estações adjacentes à Estação Ferroviária de Beijing, onde os passageiros têm, por vezes, de esperar na fila por 30 minutos até conseguirem comprar um bilhete nas máquinas de venda automática. Fonte: CN China

Usuários “escaneiam” codigo QR para pagar passagem de metrô


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Governo deve comprometer-se a investir em ligações ferroviárias de mercadorias para portos

As melhores conexões entre os portos ingleses podem impulsionar a economia do país, mostrou um novo estudo. O estudo da conectividade portuária da Inglaterra constatou que as ligações ferroviárias melhoradas poderiam proporcionar viagens de carga mais eficazes entre as principais áreas econômicas e portos, o que, por sua vez, aumentaria a produtividade, proporcionaria custos mais baixos e daria acesso aos mercados internacionais.

Os portos da Grã-Bretanha contribuem com £ 5,4 bilhões para a economia e o investimento governamental extensivo já está melhorando o acesso aos portos, com £ 235 milhões investidos entre 2014 e 2019 para melhorar as ligações ferroviárias. Fonte: Rail Technology Magazine




As estações ferroviárias mais remotas do mundo

A Estação Ferroviária Cook, no sul da Austrália, está localizada ao longo da via ferroviária reta mais longa do mundo, em algum lugar no meio do nada! Abrange quase toda a largura do país, a ferrovia trans-australiana de Port Augusta para Kalgoorlie atravessa a vasta planície de Nullarbor, árido e quase sem árvores (daí o seu nome, do latino, nullus arbor), isso pode parecer um ponto estranho para uma estação ferroviária, mas Cook foi uma vez um importante ponto de parada na longa jornada.


Agora, mais ou menos abandonado, e alegadamente com uma população residente de apenas quatro pessoas, a estação de trem nesta cidade fantasma é usada para reabastecer trens e como uma parada de descanso para seus maquinistas. 

1. Cook Railway Station, Austrália





2. Corrour Station, Scotland



Rannoch Moor da Corrour Station de Thomas Bryans, CC BY-NC-ND 2.0 | Fort William trem sai de Corrour Station por Russel Wills, CC BY-SA 2.0 | Corrour Estate, © Corrour Station House | Rannoch Moor de Richard Szwejkowski, CC BY-SA 2.0

A 408 metros acima do nível do mar, Corrour Station no West Highlands é a estação de trem mais alta e remota do Reino Unido e se parece familiar, pode ser por isso que ! 

Localizado na famosa West Highland Line, no final de Rannoch Moor, o Corrour Estate muitos caminhantes para este local remoto para explorar a região selvagem. Lucky que, uma vez que não há acesso por estrada! 

A Casa da Estação Corrour é anexada à estação ferroviária para ajudar os viajantes cansados ​​a reabastecer depois de uma longa caminhada nos pátios. Mas não se preocupe se você tem um número demais, há camas próximas no B & B na antiga caixa de sinal. 

3. Estação ferroviária de Jungfraujoch, Suíça



Jungfraubahn de Guido Radig, CC BY 3.0, através do Wikipédia Commons | Jungfraubahn de Mike Lehmann, CC-BY-SA-3.0

Subterrâneo escondido, dentro de uma montanha, Jungfraujoch é o covil do vilão de Bond das estações ferroviárias! É o fim da linha para a Estrada de Ferro de Jungfraujoch, uma façanha pioneira de engenharia que viu equipes de homens atravessar os Alpes Berneses.

Caso contrário, conhecido como "Top of  Europe", Jungfraujoch é a estação mais alta da Europa a 3.454 metros acima do nível do mar. Depois de descer do trem, os passageiros podem subir ao pico para vistas incríveis do Glaciar Aletsch e as montanhas além.

4. Estação Cascada de Macarena, Argentina



Fim da Estação Mundial por Leandro Neumann Ciuffo | Licença CC BY 2.0

Cascada de la Macarena, perto de Ushuia, Argentina, é a estação ferroviária mais ao sul do mundo. Também conhecida como Estación do Fin do Mundo, atrai turistas que desejam explorar o Parque Nacional Tierra del Fuego. 

Ushuaia, na ponta sul da Argentina, se vende como "O fim do mundo". Mas era uma vez que esta ferrovia de bitola estreita era usada para transportar madeira (e prisioneiros!) Para e de uma colônia penal remota nos arredores de Ushuaia. 

5. The Hurricane Turn, EUA



Alaska Railroad by Brandon Wood, CC BY-SA 2.0, através do Wikimedia Commons | Hurricane Turn Train by Kolmkolm, licença CC BY-SA 4.0

O furacão Turn não possui uma estação de comboio tecnicamente, mas a linha em si é certamente uma das mais remotas. Este é o último verdadeiro trem de 'flag stop' nos EUA que permite que os passageiros possam entrar e descer como quiser, marcando o trem de um poste de milha ao lado da pista. 

O trem serve como uma linha de vida para os alaskanos que vivem fora da grade e longe do sistema rodoviário na região selvagem entre Talkeetna e Hurricane - o último sendo a estação mais a norte da América do Norte. Operado pela Railroad do Alasca , não há um cronograma definido, pois depende de quantos passageiros querem entrar e sair ao longo do caminho. Não se esqueça de arrumar seu lenço para que você possa sinalizá-lo!
 
6. Estação de trem de Tanggula, Tibete


Estação ferroviária Tanggula de CW Kong | Licença CC BY-SA 3.0

A Estação Ferroviária da Montanha Tanggula é a mais alta do mundo, sentada 5,068 m acima do nível do mar! Aparentemente, sua localização foi especialmente escolhida para a visão da plataforma e sem dúvida pela altitude recorde.

A estação pode ser encontrada ao longo da Estrada de ferro Qinghai-Tibet, a primeira rota que liga o Tibete e a China e a ferrovia mais alta do mundo. Como defesa contra os efeitos do ar em altitude, as carruagens no trem estão equipadas com máscaras de oxigênio para passageiros e janelas especialmente projetadas para filtrar os fortes raios UV do sol.

7. Estação de Metro Caojiawan, Chongqing, China



Imagens via NetEase , todos os direitos reservados. 

Localizado nos arredores de Chongqing, a Estação de Metro Caojiawan na Linha 6 é tão remota quanto você pode chegar na China moderna. Parte de uma extensão para o metrô da cidade, a estação, agora coberta de grama e ervas daninhas, parece ter sido construída no meio do nada . 

Surpreendentemente, esta ferrovia aparentemente abandonada está aberta ao público, e dentro dela é o mesmo que qualquer outra estação de metrô - apenas sem passageiros! Aparentemente, o planejamento urbano e o transporte são gerenciados por diferentes departamentos governamentais em Chongqing, e o ritmo de construção do Metro superou a equipe de planejamento urbano. Mas um dia parece que a cidade se estenderá até a estação de Caojiawan.

8. Berney Arms, Inglaterra



Berney Arms Windmill by ian.dinmore, CC BY-NC 2.0 | Berney Arms Station por Stephen McKay, CC BY-SA 2.0 | Para os trens por ian.dinmore, CC BY-NC 2.0

Acessível apenas de comboio, a pé, ou de barco a partir do próximo rio Yare, a estação ferroviária de Berney Arms, em Norfolk, é tão pequena quanto remota. Há uma plataforma rudimentar, com uma cabana de madeira básica, mas é tão curto que até o trem de dois ônibus que pára (um par de vezes por dia, apenas por solicitação) no caminho para Great Yarmouth é mais longo do que a plataforma.

Há pouco mais do que um pantanal e um moinho da herança em Berney Arms, por isso é uma maravilha que os trens ainda liguem aqui. Isso é graças a uma Thomas Trench Berney, que possuía a terra na década de 1840, e permitiu o desenvolvimento da ferrovia com a condição de que uma estação fosse colocada lá "em perpetuidade". Bom, já que há uma boa caminhada ao sul ao longo do rio até o pub em Reedham.

9. Estação Okuoikojo, Japão



Oku-oi Rainbow Bridge na estrada de ferro de Oigawa por Makke, CC-BY-SA-3.0 | Oku-Oi Rainbow Bridge by NY066, CC BY-SA 3.0 , ambos via Wikimedia Commons

A Estação de Okuoikojo está localizada em uma península que se expande sobre um lago criado pela barragem de Nagashima, no Rio Ōi, em Shizuoka, Japão. A ferrovia foi inicialmente construída para transportar materiais para a construção da barragem, mas devido à sua localização espetacular, aninhada entre montanhas no parque nacional de Okuoi, uma estação foi adicionada à linha.

Okuoikojo tornou-se popular entre os turistas que desciam do comboio para tomar alguns selfies e tocar o "sino feliz" antes de caminhar nas montanhas ou continuar sua jornada norte para a estação de Kanaya, onde a locomotiva a vapor Oigawa parte para um passeio panorâmico pela montanha aldeias e campos de chá.

10. Estação de Karskaya, Rússia


Linha Obskaya-Karskaya © Yamal Expedition . Todos os direitos reservados.

Como se precisássemos de mais uma prova de que a exploração de petróleo e gás não conhece limites, esta estação construída pela Gazprom é o norte mais distante do mundo que você pode chegar de trilho! 

A estação de Karskaya no Círculo Ártico é o fim da linha ferroviária Obskaya-Karskaya que liga o continente russo com o Bovanenkovo, o maior campo de gás da Península de Yamal, na Sibéria. Construído para transportar bens e pessoas de e para o campo de gás, a linha foi estendida a Karskaya em 2011. Este ano, está ainda prorrogado para o porto ártico de Sabetta. 

11. Choûm, Mauritiana



Sala de espera Choûm © 2014 Michal Huniewicz . Todos os direitos reservados | Choûm © 2014 Michal Huniewicz . Todos os direitos reservados

Você seria perdoado por perder a estação ferroviária em Choûm . No fundo do deserto do Sara Ocidental, não tem plataformas e sua sala de espera é um dos poucos edifícios da cidade. 

A estação encontra-se a pouca distância ao longo da rota de 700 km da Mauritiana Railway, que transporta locomotivas extraordinariamente longas - alguns alongamentos de 2,5 km - cada um transportando vagão de vagão de minério de ferro, desde a planta em Zouérat até o porto de Nouadhibou. O trem viaja até 3 vezes por dia, um dos quais inclui uma carruagem de passageiros.

12. Estação Ferroviária Internacional Canfranc, Espanha



La façanha da estação internacional de Canfranc de Marc Celeiro i Escribà, CC BY-SA 4.0 | Estación de Canfranc por Juanedc, CC BY 2.0 ambos via Wikimedia Commons

Os tablóides se deleitam com a "estação de trem nazista abandonada" nas montanhas dos Pirenéus, e é verdade que existe um certo mistério em torno da antiga estação ferroviária de Canfranc . Inaugurado em 1928, a estação foi um exemplo impressionante de cooperação franco-espanhola que acolheu trens transfronteiriços que surgiram do passeio de montanha Somport pelos Pirenéus. 

No entanto, o tamanho e o esplendor da estação art nouveau deriva, não dos produtos do ouro nazista contrabandeado, mas dos aspectos práticos da transferência de passageiros, bagagem e carga entre os comboios à medida que o indicador das faixas mudou na fronteira. A história da estação parou abruptamente em 1970, quando uma destruição de trem destruiu uma ponte no lado francês das montanhas. Agora está abandonada, enquanto uma estação muito menor (imediatamente em frente à antiga fachada) se conecta a Zarragoza nas proximidades. Fonte: Kate Andrews







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