sexta-feira, 31 de maio de 2019

MetrôRio ganha prêmio de melhor importador

MetrôRio ganha prêmio de melhor importador da RIOgaleão Cargo
Empresa foi reconhecida pelo desembaraço logístico de cargas no aeroporto internacional

O MetrôRio, uma empresa do grupo Invepar, conquistou nesta quinta-feira (30) o prêmio do Programa de Eficiência Logística RIOgaleão Cargo como melhor importador. A premiação é concedida pelo consórcio RIOgaleão, que administra o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

 

Ao todo, são reconhecidas seis categorias em 12 setores econômicos, reunindo as principais empresas que atuam na cadeia logística internacional de cargas, como montadoras de automóveis, operadores de infraestrutura e mobilidade urbana, importadores e exportadores.

Todas as empresas participantes tiveram a sua performance em 2018 analisada e o prêmio foi entregue aos vencedores durante uma cerimônia no Museu do Amanhã, no Rio. Jorge Maia, gerente de suprimentos da Invepar, empresa controladora do MetrôRio e responsável por todas as compras da empresa, explicou que a concessionária foi novamente reconhecida pela rapidez com que realiza o seu desembaraço logístico, fazendo com que a agilidade desde o embarque de peças e materiais garanta a qualidade da operação metroviária.


“Este prêmio coroa a nossa eficiência para o recebimento e o desembaraço de cargas no aeroporto. Isso demonstra não só a eficácia do MetrôRio, mas também a sua efetividade, graças à rapidez dos nossos processos. Isso permite que o nosso time de manutenção seja logo abastecido daquele material para a operação, tendo todos os recursos necessários à mão no momento que precisar”, disse o gerente durante a premiação, comandada pelo apresentador Alex Escobar.

Jorge Maia citou como exemplo a importação de peças para os trens do metrô: “Os novos trens foram fabricados em Changchun, na China, e há peças que são enviadas a partir dos aeroportos de Xangai e Dalian. No Rio, o nosso time trata dos trâmites para desembaraço das cargas no aeroporto, junto com um parceiro comercial, no menor tempo possível. Isso significa economia na operação, evitando pagamentos de períodos extras de armazenamento alfandegário. No fim, a chegada rápida dessas peças garante a confiabilidade da operação”.

Esta é a quarta edição do prêmio do Programa de Eficiência Logística RIOgaleão Cargo. No ano passado, MetrôRio foi considerado o terceiro melhor importador.

“Esses reconhecimentos mostram que a nossa operação está bem redonda e quem ganha com isso são os nossos clientes, que têm à disposição um serviço de qualidade”, concluiu Maia.


Categorias de setores em disputa
1. Automotivo / Transporte / Metal mecânico;
2. Diversos;
3. Equipamentos e instrumentos médicos;
4. Farmacêutico;
5. Linha azul;
6. Transporte naval;
7. Petróleo e gás (operações);
8. Petróleo e gás (serviços);
9. Químicos;
10. Tecnologia;
11. Têxtil / Moda;
12. Transporte aéreo / Transporte terrestre.


Categorias de premiação
1. Melhor importador;
2. Melhor exportador;
3. Melhor agente de cargas;
4. Melhor despachante;
5. Melhor transportador rodoviário;
6. Melhor companhia aérea.


Crédito das fotos: Divulgação/Marcelo Dias
Fotos 1, 2 e 4: A equipe de MetrôRio recebe o prêmio no palco do Museu do Amanhã.
Foto 3: O diretor de suprimentos, Fernando Cotrim, Viviane Fracacio e Jorge Maia.


quarta-feira, 29 de maio de 2019

Trens mais inteligentes GE Transportation

Voamos em aviões conectados e criamos carros autônomos, mas e quanto aos trens inteligentes? Se você prestar bastante atenção, ouvirá o apito ao longe, vindo da curva digital.

A GE lançou uma plataforma de “supercérebro” que transforma locomotivas em centrais móveis de dados — ajudando a tornar os trens mais inteligentes e rápidos. “Daqui a uma década, as ferramentas digitais levarão a produtividade e a eficiência das ferrovias a níveis sem precedentes”, afirma Seth Bodnar, diretor digital da GE Transportation. “A rede inteira se acenderá como um cérebro”.


Já não era sem tempo. O cérebro ferroviário de Bodnar ajudará linhas férreas a elevar a potência de locomotivas, aperfeiçoar as operações e queimar menos combustível. “Trata-se realmente de possibilitar trens autoconscientes em um ecossistema inteligente”, afirma ele.

Em uma era de consumo e mudanças climáticas, isso é importante. Para começar, o transporte ferroviário de carga oferece grandes benefícios ambientais. Em média, os trens são quatro vezes mais eficientes em termos de combustível do que os caminhões, segundo a Associação de Ferrovias Americanas, e direcionar mais fretes às ferrovias pode reduzir o trânsito e a poluição nas rodovias. Pense que uma única locomotiva de 12 cilindros da GE Evolution Series consegue carregar o equivalente a 170 jatos Boeing 747.

O cérebro se conecta ao GoLINC — uma plataforma de software e computação a bordo que transforma a locomotiva em uma verdadeira central móvel de dados. O sistema já está em mais de 6 mil trens.

O GoLINC permite que as operadoras ferroviárias reúnam informações de sensores e câmeras para entender melhor o fluxo do tráfego ferroviário e as condições dos trilhos. Ele usa os dados para tomar decisões inteligentes, mesmo em viagens pelas Montanhas Rochosas ou pelo Deserto do Mojave.

Mas o sistema é só uma parte da visão da GE para o futuro digital do setor. A companhia quer conectar todas as suas 21 mil locomotivas, que transportam carga e passageiros em 50 países, à Predix, sua plataforma de software baseada na nuvem para a Internet Industrial.

Hoje, o setor ferroviário norte-americano lida com 500 mil atrasos por ano, e um em cada quatro trens sofre algum tipo de paralisação não planejada. Ao tornar os trens mais inteligentes e conectá-los à Internet Industrial, as transportadoras podem reduzir esse downtime. O GoLINC — trabalhando com outros aplicativos ferroviários na Predix, como o Trip Optimizer e o Yard Planner — pode antecipar questões de manutenção para que as operadoras consigam resolvê-las antes de virarem problemas. Elas podem ver onde as linhas estão funcionando com eficiência e quais rotas precisam ser retrabalhadas.

Mesmo uma pequena melhoria na eficiência pode fazer uma grande diferença. Uma redução de 1% no tempo de espera durante as paradas pode economizar US$ 2,2 bilhões, segundo a GE. Um aumento de 1,6 km/h na velocidade pode economizar US$ 2,5 bilhões.

E, ao mesmo tempo em que novas locomotivas, como a T4 da GE, saem das linhas de produção equipadas com sensores e a última tecnologia de análise de dados, a GE também está atualizando máquinas mais antigas pela metade do preço de um trem novo. Fonte: GE


sexta-feira, 24 de maio de 2019

Metrô de Tóquio 290 Estações

A quantidade de passageiros que transporta o metrô de Tóquio num ano é de 3,2 bilhões de pessoas, número bastante próximo ao de Pequim. No entanto, ao revisar outros números do sistema japonês, é possível notar que possui mais estações que o chinês, 290 especificamente, mas menos linhas (13) e menos quilômetros de vias (310 km).


Como a maioria dos sistemas selecionados, o de Tóquio também não possui serviço 24 horas. No entanto, seu horário parte das 5:00 da manhã, até 1:00 da manhã do dia seguinte. Nas horas pico os trens passam por cada estação a cada 3 minutos. Nos horários com menos demanda, a cada 10 minutos.

O valor da passagem desse sistema de metrô está estruturado dependendo das distâncias que percorre. Assim, o trajeto mais curto que se pode fazer vai de 1 a 6 km, o que custa 160 ienes, ou U$ 1,33. O maior percurso, de 28 a 40 km, sai por U$ 2,50. 

No entanto, pode-se comprar um ticket diário para cada uma de suas duas redes, Metro Tokio e Toei. Também existe a opção de comprar um bilhete diário para as duas redes, que custa U$ 8,32. Fonte: Archdaily. Veja mais postagens no início do site.


domingo, 19 de maio de 2019

GE Locomotiva Evolution ES43BBi

Lançada recentemente ao mercado, a locomotiva Evolution ES43BBi, desenvolvida pela GE Transportation para atender as características únicas das ferrovias brasileiras, já tem o seu primeiro contrato de compra. O novo modelo foi fornecido à Klabin, em um contrato que prevê a venda de sete locomotivas que circularão no corredor de bitola métrica na Malha Sul, atualmente operado pela ALL (América Latina Logística).


A compra das novas máquinas foi necessária para suportar a execução do Projeto Puma, que prevê a construção de uma fábrica de celulose com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas anuais. As máquinas serão utilizadas para transportar a produção de celulose da nova fábrica para o porto de Paranaguá, o maior porto exportador de produtos agrícolas do Brasil, localizado no estado do Paraná.

Sobre a Evolution ES43BBi

A nova locomotiva da GE foi desenvolvida para atender as especificidades das ferrovias brasileiras. Até então, não existia no mercado uma locomotiva para bitola métrica com oito eixos, tecnologia de corrente alternada (AC) e dimensões adequadas para as ferrovias nacionais. O produto foi baseado nos conceitos da bem sucedida locomotiva Dash 9 de 8 eixos, mas com as mais novas tecnologias, tais como tração de corrente alternada, controle de eixo individual e motor diesel Evolution, todos resultando em uma locomotiva com mais esforço trator e melhor eficiência. Atualmente, o Brasil tem uma extensão de 23 mil quilômetros em ferrovias de bitola métrica, o que representa praticamente 80% da malha ferroviária do País.

“Por ter sido desenvolvida de acordo com as necessidades do mercado brasileiro, a Evolution ES43BBi permite o transporte de quantidades maiores de carga associado a custos menores decorrentes de sua operação“, explica Marc Flammia, Diretor de Tecnologia da GE Transportation. Duas ES43BBi podem substituir de três a cinco máquinas com seis eixos.

O novo modelo de locomotiva da GE emitirá até 80% a menos de poluentes, apresentando maior eficiência, e terá índice de nacionalização superior a 60%. Fonte: GE 


sexta-feira, 17 de maio de 2019

Realidade Virtual Sobre Trilhos

As tecnologias digitais estão revolucionando muitas indústrias. A Bombardier também está aproveitando a realidade virtual para lançar seus veículos no mercado mais rapidamente e acelerar o desenvolvimento de produtos. Não importa se é uma planta industrial, um avião ou um trem, quando todos os componentes trabalham juntos alinhados que o sistema inteiro pode funcionar corretamente. Quanto mais cedo forem detectados erros, melhor - um fato que também se aplica a protótipos. Hoje, a produção de modelos de antecipação é cara, pode ser particularmente melhorada usando testes virtuais. "Desta forma, as etapas de desenvolvimento e instalação podem ser aceleradas, otimizadas ou eliminadas completamente", explica Helmut Dietz, chefe de fabricação digital da Bombardier Transportation. Fonte: Bombardier Canadá



quarta-feira, 15 de maio de 2019

Veículos para manutenção de trilhos em clima severo

A boa manutenção dos trilhos é fundamental para o bom funcionamento de uma linha férrea. De fato, quando um trilho está obstruído os trens correm perigo, por isso, os materiais depositados devem ser removidos: os veículos ferroviários Tesmec foram projetados para enfrentar estes problemas.

A Tesmec projeta e produz veículos especiais ferroviários para fazer a manutenção dos trilhos de linhas férreas, bondes e metrôs, assim como veículos para a limpeza e remoção de obstruções e materiais - tais como neve, gelo e folhas - depositados no percurso dos trilhos.

Os veículos ferroviários de manutenção de trilhos da Tesmec são capazes de trabalhar também em baixas temperaturas e podem ser equipados com diversos itens opcionais para diferentes usos.


sábado, 11 de maio de 2019

VLT Carioca solicita autorização da Prefeitura do Rio para operar Linha 3

A Concessionária do VLT Carioca solicitou à Prefeitura do Rio autorização para colocar em operação a linha 3, último trecho previsto no sistema, que ligará a Central do Brasil diretamente ao aeroporto Santos Dumont.


O novo trecho é a última entrega prevista no projeto e marca a consolidação de uma rede de 28km de trilhos, 29 paradas e estações e 32 trens que circulam desde junho de 2016 no Centro e Região Portuária do Rio.

O percurso contará com 10 paradas, sendo três novas: Cristiano Ottoni-Pequena África (na praça de mesmo nome, também na região da Central), Camerino-Rosas Negras (na Marechal Floriano, próxima à rua de mesmo nome) e Santa Rita-Pretos Novos (também na Marechal Floriano, à altura da igreja homônima). Os nomes contam com homenagens a ícones da cultura africana, batizados em consenso com o Iphan e entidades do movimento negro e sociedade civil. Fonte: Comunicação


quinta-feira, 9 de maio de 2019

Tecnologia utilizada nas ferrovias agora nas estradas

Para auxiliar na redução de gases poluentes emitidos por caminhões movidos a diesel, a Siemens e a montadora Scania se uniram para criar um projeto sustentável, capaz de tornar os veículos mais ecológicos.


O projeto resultou em uma rodovia elétrica batizada de eHighway, construída em uma estrada comum com linhas elétricas na parte superior, e usando um caminhão híbrido que absorve a energia dessas linhas, sendo semelhante aos sistemas usados em trens e bondes.

Para fazer a adaptação da tecnologia aos caminhões, a Siemens criou um acoplador de energia que se estende automaticamente da parte superior do veículo, se conectando com linhas elétricas quando os sensores detectam a aproximação.

O projeto não só é benéfico ao meio ambiente, como também é capaz de gerar economia de tempo e dinheiro, pois os caminhões não precisarão fazer paradas para o recarregamento, e não será necessária a construção e manutenção de estações de recarga.

A eHighway foi lançada na Alemanha no último dia 7, em um trecho movimentado ao sul de Frankfurt, com 10 quilômetros de extensão. A tecnologia também está sendo testada na Suécia e em Los Angeles, Estados Unidos, mas em trechos mais curtos. Autoridades alemãs esperam que o resultado seja positivo, levando a eHighway a outras estradas importantes do país.

Mesmo com as linhas de transmissão, os caminhões conseguem manter uma velocidade constante, garantindo um tráfego estável. Caso ele se depare com um veículo mais lento na eHighway, ele poderá se desacoplar, ultrapassar e acoplar novamente. Fonte: eHighway/Siemens e Scania


terça-feira, 7 de maio de 2019

Estações do Metrô do Rio de Janeiro aceitam cartão de crédito via aproximação

Os usuários do metrô do Rio de Janeiro já podem pagar a tarifa do serviço com cartão de crédito ou celular, via aproximação. A funcionalidade é fruto de uma parceria entre MetrôRio, Banco do Brasil, Bradesco, Cielo e Visa. Todas as 41 estações do MetrôRio (linhas 1, 2 e 4) possuem validadores compatíveis com a nova modalidade de pagamento. Eles já estão devidamente sinalizados, garante a concessionária.


O usuário precisa apenas aproximar o cartão de crédito do equipamento para a tarifa ser cobrada, sem necessidade de digitar senha.

O cartão precisa ser do tipo contactless. Como alternativa, o usuário pode fazer o pagamento via serviços como Apple Pay e Samsung Pay. Relógios ou pulseiras com NFC também são compatíveis. Não há taxas ou valores adicionais nos pagamentos via aproximação: apenas a tarifa vigente é cobrada.


MetrôRio e Visa apontam duas vantagens da nova modalidade de pagamento: comodidade ao usuário, que não precisa comprar ou recarregar bilhetes nos postos — as tarifas são cobradas na fatura do cartão de crédito — e diminuição das filas nas bilheterias das estações. Outro benefício é a facilidade para turistas utilizarem o metrô. Fonte: Emerson Alecrim/Tecnoblog


domingo, 5 de maio de 2019

Transporte de carga por trilhos aumenta 33%

O transporte de carga no Brasil por trilhos e pela costa é 33% maior do que um ano atrás, quando houve a greve dos caminhoneiros. O aumento é decorrente dos altos valores do transporte rodoviário após a tabela de frete. Além disso, as outras opções ganharam força com as consequências da paralisação da categoria. 


O transporte de contêineres por trilhos teve um aumento de 15% no país. Já a movimentação pela costa, chamada cabotagem, apresentou um avanço de quase 18% em 2018. O levantamento foi feito pelo Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain). Em algumas regiões do país, o aumento foi ainda maior. No trecho Nordeste-Sudeste o avanço da cabotagem foi de 20%. Já entre a Bahia e São Paulo, o transporte pela costa cresceu 300%. Fonte: Surno