terça-feira, 12 de novembro de 2019

Trem intercidades entre São Paulo e Campinas será licitado em 2020 e será movido a biodiesel

O projeto do governo paulista de fazer um trem intermunicipal de passageiros será viabilizado com a renovação antecipada de ferrovias federais, como as da Rumo e da MRS, de acordo com o vice-governador do Estado, Rodrigo Garcia (DEM). “Há uma previsão expressa da obrigatoriedade de compartilhar trilhos com governo do Estado, isso é uma premissa”.


A linha ferroviária deverá ligar São Paulo a Campinas, e depois, chegar até a cidade de Americana.“O objetivo é licitar o trem intercidades até o fim de 2020. Poderá ser uma concessão ou até mesmo uma PPP, Parceria Público Privada, mas acredito que há viabilidade para uma concessão”, comenta Garcia.
O projeto será realizado pela concessionária do aeroporto de Guarulhos, em troca de descontos no pagamento de outorgas ao poder concedente, ainda de acordo com o vice-governador.

Já o secretário Alexandre Baldy, responsável pela secretaria dos Transportes Metropolitanos, e o presidente da CPTM, Pedro Moro, postaram no Instagram uma experiência a bordo de um trem da ex-Brightline (atual Virgin), ferrovia da Flórida que utiliza biodiesel como combustível. De acordo com eles, a tecnologia pode ser usada no Trem Intercidades (TIC), projeto iniciado no Governo Geraldo Alckmin e assumido pelo atual governador, João Doria, como uma de suas prioridades no setor ferroviário.

A adoção de locomotivas a biodiesel não só parece tornar o projeto mais barato em tempos de orçamento curto. Ela também denota um prazo mais rápido para ser executado o projeto Trem Intercidades, o que pode ser ótimo para a população. Fonte: Engenharia é/Ademilson Ramos


sábado, 9 de novembro de 2019

Acoplamento na cauda em movimento

O trem que transporta o minério de ferro de Carajás, no Pará, que tem as maiores e melhores minas a céu aberto do mundo, até o porto da Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, é maior trem de carga do mundo. Ele tem 330 vagões, puxados por quatro locomotivas, com quase 3.500 metros de extensão. Pode carregar 40 mil toneladas em cada viagem, num percurso de 892 quilômetros, demorando quatro minutos para passar por inteiro.


Dez anos depois que esse imenso trem começou a circular, a mineradora Vale está testando um novo trem, com quase o dobro do atual. São 660 vagões, 110 por cada trem, que podem transportar 68 mil toneladas por viagem. É a mesma capacidade de um navio padrão de carga de alguns anos atrás e ainda um bom tamanho, como nos que atracam no porto de Vila do Conde, em Barcarena.

Até 2008, os comboios que operavam na ferrovia de Carajás tinham, no máximo, 220 vagões. O acréscimo de 110 vagões naquele ano teve o objetivo de aumentar a exportação de minério de ferro para 130 milhões de toneladas até 2009 e para 230 milhões a partir de 2012. O início da produção da mina do S11D, no ano passado, exigiu nova expansão, tornando a ferrovia o maior escoadouro de minério do planeta, grande parte da carga com um destino longínquo: a China e o Japão.

Apesar do tamanho do trem, que equivale ao percurso do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, as seis locomotivas são comandadas por um único maquinista. As mensagens de comando da locomotiva guia para as demais vão via satélite. Dado o comprimento total de 6,6 quilômetros, parte do trem pode estar subindo e parte descendo. Um programa de computador envia o comando correto, freando ou acelerando, para cada locomotiva. O treinamento de um maquinista envolve 380 horas em simulador. Deve ser semelhante ao de um piloto de avião.

O novo trem poderá entrar em funcionamento regular nos próximos dias, assegurando o fantástico fluxo de minério de ferro de Carajás para vários lugares do mundo – a Ásia em especial. Fonte: Vale/Colaboração - Marília Oliveira




domingo, 3 de novembro de 2019

Pátio em Coina - Empresa Fertagus Portugal

A estação de Coina foi inaugurada a 6 de Outubro de 2004, pelo Secretário-geral dos Transportes, Dr. António Mexia, dando assim início à extensão da Fertagus para Setúbal. Com uma arquitetura de Motta Guedes, é uma estação onde o vidro, a arquitetura, os espaços verdes e as obras de arte de Charters de Almeida e Nadir Afonso, ganham cumplicidade, fazendo desta estação um local amplo, luminoso e harmonioso. 

Com uma estrutura contemporânea, de linhas mais simples que as anteriores, com o espaço comercial que oferece, bem como os parques de estacionamento e as ligações Sulfertagus, T.S.T e Transportes Coletivos do Barreiro, fez com que esta estação, com gestão Fertagus , superasse largamente as expectativas no que diz respeito a afluência de passageiros. 

Atualmente com o espaço comercial, “Barreiro Retail Planet”, que foi construído perto da estação, faz com que esta continue a ser uma estação procurada também por motivos de lazer. Traga a sua bicicleta e coloque-a nos suportes disponíveis no exterior da estação. Fonte: Fertagus/Foto TransTrilhos