quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Novos 16 Centros de Controle Operacional - CCO até 2021

Uma grande operação foi realizada em Paris Gare de Lyon. A nova torre de controle ferroviária foi colocada no ano passado e substituíram instalações de 1933. Até 2021, 16 torres de controle ferroviário espalhados por toda a França estará em vigor. Isso permitirá, digitalização e gestão de tráfego centralizado.


Atualmente, 7 destas torres de controle já estão operacionais para: Bordeaux, Dijon, Lyon, Rennes, Pagny-sur-Moselle, Strasbourg e Paris Gare de Lyon. Os benefícios destas novas instalações trarão
melhor gestão do tráfego, garantir transporte regular, informações em tempo real através da detecção de composições.

A detecção precoce de incidentes operacionais, através de monitoramento remoto de instalações de sinalização permitir a extensão de Paris Gare de Lyon para aumentar a sua capacidade de tráfego. Fonte SNCF

Viajar em trens noturnos economiza o hotel

Os trens noturnos oferecem uma maneira confortável de viajar à noite. De assentos reclináveis até cabines privativas com leito, há uma opção ideal para satisfazer todo tipo de desejo e orçamento. Economize seu valioso tempo ao viajar de um destino ao outro enquanto dorme, podendo economizar em diárias de hotéis. Fonte: Divulgação/Eurail


Luzes de Budapeste

EuroNight Kálmán Imre

(Áustria - Alemanha - Suíça - Hungria)
Viaje à noite de Munique ou Zurique para Budapeste, a Hungria fica a apenas 9 horas. O trem também para nas cidades austríacas de Viena e Salzburgo.
EuroNight Lisinski

EuroNight Lisinski

(Áustria - Croácia - Alemanha - Eslovênia)
Viaje à noite de Zagreb, Croácia para Munique, Alemanha ou Zurique, Suíça em menos de 9 horas. Há paradas também em Liubliana, Eslovênia e Salzburgo, Áustria.
Reichstag, em Berlim

EuroNight Metropol

(Áustria - República Tcheca - Alemanha - Eslováquia - Hungria)
Viaje durante a noite de Berlim, Alemanha, para Budapeste, Hungria, em pouco mais de 14 horas.

Trem Berlin Night Express

Berlin Night Express

(Alemanha - Suécia)
O Berlin Night Express é o único trem direto que liga a Alemanha e a Suécia. Liga Berlim, capital da Alemanha, a Malmö, no extremo sul da Suécia. Funcionando durante os meses de verão, esse trem viaja até porto de Sassnitz, no norte da Alemanha, de onde o trem inteiro é transportado de balsa pelo Mar Báltico até o porto sueco de Trelleborg. De Trelleborg, o trem chega até Malmö em menos de 10 horas.
Trem noturno Lusitânia na plataforma

Trem noturno doméstico Trenhotel

(Espanha)
O trem noturno Trenhotel é conhecido por seu luxo e conecta muitas das grandes cidades da Espanha, incluindo Barcelona, Madri e Granada.
Vista de Cracóvia

Trem noturno EN República Tcheca-Polônia

(República Tcheca - Polônia)
O EuroNight República Tcheca-Polônia conecta Praga e outras cidades tchecas com a Cracóvia e Varsóvia, na Polônia.
Santo Sava, Belgrado

Hellas Express

(Sérvia - Grécia)
Viaje de Belgrado, Sérvia, para Tessalônica, Grécia, em menos de 16 horas.




Intercités de Nuit na estação

Trem noturno Intercités de Nuit

(Espanha - Luxemburgo - França)
O Intercités de Nuit é trem noturno francês que liga Paris a Toulouse e cidades nas fronteiras italiana e espanhola.



Trem-hotel da Lusitânia na estação ferroviária

Trem noturno internacional Trenhotel

(Portugal - Espanha - França)
O trem noturno internacional Trenhotel é conhecido por seu grande luxo e conecta a Espanha com Portugal e a França.

O trem noturno ÖBB Nightjet

ÖBB Nightjet

(Áustria - Itália - Alemanha - Suíça)
Os trens ÖBB Nightjet conectam muitas cidades na Áustria, Alemanha, Itália e Suíça. Você pode viajar confortavelmente durante a noite e chegar bem descansado ao centro de uma nova cidade. Os destinos populares incluem Viena, Berlim, Munique, Florença, Milão e Roma.
Trem noturno de dois andares finlandês

Santa Claus Express

(Finlândia)
Viaje até o Círculo Polar Ártico com este trem noturno de dois andares finlandês, conhecido como Santa Claus Express. Visite Rovaniemi, a cidade natal oficial do Papai Noel, e maravilhe-se com a Aurora Boreal, brilhando sobre um país das maravilhas coberto de neve.
Trem noturno SJ

SJ

(Noruega - Suécia)
Os trens noturnos SJ proporcionam aos viajantes uma oportunidade única para experimentar tudo da Suécia, dos pastos verdejantes do sul à região do Ártico, no norte. Para viagens no inverno ou no verão, o trem noturno SJ oferece uma maneira moderna e confortável de percorrer grandes distâncias na Suécia. Você pode embarcar em Estocolmo, Malmö ou Gotemburgo e visitar regiões remotas como Narvik no Círculo Polar Ártico ou Kiruna, a cidade mais ao norte da Suécia.
Trem noturno Veolia na plataforma

Snälltåget

(Suécia)
De dezembro a abril, a companhia ferroviária privada Snälltåget opera um serviço de trem noturno na Suécia, de Malmö até Åre. Não há melhor forma de percorrer a longa Suécia do que no trem noturno, onde é possível partir diretamente do extremo sul do país (Malmö) e acordar na manhã seguinte, depois de percorrer 1200 km, na cidade de esqui de Åre.
Trem noturno Thello

Thello

(Itália - França)
Viaje durante a noite de Paris para o norte da Itália com o trem noturno Thello. Chegue bem cedo em incríveis cidades históricas, como Milão, Verona e Veneza. Ou viaje durante o dia entre Marselha e Milão com o trem diurno da Thello.

Centro de Pesquisas da GE digitalizou os seus trens

Você deve ter acompanhado a história sobre a parceria pioneira da GE com a Vale, em que os trens da mineradora seriam otimizados com uma solução digital capaz de reduzir o consumo de combustível, simplificar a operação e seguir um plano de viagem mais eficiente, certo? Hoje, então, é dia de conhecer como o Centro de Pesquisas Global da GE, no Rio de Janeiro, trabalhou na remodelagem do Trip Optimizer a fim de superar adversidades e atender às necessidades específicas da Vale. 


Desenvolvida nos Estados Unidos, a solução é um sistema inteligente que funciona como uma espécie de “piloto automático” para trens. Porém, para ser efetiva para a Vale, precisava ser repensada de acordo com os desafios da Estrada de Ferro Carajás. Foi aí que entrou a expertise dos desenvolvedores do Centro de Pesquisas: depois de estudarem o relevo, a dinâmica de circulação e a rota dos trens, propuseram várias adaptações ao Trip Optimizer dentro do programa piloto na Vale. “Conseguimos simular cenários e estudar alguns parâmetros dos algoritmos que, se ajustados, trariam benefícios em termos de consumo de combustível e eficiência energética”, conta Lucas Malta, líder do programa de tecnologias digitais para Transporte e Aviação do Centro de Pesquisas da GE. Com as mudanças, a operação atingiu aproximadamente 3,65% de economia de diesel!

Graças à possibilidade de customizar a solução, os desenvolvedores da GE puderam acrescentar aplicações à base do Trip Optimizer para uma entrega mais assertiva para a Vale. Com o mapeamento de todo o trajeto, um banco de dados foi criado e, a partir daí, graças à ajuda do Analytics e do Predix, nossos especialistas extraíram informações para aperfeiçoar toda a operação. “Tendo isso em mãos, identificamos quando a locomotiva falhava, considerando diversos parâmetros territoriais e ambientais”, diz Malta. Esse diagnóstico apontou que duas funcionalidades eram essenciais para otimizar a operação: a tecnologia Moving Fence, que permite uma distribuição inteligente de potência das locomotivas, monitorando e gerenciando a aceleração da composição para evitar quebras e paradas não planejadas, e a tecnologia Slowdown, que detecta e automatiza em quais pontos da rota é imprescindível reduzir a velocidade.

Com isso, a Vale conquista outros ganhos importantes: flexibilidade na operação e train handling. “A flexibilidade foi um grande destaque no projeto, pois o cliente desejava mais liberdade na configuração dos trens. O train handling, por sua vez, automatiza o gerenciamento das forças dentro do trem para prevenir rompimentos ao longo dos veículos, algo que acontecia com frequência”, explica Gabriel Gleizer, engenheiro de controle e automação do Centro de Pesquisas da GE. Quem diria que o transporte ferroviário poderia ser tão high-tech?


Os resultados excepcionais do projeto refletem um esforço colaborativo e integrado. Parcerias com o Centro de Pesquisas americano da GE são corriqueiras nesses casos, já que as unidades fazem parte de uma rede que abrange o mundo todo. “O desenvolvimento coletivo de ferramentas com utilidade global, criadas a partir de uma demanda local, dá um gosto a mais”, pondera Gleizer. “O espírito da GE está muito atrelado a essa migração de soluções de certos projetos para outros, favorecendo a produtividade ao mesmo tempo que gera trocas muito significativas entre as diversas verticais”, acrescenta.

Hoje, já existem outras soluções capazes de deixar a operação ferroviária ainda mais eficiente e produtiva. O LocoVision, por exemplo, pode gravar imagens em HD a partir de uma câmera posicionada na frente do trem para depois analisá-las e reunir informações para a otimização do trajeto. O GoLINC permite que as operadoras reúnam dados de sensores e câmeras para entender melhor o fluxo do tráfego ferroviário e o estado dos trilhos, possibilitando tomar decisões mais inteligentes.

As condições de automação também estão em pleno processo de evolução. “Atualmente, boa parte do trabalho do Centro de Pesquisas é reduzir a necessidade de intervenção humana na condução do trem, que com o Trip Optimizer já é de apenas 20% do tempo em média. Para o futuro, o plano é garantir uma solução totalmente autônoma, em que o trem seja apenas monitorado remotamente”, diz Lucas Malta. Se dá para imaginar, dá para fazer!

A GE está fazendo história ao antecipar o futuro do transporte ferroviário no mundo inteiro. Acompanhe o GE Reports Brasil e fique por dentro! Fonte: GE


terça-feira, 26 de novembro de 2019

Separados por mais de cem anos

Os primeiros carros russos de dois andares foram construídos em 1905 na Tver Carriage Works. Os carros de dois andares ainda estão sendo construídos nessa mesma fábrica em Tver, mas a tecnologia deu um grande salto à frente! Esses carros modernos têm sistemas de controle de segurança, microclimas e banheiros ecológicos.


terça-feira, 12 de novembro de 2019

Trem intercidades entre São Paulo e Campinas será licitado em 2020 e será movido a biodiesel

O projeto do governo paulista de fazer um trem intermunicipal de passageiros será viabilizado com a renovação antecipada de ferrovias federais, como as da Rumo e da MRS, de acordo com o vice-governador do Estado, Rodrigo Garcia (DEM). “Há uma previsão expressa da obrigatoriedade de compartilhar trilhos com governo do Estado, isso é uma premissa”.


A linha ferroviária deverá ligar São Paulo a Campinas, e depois, chegar até a cidade de Americana.“O objetivo é licitar o trem intercidades até o fim de 2020. Poderá ser uma concessão ou até mesmo uma PPP, Parceria Público Privada, mas acredito que há viabilidade para uma concessão”, comenta Garcia.
O projeto será realizado pela concessionária do aeroporto de Guarulhos, em troca de descontos no pagamento de outorgas ao poder concedente, ainda de acordo com o vice-governador.

Já o secretário Alexandre Baldy, responsável pela secretaria dos Transportes Metropolitanos, e o presidente da CPTM, Pedro Moro, postaram no Instagram uma experiência a bordo de um trem da ex-Brightline (atual Virgin), ferrovia da Flórida que utiliza biodiesel como combustível. De acordo com eles, a tecnologia pode ser usada no Trem Intercidades (TIC), projeto iniciado no Governo Geraldo Alckmin e assumido pelo atual governador, João Doria, como uma de suas prioridades no setor ferroviário.

A adoção de locomotivas a biodiesel não só parece tornar o projeto mais barato em tempos de orçamento curto. Ela também denota um prazo mais rápido para ser executado o projeto Trem Intercidades, o que pode ser ótimo para a população. Fonte: Engenharia é/Ademilson Ramos


sábado, 9 de novembro de 2019

Acoplamento na cauda em movimento

O trem que transporta o minério de ferro de Carajás, no Pará, que tem as maiores e melhores minas a céu aberto do mundo, até o porto da Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, é maior trem de carga do mundo. Ele tem 330 vagões, puxados por quatro locomotivas, com quase 3.500 metros de extensão. Pode carregar 40 mil toneladas em cada viagem, num percurso de 892 quilômetros, demorando quatro minutos para passar por inteiro.


Dez anos depois que esse imenso trem começou a circular, a mineradora Vale está testando um novo trem, com quase o dobro do atual. São 660 vagões, 110 por cada trem, que podem transportar 68 mil toneladas por viagem. É a mesma capacidade de um navio padrão de carga de alguns anos atrás e ainda um bom tamanho, como nos que atracam no porto de Vila do Conde, em Barcarena.

Até 2008, os comboios que operavam na ferrovia de Carajás tinham, no máximo, 220 vagões. O acréscimo de 110 vagões naquele ano teve o objetivo de aumentar a exportação de minério de ferro para 130 milhões de toneladas até 2009 e para 230 milhões a partir de 2012. O início da produção da mina do S11D, no ano passado, exigiu nova expansão, tornando a ferrovia o maior escoadouro de minério do planeta, grande parte da carga com um destino longínquo: a China e o Japão.

Apesar do tamanho do trem, que equivale ao percurso do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, as seis locomotivas são comandadas por um único maquinista. As mensagens de comando da locomotiva guia para as demais vão via satélite. Dado o comprimento total de 6,6 quilômetros, parte do trem pode estar subindo e parte descendo. Um programa de computador envia o comando correto, freando ou acelerando, para cada locomotiva. O treinamento de um maquinista envolve 380 horas em simulador. Deve ser semelhante ao de um piloto de avião.

O novo trem poderá entrar em funcionamento regular nos próximos dias, assegurando o fantástico fluxo de minério de ferro de Carajás para vários lugares do mundo – a Ásia em especial. Fonte: Vale/Colaboração - Marília Oliveira




domingo, 3 de novembro de 2019

Pátio em Coina - Empresa Fertagus Portugal

A estação de Coina foi inaugurada a 6 de Outubro de 2004, pelo Secretário-geral dos Transportes, Dr. António Mexia, dando assim início à extensão da Fertagus para Setúbal. Com uma arquitetura de Motta Guedes, é uma estação onde o vidro, a arquitetura, os espaços verdes e as obras de arte de Charters de Almeida e Nadir Afonso, ganham cumplicidade, fazendo desta estação um local amplo, luminoso e harmonioso. 

Com uma estrutura contemporânea, de linhas mais simples que as anteriores, com o espaço comercial que oferece, bem como os parques de estacionamento e as ligações Sulfertagus, T.S.T e Transportes Coletivos do Barreiro, fez com que esta estação, com gestão Fertagus , superasse largamente as expectativas no que diz respeito a afluência de passageiros. 

Atualmente com o espaço comercial, “Barreiro Retail Planet”, que foi construído perto da estação, faz com que esta continue a ser uma estação procurada também por motivos de lazer. Traga a sua bicicleta e coloque-a nos suportes disponíveis no exterior da estação. Fonte: Fertagus/Foto TransTrilhos