quarta-feira, 16 de outubro de 2019

A Plataforma Desiro Siemens

A plataforma Desiro combina conforto com alto nível de segurança e confiabilidade em um design extremamente inovador - resultando em maior apelo do cliente e satisfação. Alta flexibilidade e qualidade combinadas com custos otimizados também garantem economia máxima. A ferrovia está perfeitamente equipada para o futuro com esta família de trens, que pode ser implantada em redes de transporte regional, ferrovias regionais ou para serviços alimentadores. Fonte: Siemens




Locomotivas são utilizadas no Canal do Panamá

Os navios são dirigidos no interior das eclusas por potentes locomotivas ferroviárias para não se chocarem com as paredes laterais das eclusas. A travessia do Canal é feita por três comportas, onde a água funciona como uma espécie de elevador. Vindo do Atlântico, por exemplo, o navio entra na comporta, com a água no mesmo nível do oceano. As eclusas são fechadas e as válvulas de enchimento são abertas.
 

A água entra através de poços do piso, elevando o navio 26 metros, até o nível do Lago de Gatún. As válvulas são fechadas novamente e os portões superiores abertos. O navio sai da comporta para o lago. E segue para as outras comportas, onde acontece o processo inverso de descida até o nível do oceano Pacífico. As portas das eclusas são maciças e de aço, sendo as eclusas triplas no lago de Gatún com 140 metros de altura e pesam 745 toneladas cada uma, mas são tão bem contrabalançadas que um motor de 56 kW é suficiente para abri-las.


O lago Gatún está à 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago. Do lago Gatún, o canal passa pela falha de Gaillard e desce em direção ao Pacífico, primeiramente através de um conjunto de eclusas em Pedro Miguel, no lago Miraflores, a 16,5 metros acima do nível do mar, e depois, através de um conjunto duplo de eclusas em Miraflores. Todas as eclusas do canal são duplas, assim as embarcações podem passar nos dois sentidos simultaneamente. Fonte: Divulgação



Drones para monitorar ferrovias

Ele já é utilizado diariamente para otimizar a mão de obra e buscar qualidade nas informações nos 33 km do metrô de Salvador, mas a partir deste ano também deverá ser usado como ferramenta tecnológica para monitorar os trilhos da capital baiana. Desde o segundo semestre do ano passado a concessionária que administra o metrô de Salvador (CCR Metrô Bahia) já utiliza um drone para sobrevoar os telhados de 20 estações e torres de retransmissão espalhadas por toda a extensão de trilhos em busca de problemas estruturais.


O próximo passo será utilizar o equipamento em instalações de média tensão energética, que atualmente só são acessadas após o desligamento da energia elétrica. Na sequência, será a vez de os trilhos serem monitorados pelo sistema, o que deve acontecer até o fim do ano, após a definição de metodologia e colocação de dados georreferenciados no equipamento.

“O drone dá rapidez, qualidade da informação e mitiga o risco de alguém trabalhar em lugares altos. Se ele encontra algum problema, com o vídeo gravado conseguimos colocar na mesa e discutir, o que normalmente numa inspeção não conseguiria. Conseguimos detectar se um parafuso está com folga ou se não está”, disse José Kako, gestor de manutenção da CCR Metrô Bahia.

Na próxima fase, ainda de acordo com o gestor, com o drone será possível fazer as inspeções energéticas de forma direta, sem a necessidade de desligamento de todo o sistema. O metrô baiano tem atualmente 40 trens, transporta em média 370 mil passageiros em dias úteis e emprega 1.500 funcionários. Fonte: CCR/Divulgação