domingo, 13 de junho de 2021

Metrô de Tóquio 290 Estações

A quantidade de passageiros que transporta o metrô de Tóquio num ano é de 3,2 bilhões de pessoas, número bastante próximo ao de Pequim. No entanto, ao revisar outros números do sistema japonês, é possível notar que possui mais estações que o chinês, 290 especificamente, mas menos linhas (13) e menos quilômetros de vias (310 km).


Como a maioria dos sistemas selecionados, o de Tóquio também não possui serviço 24 horas. No entanto, seu horário parte das 5:00 da manhã, até 1:00 da manhã do dia seguinte. Nas horas pico os trens passam por cada estação a cada 3 minutos. Nos horários com menos demanda, a cada 10 minutos.

O valor da passagem desse sistema de metrô está estruturado dependendo das distâncias que percorre. Assim, o trajeto mais curto que se pode fazer vai de 1 a 6 km, o que custa 160 ienes, ou U$ 1,33. O maior percurso, de 28 a 40 km, sai por U$ 2,50. 

No entanto, pode-se comprar um ticket diário para cada uma de suas duas redes, Metro Tokio e Toei. Também existe a opção de comprar um bilhete diário para as duas redes, que custa U$ 8,32. Fonte: Archdaily. Veja mais postagens no início do site.


quinta-feira, 20 de maio de 2021

Um dos mais avançados do mundo

É fácil conhecer Dubai, uma cidade com avenidas excelentes apesar de engarrafamentos em alguns bairros nos horários mais movimentados. Antes de sair, informe-se quanto tempo levará até o seu destino final, assim, você terá tempo suficiente para conhecer Dubai pela primeira vez. A maioria dos visitantes opta por pegar um táxi, já que o preço é bastante razoável, ou por dirigir por conta própria, apesar das constantes mudanças nas avenidas e do tráfego congestionado.


O Metrô de Dubai é um dos transportes públicos mais avançados do mundo, completamente automatizado, possui estações com ar condicionado e vagões separados apenas para mulheres e crianças e ainda vagões chamados de Gold Class para passageiros que desejam viajar com mais conforto. 

Duas linhas de metrô de Dubai cobrem uma grande parte da cidade, a linha vermelha vai de Rashidiya e do Aeroporto de Dubai pelo centro da cidade e ao longo de Sheikh Zayed Road, a linha verde passa por alguns dos mais movimentados bairros de Dubai em Deira e Bur Dubai.

O Metrô de Dubai é uma maneira rápida, inteligente e com preços razoáveis para os visitantes se locomoverem pela cidade e terem uma boa visão da cidade através das faixas mais elevadas do metrô. Integrado com o novo sistema de ônibus, muitas áreas de Dubai são acessíveis através do metrô.




Fonte: Emirates

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Acoplamento na cauda em movimento

O trem que transporta o minério de ferro de Carajás, no Pará, que tem as maiores e melhores minas a céu aberto do mundo, até o porto da Ponta da Madeira, em São Luís do Maranhão, é maior trem de carga do mundo. Ele tem 330 vagões, puxados por quatro locomotivas, com quase 3.500 metros de extensão. Pode carregar 40 mil toneladas em cada viagem, num percurso de 892 quilômetros, demorando quatro minutos para passar por inteiro.


Dez anos depois que esse imenso trem começou a circular, a mineradora Vale está testando um novo trem, com quase o dobro do atual. São 660 vagões, 110 por cada trem, que podem transportar 68 mil toneladas por viagem. É a mesma capacidade de um navio padrão de carga de alguns anos atrás e ainda um bom tamanho, como nos que atracam no porto de Vila do Conde, em Barcarena.

Até 2008, os comboios que operavam na ferrovia de Carajás tinham, no máximo, 220 vagões. O acréscimo de 110 vagões naquele ano teve o objetivo de aumentar a exportação de minério de ferro para 130 milhões de toneladas até 2009 e para 230 milhões a partir de 2012. O início da produção da mina do S11D, no ano passado, exigiu nova expansão, tornando a ferrovia o maior escoadouro de minério do planeta, grande parte da carga com um destino longínquo: a China e o Japão.

Apesar do tamanho do trem, que equivale ao percurso do Círio de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, as seis locomotivas são comandadas por um único maquinista. As mensagens de comando da locomotiva guia para as demais vão via satélite. Dado o comprimento total de 6,6 quilômetros, parte do trem pode estar subindo e parte descendo. Um programa de computador envia o comando correto, freando ou acelerando, para cada locomotiva. O treinamento de um maquinista envolve 380 horas em simulador. Deve ser semelhante ao de um piloto de avião.

O novo trem poderá entrar em funcionamento regular nos próximos dias, assegurando o fantástico fluxo de minério de ferro de Carajás para vários lugares do mundo – a Ásia em especial. Fonte: Vale/Colaboração - Marília Oliveira




sábado, 3 de abril de 2021

Bonde a hidrogênio para o TRAM de Alicante

A empresa Stadler e a Generalitat, por meio da Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana (FGV), desenvolverão um projeto conjunto para estudar a viabilidade de trens a hidrogênio. Especificamente, o projeto piloto será testado na rede TRAM de Alicante.


O anúncio foi feito pelo presidente da Consell, Ximo Puig, e pelo CEO da Stadler Valencia, Íñigo Parra, durante a visita que o primeiro fez hoje às instalações da empresa em Albuixech algumas semanas depois de a empresa ter recebido a parte da Renfe 'Mega-contrato' da Cercanías com a francesa Alstom . Ele foi acompanhado pelo Ministro de Obras Públicas, Arcadi Espanha.

Para Parra, a importância do projeto piloto está “em testar não só a tecnologia, mas também o sistema, como esse uso é estabilizado em toda uma operação e na manutenção. Com isso demonstraríamos a viabilidade tecnológica do produto e de um sistema ”. Enquanto isso, Puig também adiantou que está sendo estudada a possibilidade de a FGV e a Stadler participarem de projetos conjuntos.

Relativamente ao prémio Renfe, que envolverá a produção de 59 comboios Cercanías com um investimento de 998 milhões, o chefe da Stadler adiantou que implicará a geração de 500 empregos diretos , aos quais se somam os gerados indiretamente por outros prêmios conquistados . No total, o impacto será de 4.000 empregos nos próximos cinco anos na Região.

«Estamos muito felizes porque é um sucesso para a empresa e para a Comunidade. Conseguimos atrair um projeto muito importante para a Comunidade. Não só vai ser fabricado, mas a engenharia também é daqui, então isso tem um grande valor ”, comentou Parra. O contrato será assinado nos próximos dois meses e as primeiras unidades serão entregues em 40 meses. Fonte: FGV Divulgação


quinta-feira, 4 de março de 2021

Trem chinês está ligando o mundo

A China está criando uma ambiciosa rede de conexões de transporte terrestre e marítimo para interligar sua economia em expansão às economias da Europa e da África. E sem perder tempo, o país está projetando incríveis máquinas de construção sob medida para executar rapidamente esse trabalho.


Chamado Belt and Road Initiative (BRI) - o que em português poderia ser traduzido como "Iniciativa Um Cinturão, Uma Rota" - o projeto do presidente chinês Xi Jinping foi lançado em 2013 e visa a conectar dois terços da população mundial em 70 países por meio de uma rede de ligações terrestres (o "cinturão") e vias marítimas (a "rota"). O ambicioso plano 'Made in China 2025' com que Pequim quer conquistar o mundo

Autoridades falam em investimentos de longuíssimo prazo, estimados em trilhões de dólares, provenientes de bancos, dos países envolvidos e do governo chinês. O plano de infraestrutura, porém, não está livre de polêmicas. Críticos apontam que ele sobrecarrega países pobres com bilhões de dólares em dívidas com a China, e também o apontam como uma pretensão expansionista da política externa do país. Apesar disso, o projeto avança.

Sinais disso podem ser vistos em território chinês e além de suas fronteiras, onde uma frota de novas máquinas está construindo ferrovias a um ritmo impressionante.


Construindo pontes

Como construir ferrovias de alta velocidade rapidamente onde grandes trechos da rota devem ser suspensos sobre vales e desfiladeiros para evitar curvas?

Para isso, foi construída a máquina de construção de pontes SLJ900/32 - localmente apelidada de Monstro de Ferro.

A SLJ é uma máquina multifuncional capaz de transportar, elevar e posicionar seções de trilhos, conectando eixos com pesados ​​blocos de pedra.

É assim que ela funciona:

Depois de assentar cada seção, o veículo de 92 metros - com a ajuda de suas 64 rodas - volta para pegar outro bloco. Em seguida, ele rola para frente sobre a parte que acabou de assentar para inserir outra seção.

Cada roda está em um bloco totalmente giratório, o que significa que também pode se mover lateralmente.

Mesmo com carga completa, ela pode se mover a 5km/h, garantindo que todo o processo seja muito mais rápido que os métodos tradicionais, que precisavam de guindastes enormes para serem construídos.

Com 580 toneladas, a máquina é muito mais pesada que qualquer composição ferroviária que atravessará os trilhos no futuro, garantindo que as pontes tenham resistência suficiente para aguentar o tráfego.

A SLJ já contribuiu para vários projetos ferroviários de alta velocidade, incluindo uma nova ligação entre a Mongólia Interior e o restante do país, impulsionando a China em direção à meta de 30.000 km de ferrovias de alta velocidade até 2020.

Escavando túneis

Mais ao sul, o projeto da Rodovia Su'ai em Shantou, não muito distante de Hong Kong, tem a ambiciosa missão de perfurar 5 km de uma rodovia subterrânea de seis pistas através de uma zona de terremotos.

Quando o túnel for inaugurado, em 2019, as autoridades esperam que ele modernize as conexões de transporte de Shantou a tempo de se tornar um dos chamados "15 portos-chave" ao longo da Rota da Seda marítima - cujo nome é inspirado na antiga rota comercial que ligou o Oriente e o Ocidente há dois mil anos.

Essa rota tem como objetivo melhorar conexões comerciais entre Ásia e Europa e Ásia e o leste da África, promovendo desenvolvimento, com a construção ou expansão de redes de ferrovia de alta velocidade, gasodutos, oleodutos, portos e centros logísticos.

Anteriormente, o maquinário necessário para o projeto da rodovia teria sido feito no exterior, mas a China começou recentemente a fabricar suas próprias máquinas de perfuração de túneis. São as chamadas TBM, ou Tunnel Boring Machine, em inglês.

O resultado dessa investida chinesa é uma TBM de 15,3 metros construída pela China Railway Engineering Equipment Group Company - que se apresenta como a maior empresa especializada no ramo de obras subterrâneas - com a ajuda de engenheiros alemães independentes e apresentada em outubro de 2017.


Como suas equivalentes alemãs, a máquina tem um gigantesco disco giratório na frente, capaz de cortar a terra e rochas.

Pesando 4 mil toneladas, ela possui 100 metros de infraestrutura traseira que permite aos trabalhadores instalarem as paredes do túnel conforme a broca vai se movendo gradualmente, impulsionada por cilindros hidráulicos.

Tal como acontece com outras máquinas do tipo, os fragmentos da perfuração são misturados com uma solução de Bentonite (uma mistura de argilas) dentro de uma câmara, antes de serem bombeados para fora em canos.

Não é a maior TBM do mundo - esse título vai para a Bertha, uma TBM de 17,4 metros construída para uso na Alaskan Way Viaduct, uma rodovia elevada em Seattle, nos Estados Unidos.

No entanto, máquinas como esta evidenciam a intenção da China de se tornar protagonista na construção de túneis:

Implantando trilhos

Enquanto as bases do projeto "Um Cinturão, Uma Rota" são estabelecidas na China, grandes projetos de infraestrutura financiados pelo país já estão em andamento a milhares de quilômetros de distância.

A ferrovia Mombaça-Nairóbi, no Quênia, recebeu atenção internacional quando foi concluída em maio de 2017, entre outras coisas, porque estava 18 meses adiantada.

A ferrovia de 480 km é a primeira linha nova para o Quênia desde a sua independência, concretizada em 1963.

Com 90% de seu financiamento procedente do banco chinês Exim, é a primeira ferrovia fora da China construída de acordo com os padrões de construção e maquinário chineses.

Para entender como a ferrovia foi construída a um ritmo de 700 metros por dia, basta olhar a máquina que colocou os trilhos.

A máquina transporta trechos pré-fabricados de trilhos ao longo de uma linha férrea, implanta um deles e rola ao longo da pista recém-colocada para implantar o próximo.

Quando os pedaços de trilho estão no lugar, os trilhos curtos anexados a cada eixo são substituídos por trilhos mais longos, que possibilitarão aos trens que circulam por essa rota uma condução mais suave.

Leva apenas quatro minutos para instalar cada eixo de trilho.

Apesar de toda a sua magia técnica, essas máquinas ainda exigem uma enorme quantidade de mão de obra.

Trabalhadores locais - supervisionados por engenheiros chineses - trabalham para criar eixos de trilhos em fábricas temporárias ao longo da rota da ferrovia.

Eles devem, então, cuidadosamente garantir que o eixo esteja preso no lugar certo, com uma margem de erro menor que 2 centímetros.

Existem preocupações quanto à segurança desses trabalhadores. No ano passado, um engenheiro chinês que trabalhava na linha Mombaça-Nairóbi disse à agência de notícias estatal Xinhua que "acidentes no local são comuns".

"Quando eles acontecem, são quase sempre graves e frequentemente fatais."

Enquanto isso, o trabalho já começou a estender a linha mais a oeste, em Kisumu, graças a outro empréstimo de US$ 1,5 bilhão do Banco Exim. A expectativa é que essa linha conecte Uganda, Ruanda, Sudão do Sul e Etiópia.

Se tudo correr conforme o planejado - dada a velocidade de construção possibilitada por essas mega-máquinas - não demorará muito para o Quênia se encontrar no centro de uma rede ferroviária da África Oriental financiada pela China. Fomte: BBC

*Reportagem adicional de Yuwen Wu. Design de Prina Shah. Desenvolvimento de Joe Reed e Josh Rayman.

terça-feira, 2 de março de 2021

Trem utiliza os trilhos do Ferry Boat

Este pequeno país de pouco mais de 5 milhões de habitantes, localizado ao norte da Europa, tem motivos de sobra para ser considerado o país mais feliz do mundo. E não todos os dias se pode visitar um lugar dessas características e que, ademais, parece imerso numa grande fotografia. Dinamarca não é só Copenhague. Há bem mais por descobrir.


Chegar de trem na Dinamarca é o mais recomendável. Tire qualquer um dos passes disponíveis na Eurail (Global, National ou Passe Dinamarca) e chegue dos pontos mais importantes da Europa.

Da Espanha, por exemplo, o Talgo Trenhotel sai todos os dias, como também o Eurocity Barcelona-Paris (Joan Miró) ou o Eurocity Madri-Paris (Francisco de Goya). Estes trens chegam à estação Austerlitz.

De lá se pega o metrô até Gare du Nord, onde é possível abordar o serviço expresso noturno a Copenhague, com transbordo em Colônia ou Hamburgo na Alemanha. Soa cansativo… mas é um passeio realmente recomendável!

Os trens TGV percorrem os trechos Espanha-Dinamarca, Itália-Dinamarca, França-Dinamarca e Alemanha-Dinamarca. O trajeto Copenhague-Hamburgo pode ser percorrido em pouco menos de 4 horas e meia. Fonte: Divulgação

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Conheça o primeiro trem do mundo 100% movido a energia solar

O primeiro trem do mundo movido 100% a energia solar já existe e está circulando em fase de testes pelos trilhos de Byron Bay, na Austrália. A companhia ferroviária da cidade remodelou um trecho de três quilômetros e restaurou uma antiga locomotiva dos anos 70, equipando-a com painéis solares flexíveis de 6,5 kilowatts (kW).


O passeio foi inaugurado em dezembro de 2017, com serviço parcial. O funcionamento total começou em janeiro de 2018 e já é um sucesso. Já nos primeiros 19 dias, a novidade já tinha transportado 10 mil pessoas.


O trem comporta 100 passageiros sentados, com espaço para outros tantos em pé, além de bagagem, motos e pranchas de surfe. A tarifa para uma viagem de ida é de US $ 3 para pessoas maiores de 14 anos, US $ 2 crianças de 6 a 13 anos e gratuita para crianças até cinco anos. Fonte: Australian Trains




domingo, 14 de fevereiro de 2021

Estação da Luz - São Paulo

Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo.


Todas as personalidades ilustres que tinham a capital como destino eram obrigadas a desembarcar no local. Empresários, intelectuais, políticos, diplomatas e reis foram recepcionados em seu saguão e por lá passavam ao se despedirem. Fonte: cidadedesaopaulo 



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Governo do Rio aposta em metrô leve para o Aeroporto do Galeão

A aposta do governo do Rio de Janeiro para aumentar o número de passageiros do Aeroporto Internacional do Galeão (Tom Jobim) é implantar um sistema leve sobre trilhos com 17 km de extensão até o centro.


O projeto é ambicioso, e custa R$ 2 bilhões e depende de um acordo com a União para a utilização de recurso federal oriundo da outorga paga pela concessionária RioGaleão, que administra o Aeroporto Tom Jobim.

A proposta da concessionária é uma linha com sete estações que ligaria o Terminal 2 do Aeroporto Tom Jobim à estação de Metrô do Estácio, a viagem levará cerca de 15 minutos ao longo dos 17 quilômetros de extensão.
As imagens divulgadas pela concessionária mostram um sistema parecido com o VLT que opera no centro da capital fluminense, no entanto, no artigo oficial da RioGaleão não está especificado qual será o tipo de modal.


O projeto têm o apoio do secretário de Transporte Delmo Pinho, que entende que a medida sugere os padrões dos principais aeroporto do mundo: “Um aeroporto internacional é um motor econômico, mas ele precisa ser alimentado. Esse projeto vai aumentar a demanda de passageiros e facilitar o acesso ao aeroporto. Esse modelo reproduz o que acontece nos aeroportos mundo afora. Se a União permitir, esse recurso será empregado para melhorar a operação de um equipamento que pertence a ela mesma, o aeroporto”, afirma.

O percurso será feito às margens da Linha Vermelha, próximo a áreas conflagradas. De acordo com o secretário, o serviço envolverá um forte esquema de segurança, para que os passageiros se sintam totalmente protegidos.

Para que o processo saia do papel, a concessionária RioGaleão terá que passar pelo mesmo trâmite da GRU Airport, que administra o Aeroporto de Guarulhos e vai implantar um people mover para chegar até a estação da Linha 13-Jade da CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, obter um aditivo no contrato de concessão que seja aprovado pelo TCU (Tribunal de Contas da União). Fonte Divulgação



sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Metrô do Porto vai trazer mais 33 mil passageiros diários - Linha Rosa

As obras em curso, para a extensão da linha Amarela e para a construção da linha Rosa, implicam um investimento global de cerca de 365 milhões de euros e deverão estar concluídas em 2023.


As extensões em curso de duas linhas do Metro do Porto irão trazer cerca de mais 33 mil passageiros por dia a este sistema de transporte da área metropolitana do Porto, revelou esta terça-feira Tiago Braga, presidente da Metro do Porto, numa intervenção durante a ‘Portugal Railway Summit 2021’, que está a decorrer entre hoje e amanhã.

As obras em curso implicam um investimento global de cerca de 365 milhões de euros e deverão estar concluídas em 2023. Em causa está a construção de uma nova linha, a Rosa, circular, com uma extensão de cerca de três quilómetros.

A nova linha Rosa ligará São Bento/Praça da Liberdade à Casa da Música e terá quatro estações, incluindo no Hospital de Santo António e na Praça de Galiza. O investimento previsto nesta nova linha do Metro do Porto é de cerca de 235 milhões de euros. Por seu turno, a extensão da linha Amarela ligará Santo Ovídio a Vila d’Este e também terá uma extensão de cerca de três quilómetros.

O investimento estimado para o prolongamento da linha Amarela do Metro do Porto, com a construção prevista de outras três estações, é de cerca de 130 milhões de euros. Tiago Braga destacou ainda o investimento que a Metro do Porto está a fazer na aquisição de 18 novas composições, ou seja, comboios e carruagens. Fonte: Sapo PT


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Trackmobile - Locomotiva Trator

Experiência na indústria em movimento ferroviário e de vagões e mais de 10.000 unidades em serviço em todo o mundo, TRACKMOBILE está utilizando tecnologia de ponta com segurança e eficácia fornecê-lo com uma solução de mobilidade de vagões em sua indústria. Este veículo ferroviário é de importantíssimo valor nas operações ferroviárias e metroviárias. Ele dá apoio para operação e manutenção principalmente em momentos de trens avariados, manobras, deslocamentos de pranchas entre outros atributos.

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Ele pode se deslocar de uma via para outra utilizando um local próprio através dos pneus, economizando tempo na manobra, ele é capaz de movimentar composições inteiras com seu forte motor a diesel. Fonte: Trackmobile


domingo, 24 de janeiro de 2021

80 anos Renfe Espanha

Nossos primórdios, os do trem na Espanha, remontam a 80 anos, quando se empreendeu um processo de reconstrução e nacionalização da indústria ferroviária em nosso país que deu origem à Rede Nacional de Caminhos de Ferro Espanhóis em 1941.


A partir desse momento, começaram as obras de substituição gradativa do sistema de vapor por sistema elétrico. Ele foi seguido pelo primeiro Talgo comercial e as primeiras locomotivas a diesel. A renovação tecnológica marcou a evolução nos anos 50.

A partir de meados da década de 1960 iniciou -se a modernização da infraestrutura, e no início da década de 1980 a Espanha tomou uma das principais decisões estratégicas para o futuro da ferrovia, com o compromisso, por um lado, com a criação de os grandes bairros suburbanos e, por outro lado, pelo desenvolvimento de uma rede de infraestruturas de alta velocidade que culminará em 1992 com a inauguração da Avenida Madrid-Sevilha e que se desenvolverá definitivamente desde os anos 2000 até ao presente.

A Renfe é hoje uma operadora de transporte de classe mundial, independente da gestão de infraestrutura desde 2005, e portanto totalmente adaptada ao cenário de liberalização na Europa. Fonte: Renfe


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Stazione Reggio Mediopadana

Stazione Reggio Mediopadana é a única parada no serviço de trem de alta velocidade entre Milão e Bolonha. O planejamento e o desenvolvimento do projeto levaram em conta que a estação ferroviária servirá uma área muito maior do que apenas a cidade de Reggio Emilia, com o número de usuários potenciais estimados em 2 milhões.


O piso abaixo do nível da plataforma acomoda várias áreas de serviço da estação: uma área de passageiros com unidades comerciais relevantes, uma área de acesso a trens regionais e uma área com armazéns, depósitos e instalações sanitárias. Quatro escadas rolantes levam ao nível da plataforma em ambos os lados, enquanto dois elevadores panorâmicos estão localizados no meio da estrutura. Os impactos no ambiente e na paisagem foram mitigados pela criação de áreas verdes ao longo da linha ferroviária e da área de entrada da estação. Ao ajustar a grande área de estacionamento um pouco mais baixa - ligeiramente abaixo do nível do solo circundante - as coroas elevadas das árvores exibem os veículos de estacionamento, resultando em uma geometria de fachada não perturbada que pode ser percebida sem interrupção. Fonte: Divulgação