quinta-feira, 18 de abril de 2013

Vagão de Passageiros de dois andares - AMTRAK

Nos Estados Unidos uma locomotiva diesel/elétrica da Amtrak também transporta passageiros em vagões de dois andares os chamados Double Decker, é perfeitamente possível a utilização desse equipamento no Brasil.

Os vagões de passageiros de dois andares transportam mais passageiros com conforto, rapidez e com total segurança, é possível em uma mesma composição composta com vagões de passageiros normal e vagões Double Decker.


A Amtrak utiliza locomotivas diesel/elétrica e locomotivas elétricas para trechos que possam ser utilizado energia elétrica como energia de tração.

terça-feira, 16 de abril de 2013

O simples pode ser genial - Nas estações sobre trilhos

Vejam o que um grupo de engenheiros realizou para motivar as pessoas a subirem a escada fixa de um metrô na Suécia. Cerca de 97% da população pegava a escada rolante. Uma simples, mas genial idéia mudou a "vida" das pessoas, motivando-as a fazer exercícios sem mesmo notar. As ciências e a tecnologia estão aí para servir, ajudar.


Como se vê, nas estações sobre trilhos, também poderemos ter cultura, incrementando com diversas iniciativas poderemos tornar o dia a dia dos passageiros em uma prazerosa viagem.

Em várias estações pelo mundo existem bibliotecas incentivando a leitura e o conhecimento, você pode retirar o livro para leitura em uma estação e devolver no seu destino ou quando acabar ou fazendo a troca por outro livro. O simples pode ser genial.


Estocolmo é o maior e mais importante centro urbano, cultural, político, financeiro, comercial e administrativo da Suécia desde o século XIII. 

domingo, 14 de abril de 2013

A canadense Bombardier testa Monotrilho de São Paulo no Canadá

A canadense Bombardier está testando os dois primeiros carros do monotrilho da Linha 15-Prata de São Paulo em Kingston, no Canadá. Gigante no setor metroferroviário cresce cada vez mais em projetos pelo mundo.

Os carros estão sendo testados em um circuito de provas avançado, que vai permitir simular e representar todas as situações de operação a que os trens vão estar sujeitos na linha.

Ao todo, a linha terá 54 trens, cada um com sete carros. Em Hortolândia, a equipe da Bombardier está com o quinto carro na linha de produção. O primeiro carro já está em fase final de acabamento.


Os trens terão 86 metros de comprimento e capacidade para transportar 1.000 passageiros cada um. O sistema terá capacidade para 40 mil passageiros por hora e por sentido, com um intervalo entre trens de 90 segundos.

A Linha 15-Prata terá 24,3 quilômetros, ligando a Vila Prudente a Cidade Tiradentes. O trecho é uma extensão da Linha 2-Verde. O primeiro trecho da Linha 15, de Vila Prudente a Oratório, com extensão de 2,9 km, deve entrar em operação a partir de dezembro de 2013.

domingo, 7 de abril de 2013

Carro de Passageiros Double Decker Mafersa

A Mafersa foi fundada em 31 de janeiro de 1944. Durante esse período fabrica rodas e eixos para as ferrovias nacionais. Devido à sua localização às margens da então São Paulo Railway, vendia rodas, eixos e vagões de carga para essa ferrovia.

Mafersa/Alstom no Brasil

Em 1947 a ferrovia foi estatizada, sendo renomeada Estrada de Ferro Santos Jundiaí. A EFSJ começa estudos de modernização de sua ferrovia em parceria com empresas americanas através da missão tecnológica Brasil–EUA ocorrida nos anos 50. Em 1957 é feito um contrato de transferência de tecnologia com a The Budd Company, sendo a Mafersa a primeira companhia industrial da América Latina a produzir carros em aço inoxidável. No mesmo ano é inaugurada a filial de Caçapava, responsável pela fabricação de truques, eixos, rodas e engates.

Após o golpe militar de 1964 a Mafersa é estatizada e inicia a produção de carros de passageiros série 800 baseados na série Pioneer III da Budd para a Estrada de Ferro Sorocabana e Estrada de Ferro Araraquara. Em 1968 são fabricados TUE’s para a EFSJ baseados na série Pioneer III da Budd.
Na década de 1970, a Mafersa teve o seu auge, fabricando TUE’s para o Metrô de São Paulo em 1972 (sob licença Budd), Metrô do Rio em consórcio com a Villares, 1978, para a RFFSA entre 1976 e 1978, e para a Fepasa em consórcio com a Villares, ACEC e Sorefame, 1980.

Durante a década de 1980 a Mafersa sofre um duro golpe com a falência da The Budd Company, sendo que fica impedida de fabricar trens utilizando os métodos da empresa americana. Sua última encomenda utilizando esse processo foram os TUE’s 700 para a RFFSA, fabricados entre 1983 e 1987. Houve uma tentativa de utilizar um processo de fabricação francês sob licensa Francorail, mas o único projeto que a Mafersa utilizou esse processo foram as frotas C e D do metrô de São Paulo construída em conjunto com a Cobrasma.

Além disso, crises econômicas impedem o governo brasileiro que respondia pela maioria de suas encomendas de adquirir novos trens, o que obriga a Mafersa e sua concorrente Cobrasma a iniciar a fabricação de ônibus e trólebus em 1985 como um meio de diversificar seus produtos para fugir da crise econômica.

No início dos anos 90 a Mafersa fabrica trens para o metrô de Brasília, com novo processo de fabricação já utilizado nos trens do metrô Rio. Na mesma época a Mafersa faz parceria com a empresa norte americana Morrison-Knudsen Co.. Essa parceria resulta na fabricação de 256 caixas para TUE's de aço inox para o metrô de Chicago (3200-series), 38 carros de passageiros chamados nos EUA de Mafersa Coaches para a Virginia Railway Express.

Em 11 de novembro de 1991 a empresa é privatizada, sendo que a Refer (associação dos funcionários da Rede Ferroviária Federal) adquiriu o controle acionário com 90% das ações. Em 1994 o consórcio Morrison-Knudsen Co. / Mafersa vence licitação nos EUA que prevê a fabricação de carros de 2 andares para a Caltrans nos EUA. O contrato é cancelado em 1995 com a falência da Morrison-Knudsen Co., detentora do contrato nos EUA.

No início dessa década o governo brasileiro não faz nenhuma encomenda de trens o que leva a empresa à nova crise que atingiu o seu ápice em 1995, com a falência da parceira Morrison-Knudsen Co., com a fábrica parando a produção por três meses sendo vendida ao Clube de Investimentos dos Funcionários. No fim desse ano os 1.820 empregados foram demitidos e a dívida da Mafersa atingia R$ 2,6 milhões. A fábrica foi reaberta em 1996 com 360 funcionários e recebeu apenas encomendas de reformas, tendo reformado a antiga série 100 da EFSJ que agora pertence à CPTM.

A filial de Caçapava atinge a marca de 2 milhões de rodas produzidas em 21 de agosto de 1998.
A matriz industrial no bairro da Lapa em São Paulo era adquirida pela multinacional francesa Alstom em 1997. Fonte: Mafersa/Divulgação 


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Um pouco da história ferroviária no Brasil, conheça também o TGV Eurostar

Esse documentário mostra claramente que o futuro desse país está nos trilhos e só o transporte ferroviário pode resolver o problema do caos na mobilidade urbana do nosso país, sem contar no desenvolvimento que esse meio de transporte traz as cidades e municípios onde é implantando, e muitas cidades que hoje existem surgiram ao longo de ferrovias.

Fonte: Globo/EPTV

Conheça entre vários trechos do documentário, trens, locomotivas, estações, o trem que liga Paris a Londres passando sob o canal da Mancha.
Conheça o site do Trem de Alta velocidade acesse: www.tavtrilhos.com