sábado, 18 de maio de 2013

Amtrak renovação programada até 2023

A operadora estatal norte-americana Amtrak receberá da Siemens Transportation em 2014, 70 novas locomotivas elétricas no programa de US$ 466 milhões de investimentos reafirmados no inicio deste ano, como parte da substituição da frota nacional. 

O plano de expansão do transporte ferroviário local atenderá o serviço intermunicipal de passageiros em colaboração com outros parceiros ferroviários federais e estaduais, no novo modelo de negócio do transporte ferroviário norte-americano.


A Amtrak também encomendou 130 novos carros de passageiros para operação nas linhas de longa distância da CAF Construcciones y Auxiliar de Ferrocarriles da Espanha (da fábrica dos EUA),no valor de US$ 298 milhões para substituir alguns dos modelos mais antigos da frota que foram fabricadas durante as décadas de 1940 e 1950. Fonte: Amtrak


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nossa ferrovia no passado - Rio de Janeiro em 1923

As raízes de nossa ferrovia no passado, importante meio de transporte no passado, hoje e no futuro.
Um pouco mais da história visual de cidades e localidades do Estado do Rio de Janeiro,  através de fotografias publicadas ao longo do século XX.

O "labirinto" de linhas na Estação Central, em 1923

Passagem de pedestres na Estação do Méier, em 1923

Ponte para passagem de passageiros na Estação Quintino Bocaiuva, em 1923



domingo, 12 de maio de 2013

Estação Cidade Nova - Metrô Rio de Janeiro

A estação Cidade Nova do Metrô do Rio de Janeiro fica situada entre as linhas 1 e 2, foi chamada de Linha 1 A. esta estação foi construída em uma área do Centro de Manutenção do Metrô.

A inovação permite que os passageiros da Linha 2 embarquem na linha 1 sem a necessidade de fazer a transferência de Linha que era feita na estação Estácio. A transferência só é utilizada aos sábados, domingos e feriados ou em caso de alguma avaria em trem que esteja na linha 1 A.

Estação Cidade Nova

Centro de Manutenção

O Centro de Manutenção do Metrô realiza a manutenção corretiva e preventiva dos carros da frota. O espaço possui 22 mil m2 e funciona 24 horas. A equipe de manutenção é composta por 450 profissionais que se revezam em turnos para garantir que toda a frota circule diariamente.

A concessionária opera diariamente com 98,7% de toda a frota, o maior índice de uso do mundo. Os 182 carros da frota passam manutenção preventiva e preditiva, mas o uso diário do equipamento provoca um desgaste natural e eventualmente os trens apresentam problemas.



Estação Cidade Nova

Para solucionar de forma mais ágil problemas simples nos trens em circulação, a empresa duplicou em 2010 as frentes de manutenção: agora, além da estação Maria da Graça e do Centro de Manutenção, existem frentes de manutenção avançada em Saens Peña e Glória.

Os investimentos em manutenção tem sido crescentes: em 2008 a concessionária investiu R$ 20 milhões e em 2009 R$ 27.4 milhões. Antes da privatização, o gasto com manutenção representava 2% dos custos totais da empresa e hoje representa 12%.


Ponte em Arco próximo a Cidade Nova


A ponte em arco do metrô, próxima à estação Cidade Nova, ganhou iluminação nova desde sábado (13/08). Saiu o verde e entrou o azul, cor da iluminação original e da logomarca do Metrô Rio. A iluminação à noite é um cartão postal.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Estação de Metrô e Trem de Alta Velocidade

Desenvolvida pelo renomado escritório de arquitetura alemão Architekten, a estação foi inaugurada após dois anos e meio de construção. Com 24 plataformas, liga várias linhas férreas regionais, além de um trem de alta velocidade entre a capital chinesa e Xangai.

Como se viu o uso do vidro em estações de metrô ao redor do mundo permite a construção de verdadeiros marcos arquitetônicos. Na China, mais precisamente em Tianjin, cidade a 130 km a sudoeste de Pequim, a Tianjin West Railway Station entra para a lista de impressionantes obras desse transporte essencial para as metrópoles.



O destaque da obra, sem dúvida, é a imensa nave central em arco, com 400 m de comprimento, feita de aço e vidro. A parte mais alta do enorme teto possui vidros de controle solar, enquanto suas extremidades contam com vidros comuns para se ter maior incidência de luz no interior da estação.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Gare Intermodal de Lisboa

A Gare do Oriente, também conhecida como Gare Intermodal de Lisboa (GIL) ou Estação Ferroviária de Lisboa - Oriente, é uma das estações ferroviárias e rodoviárias mais importantes de Lisboa, em Portugal. Projetada pelo arquitecto e engenheiro espanhol Santiago Calatrava, ficou concluída em 1998 para servir a Expo'98, e, posteriormente, o Parque das Nações. 

Concluída em 1998, para atender aos visitantes da então EXPO 98, serve hoje ao Parque das Nações, sendo um ponto terminal de interligação com o Metrô e garante interligações urbanas, nacionais e internacionais, centralizando os vários meios de transporte presentes na área de Lisboa. Globalmente, a estação ou "Gare Intermodal de Lisboa", se distingue como uma peça arquitetônica única, e um marco para a cidade.


As partes que formam a estação são: o sistema de cobertura, que dá proteção às plataformas de passageiros, e a laje ou sistema misto de suporte das plataformas e arcos. Fundada sobre 15 estacas de concreto de 90 cm de diâmetro, se estrutura em forma de uma ponte, cujas lajes de 30 cm de espessura suportam os carris e os cais dos comboios. A ponte é uma estrutura em concreto composta por um vão central de 34 m, dois intermédios de 51 m outros dois de 42,50 m, e com uma largura de 80 m. 

O tabuleiro é misto de concreto na zona comprimida superior, composta, uma parte por lajes de concreto armado de 8 m de largura para suporte das vias, de 65 cm de espessura no centro e 60 cm nos extremos; e por outro lado por uma laje nervurada, composta por vigas longitudinais ocas de concreto armado, que servem também para canalização de instalações e por vigas transversais que suportam a estrutura arborescente que forma a cobertura do cais, sendo o ladrilho de vidro de 22 x 22 cm. Fonte: CP