sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Estação Central de Salzburg na Áustria

A restauração da estação central de trem em Salzburg, na Áustria, ganhou uma fachada sinuosa e belíssima cobertura de vidro.

A reestruturação ficou a cargo do escritório de arquitetura alemão Kadawittfeldarchitektur. O prédio foi ampliado – contando com o tamanho original e seus acréscimos, a estação possui 57 mil m², e ao todo, as plataformas do projeto somam 23.400 m². A passagem subterrânea dos trens também teve seu tamanho aumentado.


De acordo com os arquitetos, a referência do movimento de entrada e saída dos passageiros nos trens encena uma estrutura dinâmica ao complexo. A estação possui de ambos os lados, diversas pontes, plataformas e escadas rolantes, que a interligam com a cidade.


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Índia lança seu primeiro Monotrilho

Mumbai, a capital financeira da Índia, foi aberto ao público no domingo o Monorail primeiro país asiático, com dois anos de atraso, para aliviar o congestionamento do tráfego. O monotrilho com 8,9 quilômetros foi aberto pelo chefe do governo do estado de Maharashtra, Prithviraj Chavan , no domingo, os habitantes de Bombaim poderiam viajar nele pela primeira vez, de acordo com a televisão NDTV.


O novo sistema de transporte, que tem um custo de 480 milhões de dólares, conecta o Perto Wadala e Chembur , no leste da cidade, e os trens percorrem sete estações entre sete amanhã e as três da tarde.

Quando o projeto começou há cinco anos, será concluído em 2015, terá 20 quilômetros de trilhos, ligando o sul e leste da cidade em carros e trens azul, verde e rosa, com capacidade para transportar 560 passageiros .

Apesar de ser o centro econômico da Índia, Mumbai, tem uma infra-estrutura envelhecida , suas estradas sofrem com o congestionamento, o número de passageiros em trens geralmente superior a três vezes a sua capacidade.

Segundo trem comprado pela SuperVia chega ao Rio de Janeiro

O segundo trem nacional adquirido pela SuperVia (composto por oito carros) está em fase final de montagem na oficina de Deodoro, localizada na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A unidade, entregue na sexta-feira (31/01), é parte de uma compra de 80 carros feita pela concessionária e que chegarão ao longo do ano.


O primeiro trem, recebido em janeiro, está em período de testes no ramal Japeri que, por ser reto e plano, favorece as avaliações de velocidade para aceleração e desaceleração. Os procedimentos incluem os sistemas de tração, freios e portas. A previsão é que, ao final de todos os testes, o trem tenha percorrido mais de 2 mil km, o equivalente a 32 viagens da Central do Brasil à estação Japeri. A nova composição deverá entrar em operação no mês de março.

O processo de renovação da frota da SuperVia, iniciado em 2012 com a aquisição de 120 carros chineses, prevê a aquisição de 80 carros por parte da concessionária e outros 280 por parte do Governo do Estado. Todos os carros já foram comprados ou licitados. Os trens comprados pela SuperVia terão montagem finalizada na nova fábrica de trens que a empresa construiu em Deodoro. Fonte: SuperVia

domingo, 2 de fevereiro de 2014

ANTT autoriza ALL a duplicar trecho ferroviário em SP

O governo definiu em até R$ 450,974 milhões o chamado investimento regulatório nas obras, o documento ainda diz que a concessionária deverá informar à ANTT mensalmente sobre o andamento do empreendimento.

Brasília - A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou, nesta quinta-feira, 23, a concessionária América Latina Logística Malha Paulista (ALL) a executar as obras de duplicação parcial do trecho ferroviário entre os pátios de Boa Vista Velha e Evangelista de Souza, em São Paulo. O governo definiu em até R$ 450,974 milhões o chamado investimento regulatório nas obras.

Trem da América Latina Logística

"Em caso de declaração de reversibilidade das obras pelo poder concedente, o valor a ser considerado como investimento regulatório deve ser limitado a R$ 450.974.823,41, cujos dispêndios deverão ser comprovados pela concessionária em seus lançamentos contábeis destacados", diz o documento da ANTT publicado no Diário Oficial da União.

O texto cita que a "eficácia" da autorização está vinculada a condições como emissão de licenças ambientais e relatórios sobre providências adotadas para a segurança em travessias em regiões sensíveis e de risco, como áreas de proteção ambiental e perímetros urbanos.

O documento ainda diz que a concessionária deverá informar à ANTT, por meio de relatórios mensais, o andamento do empreendimento. Fonte: 
Luci Ribeiro, do 

Ferrovias investem para melhorar a eficiência

Um trecho de 100 dos 356 quilômetros da Ferrovia do Aço, operada pela MRS, funciona desde junho com um sistema de CBTC, o mais moderno para controle dos trens.

A deslumbrante paisagem da Ferrovia do Aço, importante corredor logístico do País, esconde uma revolução tecnológica. Um trecho de 100 dos 356 quilômetros da ferrovia, operada pela MRS Logística, funciona desde junho com um sistema de CBTC - o mais moderno para o controle de trens, usado nos metrôs. A MRS é a primeira empresa ferroviária de carga do mundo a usar o sistema.

A implantação começou com a modernização do centro de controle da companhia, em Juiz de Fora (MG). Paralelamente, o projeto incluiu a troca da sinalização nas vias e passou também pela compra de 90 locomotivas da GE, em 2011.


No total, R$ 1,5 bilhão de investimentos no ciclo 2010-2013, dos quais faltam aplicar R$ 170 milhões, segundo o presidente da MRS, Eduardo Parente.

O objetivo é transportar mais carga com a mesma infraestrutura. Um trem típico de carga pesada (minério de ferro, carvão e coque) da MRS leva 134 vagões, com duas ou quatro locomotivas. No fim de novembro, a equipe do jornal O Estado de S.Paulo percorreu um trecho de 1.509 metros de comprimento, pesando 16 mil toneladas.

Num ano, um trem como esse carrega 1,5 milhão de toneladas. “A gente começou a colocar mais trens na malha e esse 1,5 milhão não estava vindo. Como tinha um gargalo grande ali, gerou um engarrafamento e todo mundo começou a andar mais devagar”, afirma Parente.

O CBTC amplia a capacidade de transporte porque integra, com comunicação via radiofrequência, dados da locomotiva, do sistema de sinalização e do centro de controle. As locomotivas passam a “conversar” entre si. Duzentos dos 2 mil maquinistas da MRS foram treinados no novo sistema, importado dos Estados Unidos, e 330 das cerca de 800 locomotivas já receberam o equipamento de bordo. Fonte: Vinicius Neder, do