quinta-feira, 22 de maio de 2014

Governo Inglês fecha com a Hitachi

A Hitachi recebeu uma encomenda de 866 vagões e o serviço de manutenção de 27,5 anos do governo britânico.

Embora a Hitachi tem uma presença esmagadora no mercado de eletrônicos domésticos, a empresa encontra dificuldade para fechar a lacuna com seus rivais norte-americanos e alemães General Electric e Siemens.



quarta-feira, 21 de maio de 2014

EPL elabora portfolio com projetos de infraestrutura - Projetos Ferroviários no Brasil

Um portfólio com indicativo de projetos para aprimorar a infraestrutura no Brasil deve ser entregue ao governo até o fim do ano. Elaborado pela Empresa de Planejamento e Logística (EPL), o documento aponta projetos de infraestrutura considerados importantes para o desenvolvimento do país, afirmou o diretor-presidente da EPL, Paulo Sérgio Passos.

O anúncio, feito em São Paulo, aconteceu durante o L.E.T.S, encontro promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Participante do painel “Planejamento Integrado da Infraestrutura”, Paulo Sérgio Passos destacou que os modais ferroviário e rodoviário precisam ser atendidos com urgência.

“Temos a necessidade urgente de ampliar a capacidade das rodovias federais. Temos problemas muito sérios em relação à malha ferroviária do país, precisamos modernizá-la e ampliá-la”, afirmou Passos.

O L.E.T.S é o primeiro encontro promovido pela Fiesp a abordar de forma integrada as questões de logística, energia, telecomunicações e saneamento básico e ocorre até o dia 22 de maio. Fonte: EPL



terça-feira, 20 de maio de 2014

ÖBB Áustria

As estradas de ferro federais austríacas (em alemão: Österreichische Bundesbahnen, ÖBB) é o sistema ferroviário nacional da Áustria, e o administrador de Liechtenstein ferrovias 's. O grupo ÖBB faz parte integralmente da República da Áustria e é dividido em várias empresas separadas que gerenciam a infraestrutura e operação de serviços de passageiros e de mercadorias.

A ÖBB é o sucessor do Bundesbahn Österreich (ÖBB, Ferroviária Federal da Áustria) e que em si foi o sucessor do kkStB (imperiais Real State Railways austríacos). O sistema ferroviário foi incorporado à Deutsche Reichsbahn durante o 1938-1945 Anschluss.


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Ministro dos Transportes viaja à China por investimento em ferrovias e infraestrutura

O ministro dos Transportes, César Borges, chefia comitiva brasileira em viagem à China entre sábado e quarta-feira (17 e 21/05) para estreitar as relações entre os dois países na promoção de investimentos bilaterais em infraestrutura. Acompanhado do presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, e de dirigentes do BNDES e do próprio ministério, César Borges participará de reuniões com autoridades chinesas para apresentar as opções de investimentos em ferrovias no Brasil devido ao interesse de empresas daquele país.


“Essa viagem será uma grande oportunidade para a promoção de investimentos no Brasil”, afirmou o ministro. Na programação, encontros com o ministro dos Transportes chinês, Yang Chuantang, o vice primeiro-ministro Wang Yang, o presidente do Banco de Desenvolvimento da China (CDB), Hu Huaibang e o ministro da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC), XU Shaoshi.

Trilhos para Norte-Sul – Nesta segunda-feira (19/05), em Pequim, César Borges também irá encontrar-se com Zhang Huo, presidente da Pangang, fábrica chinesa de trilhos, para solicitar antecipação na entrega de trilhos adquiridos para trecho da Ferrovia Norte-Sul, prevista em contrato para julho. A licitação para a compra de trilhos, feita pela Valec Engenharia, vinculada ao Ministério dos Transportes, foi vencida pelo consórcio PIETC-RMC, formado pela Pangang e seu representante local, a empresa RMC Participação (de Minas Gerais). O processo prevê a entrega de 95,4 mil toneladas de trilhos para a Ferrovia, no valor de R$ 402 milhões.

Um dos aspectos em debate durante a programação é a experiência da China em ferrovias. O transporte ferroviário é um dos principais modais do país. A visita da comitiva brasileira antecede a vinda ao Brasil do presidente da China, Xi Jinping. O presidente tem viagem oficial marcada em julho para a reunião, em Fortaleza, da cúpula dos chefes de estado do grupo Brics, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Fonte: Ministério dos Transportes

domingo, 18 de maio de 2014

Trecho da ferrovia Norte Sul será inaugurada

Na reta final das inaugurações antes de se iniciar o período de proibição por causa da lei eleitoral, a presidente Dilma Rousseff abriu espaço na agenda para entregar trechos de pelo menos duas obras emblemáticas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Depois de visitar a transposição do Rio São Francisco, na semana passada, ela pretende inaugurar na quinta-feira 855 km da Ferrovia Norte-Sul, ligando Palmas (TO) a Anápolis (GO). A linha será entregue 27 anos após a emissão da primeira licença ambiental para sua construção. Só no governo de Dilma, podem-se contabilizar três anos de atraso na inauguração.

Na correria antes da festa, operários se revezam 24 horas por dia para deixar tudo pronto. E, embora a linha já esteja instalada, ainda ficará faltando um complemento: mais 800 metros que farão a ligação, em Anápolis, da Norte-Sul com a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA). O governo ainda enfrenta outro problema na construção de ferrovias: a falta de trilhos.



Na sexta-feira, o ministro dos Transportes, César Borges, embarcou para a China. Vai, ao lado do presidente do BNDES, Luciano Coutinho, “vender” as ferrovias brasileiras a investidores. Mas reservou um tempo na agenda para cobrar do fornecedor, a Pangang, a entrega da mercadoria. No melhor cenário, o material começará a chegar daqui a três meses. Era esperado para o final de 2013.

A Pangang foi contratada por ser a única concorrente no terceiro leilão da Valec para comprar trilhos. As duas tentativas anteriores, suspensas por indícios de irregularidade e dúvidas quanto à qualidade do material, foram vencidas pela mesma Pangang. Na terceira tentativa, o governo exigiu melhoria no produto e garantias financeiras adicionais, mas mesmo assim enfrenta dificuldades. Esse problema não afeta o trecho a ser inaugurado por Dilma, mas prejudica a continuação da Norte-Sul, que vai de Goiás ao oeste paulista, chamada de extensão sul da linha.


Os planos do governo são inaugurar esse trecho, entre Ouro Verde (GO) e Estrela d’Oeste (SP), no final de 2015. Segundo o balanço da Valec de dezembro de 2013, 50% da obra estão concluídos. Por falta de material, a Valec cogitou pegar trilhos emprestados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) - que administra as rodovias federais, mas também tem alguns trechos de linha férrea sob sua responsabilidade. Mas, por ora, está trabalhando com o material que sobrou do trecho Palmas-Anápolis.

Quando a linha estiver funcionando, os portos de Santos (SP) e Itaqui (MA) estarão ligados um ao outro por uma ferrovia de bitola larga, mais veloz e com maior capacidade, apropriada a cargas. “Não que a mercadoria vá viajar de um porto para outro, mas haverá opção no Norte e no Sul para o produtor escolher a melhor saída”, explicou o ministro dos Transportes, César Borges.

Ao longo da ferrovia, há produção de grãos, farelo e minérios. A falta de obras complementares, como pátios para transferir carga de caminhões aos trens, ainda impedirá um uso mais intensivo das linhas no ano que vem, segundo assinalou o presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça. Mas, acredita ele, a quantidade de grãos e farelos em vagões vai quase dobrar em seis anos, passando dos atuais 14% da produção para 32%. Fonte: Estadão