domingo, 12 de outubro de 2014

Pátio Metrô de Londres

O metrô de Londres, ou “tubo”, como costumam chamá-lo, é o sistema de trens subterrâneos mais antigo do mundo. Com cerca de 300 estações e expandindo-se o tempo todo, você nunca está longe de uma estação. As linhas de metrô são complementadas pela DLR (Dockland’s Light Railway), que liga a cidade de Londres e Docklands à região leste.


Os trens e as plataformas são indicados como leste, oeste, norte e sul, dependendo da direção da linha. Os trens que seguem da esquerda para a direita no mapa do metrô vão para o sentido leste, da direita para a esquerda vão para o sentido oeste, de cima para baixo, vão em direção ao sul e de baixo para cima vão para o norte. Na parte frontal do trem e na plataforma há indicação da última parada – normalmente a última estação da linha.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Trens Hitachi - Inglaterra

A Hitachi irá construir 70 novas unidades elétricas de vários para novo operador da ScotRail Abellio. Os novos trens que serão entregues até 46 de três carros e 24 unidades de quatro carros, inicialmente entrarão em operação na linha recém eletrificada de Glasgow Queen Street de Edinburgh Waverley ea Stirling - Alloa - linhas de Dunblane de 2017.


Andy Barr, diretor de operações da Hitachi Rail Europe, disse: "Esta é uma grande notícia, pois é o primeiro contrato para o nosso recém-lançado AT200 trem.

"Esses trens serão construídos na Facilidade Rail Vehicle Manufacturing da Hitachi em Newton Aycliffe, complementando a entrega da Classe 800 e 801 para o Programa Expresso intercidades, impulsionarão os empregos e o crescimento no Nordeste."

O AT200 é suburbano da Hitachi 'próxima geração' e comboio suburbano, projetado para desafiar o domínio do Electrostar e Desiro no Reino Unido e aproveitar o enorme mercado na Europa para-unidades múltiplas eléctricas.


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Trens de passageiros chineses chegam ao Rio de Janeiro

O navio que traz os quatro trens comprados na China pelo governo do estado chegaram ontem à Baía de Guanabara e devem desembarcar no Porto nos próximos dias. Os novos trens, que vão atender o sistema ferroviário do Rio, operado atualmente pela concessionária SuperVia, terão ar-condicionado, quatro telas de LCD por vagão, tratamento acústico, e circuitos interno e externo de TV. Fonte: O Globo

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Só falta testar o novo modelo para ferrovias

O novo modelo de exploração do transporte ferroviário de cargas brasileiro, o "open access", é uma mudança radical para o setor. Objeto de consideráveis críticas de fundo jurídico e econômico, ele vem passando por seguidos atrasos de cronograma para ser testado com novas concessões. Um passo importante, no entanto, foi dado no final do primeiro semestre com a regulação do Operador Ferroviário Independente (OFI), pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).


Pela Resolução ANTT 4.348/2014, para prestar o serviço de transporte de carga dissociado da exploração da infraestrutura, o OFI será habilitado por um título de autorização conferido pela agência. Essa autorização carrega algumas características especiais que podem ser assim sintetizadas:

1 - Sua obtenção depende exclusivamente do cumprimento de requisitos objetivos;
2 - Esses requisitos são passíveis de alteração unilateral pela ANTT, mas esta alteração não afeta autorizações em curso, apenas novos pedidos e renovações de autorizações já outorgadas;

3 - Inexiste espaço decisório discricionário para a ANTT conferir ou não a autorização ao particular solicitante, excepcionada a hipótese de inviabilidade operacional;

4 - Há direito a renovação periódica semiautomática, revelando um período assegurado entre quatro anos e quatro anos e meio de duração da autorização, conferindo alguma segurança aos investimentos do OFI;

5 - Inexiste hipótese de extinção discricionária do título habilitante;

6 - A transferência da autorização não depende da anuência prévia da ANTT, apenas do cumprimento dos requisitos objetivos indistintamente exigidos.

O modelo ainda vigente no setor ferroviário começou a ser implantado por meio do processo de privatizações da década de 1990. Ele é denominado vertical ou concentrado, por acumular, no concessionário, não só as atividades de construção e manutenção da malha ferroviária como também o papel de operador - transportador de cargas - e de próprio usuário, enquanto proprietário da carga a ser transportada.

Em que pese ter alcançado seus objetivos de desonerar o Estado e ampliar os investimentos nas ferrovias, a concentração de atividades em um mesmo agente jogou luzes sobre aspectos concorrenciais importantes. Vieram à tona questões de compartilhamento da infraestrutura como tráfego mútuo, direito de passagem e a tutela regulatória da relação entre concessionário e usuário dependente.

Foi em resposta a essas questões que se optou por dar início ao desenho do novo modelo regulatório das ferrovias. O modelo em construção tem sido designado por horizontal ou "open access", uma vez que sua esquematização dissocia a construção, manutenção e exploração da infraestrutura, do transporte ferroviário de cargas. Com efeito, o propósito da mudança é possibilitar que diversos operadores atuem na mesma malha ferroviária, competindo entre si e produzindo, com isso, reflexos na modicidade das tarifas e maior eficiência logística.

Esse novo arranjo contará com a atuação das novas concessionárias horizontais, da Valec e dos OFIs, da seguinte forma:

1 - A concessionária horizontal deverá construir, manter, operar e gerir a malha ferroviária, ficando, no entanto, impedida de ser sua própria usuária;

2 - Figurando como interveniente ou anuente nos novos contratos de concessão, a Valec comprará a integral capacidade operacional das concessionárias horizontais, bem como a capacidade ociosa das concessionárias verticais, remunerando-as por isso;

3 - A Valec fará ofertas públicas da capacidade adquirida a OFIs, mediante a celebração de contratos de cessão onerosa de uso de capacidade de tráfego, contemplando o pagamento de Tarifas de Capacidade de Tráfego;

4 - Os OFIs celebrarão contratos de transporte com os usuários finais, mediante o pagamento de preço livre;

5 - E, em paralelo, os OFIs celebrarão contratos operacionais de transporte com as concessionárias, regulamentando as regras de acesso e utilização da infraestrutura ferroviária, mediante o pagamento de tarifa de fruição.

A modelagem remuneratória conta, também, com a antecipação, pela Valec, de 15% de todos os investimentos em bens de capital a serem realizados pela concessionária na fase pré-operacional. Esse adiantamento será abatido linearmente durante os anos operacionais da remuneração ordinária, desde que o concessionário cumpra o cronograma de execução física. Além disso, há a promessa de que BNDES, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal financiarão até 70% dos investimentos obrigatórios previstos no plano de negócios.

A partir dessas linhas gerais, não é difícil entender que o novo modelo teve pelo menos três grandes preocupações. A primeira é a de quebrar o monopólio das concessionárias, no formato do modelo atual, fomentando a concorrência no setor. Em seguida, a de contornar o risco de demanda e a incerteza na receita do futuro concessionário, a fim de manter a atratividade das concessões para a iniciativa privada. E por fim, a de conferir provimento financeiro inicial que permita aliviar o concessionário durante a aplicação mais intensiva de capital na fase pré-operacional, envolvendo a aquisição de bens e a realização de obras.

Acontece que, enquanto não sai do papel, o modelo de "open access" segue sendo apenas isso: uma mudança radical, complexa e ousada, cercada de incertezas e promessas de que o transporte ferroviário de cargas se tornará mais eficiente e assumirá maior importância na matriz logística nacional. Do ponto de vista jurídico, após a regulação do OFI, só falta testá-lo.

Artigo: Leonardo Coelho Ribeiro é sócio na área de infraestrutura de Firmo, Sabino & Lessa Advogados; professor de cursos de pós-graduação em direito administrativo empresarial, estado e regulação na FGV Direito Rio e membro da comissão de direito administrativo da OAB/RJ e do IAB. Fonte: Valor Econômico





segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Locomotiva D51 de 1936 - Operacional

Mais de dez anos após a introdução do Shinkansen, o Japão retirou seus últimos trens a vapor do serviço regular. Agora o Japão tem catorze Locomotivas a Vapor restauradas que são capazes de rodar em linhas de trens regulares. Esta é uma locomotiva D 51, um modelo que data de 1936, transportando um comboio na linha Joetsu em Gunma em 2008.