domingo, 16 de agosto de 2015

Alstom Citadis VLT

O VLT Citadis da Alstom tem sido o centro de vários projetos de renovação de cidades desde 1997. Com esses 17 anos de experiência comprovada do modelo X05, foram vendidos mais de 1.800 Citadis em todo o mundo. Uma pesquisa sobre a nova evolução do Citadis considerou a política de melhorias dos produtos da Alstom, bem como o retorno sobre a experiência dos clientes” afirma Bernard Dailly, Vice-Presidente da divisão de veículos leves sobre trilhos.


O Citadis X05 integra novas tecnologias, tais como motores magnéticos permanentes que reduzem o consumo de energia e oferecem fácil integração e manutenção, o que reduz os custos do ciclo de vida do sistema. O Citadis X05 será mais rápido, capaz de rodar em torno de 80 km/h, permitindo que os operadores aumentem as distâncias entre as paradas na periferia das cidades. Duas soluções sem catenárias serão oferecidas. Além da tecnologia APS comprovada, a Alstom também disponibilizará sistemas completos de autonomia a bordo.




O Citadis X05 fornecerá, mais do que nunca, opções mais flexíveis para seus clientes, graças à ampla gama de comprimentos (24 a 44 m) e às novas opções de design. As cidades podem projetar a parte frontal e suas próprias cores/símbolos e podem, também, escolher entre diferentes sistemas de iluminação LED externos e internos. Um aplicativo de configuração, disponível para ipads, foi desenvolvido para permitir que as equipes comerciais da Alstom apresentem aos clientes as diferentes opções disponíveis.




A experiência do passageiro é a essência da fase de desenvolvimento do produto. A Alstom oferece agora portas duplas ao longo de todo o veículo, um corredor central mais largo para maior acessibilidade e um aumento do número de assentos, mantendo sua capacidade. A área de superfície do VLT, coberta por vidro, aumentou em 12% de acordo com o conceito balcony em modelos suspensos, o que permite que o passageiro desfrute sua viagem por toda a cidade.




O Citadis X05 é ainda ambientalmente correto e compatível com REACH. Todas as tintas são baseadas em água e o mesmo gasta dez vezes menos energia do que um carro. Além disso, os novos motores permitirão que as frenagens elétricas sejam mais potentes.




Até hoje, mais de 45 cidades em 14 países de todo o mundo escolheram a solução de VLT Citadis da Alstom. São mais de 1.800 veículos vendidos e mais de 1.500 em operação comercial, que já transportaram 5,4 bilhões de passageiros. Fonte:Alstom

sábado, 8 de agosto de 2015

AMT - Quebec

A empresa canadense AMT atua desde o início de nossas atividades em 1996, estamos alavancando nossa experiência para planejar, operar e promover o transporte público na região metropolitana de Montreal. Para cumprir nosso papel, podemos desfrutar de um status de agência governamental de âmbito metropolitano e relatório ao Ministro dos Transportes de Quebec. Fonte: AMT


quinta-feira, 23 de julho de 2015

Primeiro metrô da Índia entra em serviço comercial - Alstom

Em 29 de junho, o primeiro metrô na Índia entrou em serviço comercial, na cidade de Chennai na primeira fase da linha 2 do Koyambedu para Alandur, que abrange 10 km e inclui 8 estações. Estiveram presentes na inauguração o ministro Hon'ble Chefe de Tamil Nadu, Pankaj Kumar Bansal, Managing Director, Chennai Metro Rail Limited (CMRL), Bharat Salhotra, Managing Director, a Alstom Transporte Índia, bem como altos funcionários do governo. Mais de 80.000 passageiros são esperados para viajar por dia na nova linha de metrô. Fonte: Alstom



terça-feira, 21 de julho de 2015

Israel Railways inaugura nova medição sonda até 140km/h

Israel Railways inaugurou uma nova medição e gravação moderna, ele é capaz de trabalhar a 140 quilômetros por hora e capaz de medir toda a rede em três semanas. O novo veículo é equipado com oito sistemas ópticos, avançado sistema de medição computadorizado, tecnologia a laser e DGPS indicando informações sobre avarias na via permanente. Fonte: UIC/Israel Railways

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Valec acompanha engenheiros chineses em traçado que integra a Ferrovia Bioceânica

Não é de hoje que a VALEC pensa e trabalha para viabilizar o desejo de ligar o Brasil ao Oceano Pacífico. Para sair do município de Campinorte (GO) e chegar à cidade de Cruzeiro do Sul (AC) é preciso atravessar mais de 3.500 km. Desde o dia 05/7, essa trajetória está sendo percorrida por técnicos da VALEC que apresentam a Ferrovia Bioceânica a uma comitiva de engenheiros chineses.

Durante dez dias, o grupo percorre o longo traçado que já vem sendo objeto de estudos pela VALEC há alguns anos devido ao projeto da FICO (Ferrovia de Integração Centro-Oeste), que constitui boa parte da Bioceânica. O trecho Campinorte (GO) – Lucas do Rio Verde (MT), com 901 km, já conta com o EVTEA (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) e o Projeto Básico concluídos, desde 2012. 


O trecho seguinte, entre Lucas do Rio Verde (MT) e Vilhena (RO), com 646 km, também concluiu seu EVTEA, no ano passado. O Licenciamento Ambiental foi obtido após longa negociação com a FUNAI. O processo licitatório para a elaboração do EVTEA e do Projeto Básico do trecho mais ao oeste, Vilhena (RO) – Porto Velho (RO), com 770 km, foi concluído e aguarda apenas a autorização para contratação. A Bioceânica recentemente ganhou força com a assinatura do Memorando de Entendimento Brasil/China/Peru pela presidente Dilma Rousseff, e os presidentes da China, Xi Jinping, e do Peru, Ollanta Humala. O acordo prevê a entrega de estudos de viabilidade econômica patrocinado pelos chineses em maio de 2016.

A VALEC assessorou o Ministério de Relações Exteriores no trabalho de elaboração do acordo estando presente nas reuniões preparatórias em Brasília e na capital peruana. Os técnicos da VALEC também têm participado ativamente das reuniões com os chineses, organizadas pela EPL (Empresa de Planejamento e Logística), a quem cabe coordenar os trabalhos em nome do Ministério dos Transportes. A Bioceânica vai abrir uma nova rota de escoamento da produção brasileira passando pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Acre, e, atravessando o Peru, chegar ao Oceano Pacífico. Atualmente, os produtos exportados para o mercado asiático são escoados somente via Canal do Panamá. A futura ferrovia poderá também enviar a produção agrícola do Centro-Oeste brasileiro para os portos do Norte e Sudeste, através da Ferrovia Norte-Sul, construída pela VALEC, quando exportadas para Europa e Oriente Médio, o que abre ainda mais oportunidades logísticas.
Fonte: Valec