sábado, 26 de dezembro de 2015

CP Portugal mais de 150 anos de experiência

A CP E.P.E. é uma entidade pública empresarial detida a 100% pelo Estado. Como agente ativo da sociedade, a CP assume a responsabilidade de contribuir para o desenvolvimento económico e para a coesão social do país e dos seus cidadãos, através de um bom desempenho da sua atividade comercial.

Com cerca de 107,2 milhões (em 2013) de passageiros transportados por ano, a CP é uma das mais representativas empresas portuguesas e a maior empresa de transportes terrestres a operar em Portugal. Fonte: CP/Foto: Divulgação 

domingo, 13 de dezembro de 2015

Metrô de Pyongyang

O sistema de Metrô de Pyongyang possui duas linhas Chollima (12 km) e Hyoksin (10 km), totalizando 22 km de extensão. A linha Chollima atende aos bairros Puhung, Yonggwang, Ponghwa, Sungni, Tongil, Kaeson, Jonu, Pulgunbyol e Koryo, enquanto a linha Hyoksin atende as regiões de Kwangbok, Konguk, Hwanggumbol, Konsol, Hyoksin, Jonu, Jonsung, Samhung e Rakwon.

Considerado o mais profundo do mundo, o Metrô de Pyongyang está situado a 120 metros abaixo do solo. Suas estações possuem nomes relacionados a temas da revolução e a glorificação da regime e foram construídas nos moldes do Metrô de Moscou stalinista, com grandes monumentos, candelabros e etc. Fonte: Divulgação



terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Raptor Rail Handling System - Loram

Desde a introdução do trilho continuamente soldado, entregando as ferrovias a partir da planta de soldagem para o local de trabalho, pegar o trilho usado a partir da via tem sido um processo super trabalhoso.

Grandes grupos de trabalho que operam equipamentos potencialmente perigosos eram a norma em toda a América do Norte. Muito destes equipamentos ainda está em uso hoje e é ultrapassado, obsoleto, e em breve enfrentará a aposentadoria. Os tempos estão mudando na estrada de ferro também, janelas de trabalho estão ficando menores e mais difíceis de obter. Os orçamentos de manutenção estão sofrendo com o peso dos volumes de tráfego recorde. O que é necessário é uma maneira mais segura, mais rentável para gerenciar a logística ferroviária. Fonte: Loram



sábado, 28 de novembro de 2015

BNDES aprova R$ 587,8 milhões para VLI

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou ontem (26/11) a aprovação de financiamento no valor de R$ 587,8 milhões para a VLI Multimodal. A empresa utilizará os recursos na aquisição de 16 locomotivas de fabricação nacional, da Progress EMD, do Grupo Caterpillar, e 1.916 vagões, também fabricados no Brasil, pela Randon. O objetivo é aumentar os volumes de carga transportados na Ferrovia Centro-Atlântica (FCA) e na Ferrovia Norte-Sul (FNS). 


As aquisições integram o plano de negócios da VLI, orçado em R$ 9 bilhões, que tem por objetivo aumentar o volume transportado em 73%, entre 2012 e 2017, e contempla também a construção de novos pátios e terminais, ampliações de oficinas e porto, além da compra de material rodante. A VLI tem sido responsável pela aquisição de boa parte da produção nacional de locomotivas e vagões. Em 2014, segundo a empresa, foram adquiridas 42 locomotivas, sendo 34 nacionais, e 2.155 vagões, todos fabricados no Brasil. Os números representam 42,5% da produção nacional de locomotivas, que, segundo números da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), foi de 80 unidades em 2014; e 45,8% dos 4.703 vagões produzidos em solo brasileiro, também segundo números da Abifer.

Do total do financiamento aprovado, R$ 392,9 milhões serão repassados diretamente pelo BNDES e R$ 195 milhões por meio do Banco Safra, em operação indireta. Fonte: Revista Ferroviária Publicada em: 27/11/2015 Foto: Divulgação 

domingo, 22 de novembro de 2015

Teste VLT Carioca na Praça Mauá

A região do centro do Rio vai ganhar um novo meio de transporte no primeiro semestre do ano que vem. Está prevista para abril a inauguração da primeira linha do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que lembra muito os bondes do começo do século XX, mas tem uma roupagem nova e muito mais moderna.


O VLT Carioca é um dos primeiros do mundo a não depender de fios no alto para funcionar, e os trilhos também não apresentarão risco de eletrocussão em dias de chuva e enchente: há um sistema que garante a alimentação das locomotivas pelo solo (APS), mas isolando a energia apenas onde o trem está passando. Fonte: RJ TV/Globo