sábado, 1 de julho de 2017

A nova linha de metrô que atravessará Londres de leste a oeste à partir de 2018

A nova linha de metrô que atravessará Londres de leste a oeste à partir de 2018 se chamará "Elizabeth", em homenagem à rainha, anunciou, nesta terça-feira, o prefeito da capital inglesa durante uma visita da monarca ao local das obras. Chamada até o momento de "Crossrail", a futura "Elizabeth line", que terá cerca de 100 km antes de 2020, unirá principalmente o distrito financeiro de City ao aeroporto Heathrow.


Elizabeth II desceu a 28 metros de profundidade na estação de Bond Street. Ali, visitou uma parte das obras faraônicas da construção da linha, que começaram em 2009 e terão um custo de 21 bilhões de dólares (83 bilhões de reais). Várias empresas espanholas participam do projeto, como a construtora Ferrovial.

"Além de oferecer uma melhora radical dos transportes da capital, a linha Elizabeth será uma homenagem perdurável à nossa monarca", disse o prefeito Boris Johnson.

Isabel II foi, em 1969, a primeira monarca britânica a visitar o metrô de Londres, o mais antigo do mundo, com mais de 150 anos de idade.

A nova linha terá 40 estações e unirá as localidades de Reading (oeste da capital) e Shenfiels (leste), passando por Heathrow e pelo centro da cidade.

O objetivo é atender aos 200 milhões de passageiros e descongestionar um transporte público que tem sofrido com a falta de investimento por décadas. Fonte: Underground Vídeo: Youtube/Globo




quarta-feira, 28 de junho de 2017

Estação Ferroviária de Rossio - Lisboa

A obra para a sua construção, adjudicada a uma empresa belga, incluía, para além da estação, a abertura do túnel ferroviário do Rossio, a ligação rodoviária à Calçada do Carmo e o Hotel Palace e iniciou-se no ano de 1886.

A empreitada da Estação Ferroviária do Rossio foi rápida e passados apenas 4 anos e a estação foi inaugurada. No dia 23 de Novembro de 1890 abria ao público e ao tráfego ferroviário com o nome de estação da Avenida.


A Estação Ferroviária do Rossio apresenta uma fachada principal onde se destacam as suas 8 portas e 18 janelas, o conjunto arquitetônico da entrada da estação, feita pela zona dos Restauradores, é embelezado pelo magnífico relógio, amplamente decorado, que está colocado no topo centro do edifício como que coroando esta perfeita conjugação de elementos que se pode enquadrar ainda na linha revivalista do tardio romantismo português.A Estação Ferroviária do Rossio tem um estilo neo-manuelino, o edifício que alberga a Estação do Rossio é considerado um verdadeiro monumento e a prová-lo a classificação como Edifício de Interesse Público atribuída pelo Estado em 1971 que incluiu vários outros imóveis da zona da avenida da Liberdade.

Uma chamada de atenção também para a cobertura do cais de embarque, um excelente exemplo da arquitetura do ferro, muito em voga no século XIX. Ainda no que toca à configuração e utilização desta infra-estrutura ferroviária é necessário fazer também referência ao facto, curioso, das plataformas de embarque da estação estarem localizadas 30 metros acima do nível da entrada principal, coincidindo com o último piso do edifício.

Por sua vez, o acesso dos comboios à estação do Rossio, possível apenas via estação de Campolide, faz-se através de um túnel com via dupla de aproximadamente 2,6 km de comprimento e com um perfil abobadado de 8 m de largura por 6 m de altura.

A Estação Ferroviária do Rossio, em funcionamento há cerca de 120 anos foi, durante muito tempo, a principal estação de comboios da cidade de Lisboa devido à sua proximidade com o centro e com a baixa.

Com o aumento do tráfego de passageiros e comboios, especialmente do que provinha da Linha de Sintra, foi necessário proceder a uma descentralização deste movimento de forma a agilizar o sistema de transportes públicos da cidade.

Assim, os comboios internacionais e de longo curso passaram a fazer a sua paragem na estação de Santa Apolónia, ficando a do Rossio reservada apenas ao tráfego ferroviário suburbano.

Com os anos a Estação do Rossio foi alvo de várias intervenções e melhoramentos e já na última década do século XX foi ali construído um átrio norte subterrâneo de forma a criar uma ligação direta à rede do Metro de Lisboa – Linha Azul – e de autocarros dos Restauradores.

Atualmente a Estação Ferroviária do Rossio é um dos locais mais vibrantes e repletos de vida da capital portuguesa.

Milhares e milhares de pessoas, que chegam e saem de Lisboa, passam todos os dias por ela e dali acedem fácil e rapidamente ao centro da cidade e à Baixa Pombalina. Fonte: Divulgação Foto: Silvério Borges


sábado, 24 de junho de 2017

Os trens e as cerejeiras no Japão

A Primavera chega no Japão e junto dela as primeiras cerejeiras começam a florescer. As flores de cerejeira (Sakura) são um dos símbolos mais belos e marcantes da cultura japonesa, como os Shinkansen, despertando a paixão e interesse da população japonesa e de turistas do mundo todo. Porém o período das cerejeiras é relativamente curto, podendo durar apenas alguns dias ou semanas a partir do florescimento. Fonte: Divulgação


quarta-feira, 21 de junho de 2017

Socadora e Estabilizadora 09-32/4S

A Socadora e Estabilizadora dinâmica de trilhos contínuos, também podem ser incorporados em outras máquinas de manutenção de via, as máquinas como a KPV ou unidades de carregamento e distribuição de lastro para o preenchimento das zonas por Compactadores ou Socadoras, também pode ser mencionado como um exemplo mais amplo da incorporação de vários processos de trabalho em Socadoras. Fonte: Divulgação

terça-feira, 6 de junho de 2017

A GE e a Vale estão deixando o transporte ferroviário brasileiro mais conectado e inteligente

Em um país com custos imensos de logística como o Brasil, apostar no desenvolvimento da malha ferroviária para o transporte de carga pode ser determinante para a eficiência da indústria. Diante desse cenário, a GE segue trilhando o caminho da inovação: por meio de uma plataforma que transforma locomotivas em centrais móveis de dados, conseguimos deixar as linhas férreas mais inteligentes, elevando velocidade e produtividade ao passo que reduzimos gastos, riscos e atrasos. Eis o Trip Optimizer, solução digital da GE que já está ajudando uma das maiores mineradoras do mundo, a Vale, a deixar seus processos e ecossistemas mais conectados. Quer saber como ele funciona?



Imagine um trajeto ferroviário com tantos obstáculos que, para preservar as locomotivas, os operadores dos trens precisavam guiar de acordo com diferentes parâmetros, considerando áreas instáveis e remotas, curvas acentuadas e variações de velocidade e aceleração. Para se ter uma ideia, os maquinistas da Vale tinham um manual de instruções para conduzir o trem em diferentes trechos da via, com especificações para cada vagão e locomotiva, contemplando diversos fatores territoriais e operacionais!

Foi então que a solução da GE entrou em cena para tornar tudo mais digital. “O Trip Optimizer é um recurso à disposição dos maquinistas, como um piloto automático, capaz de proporcionar também a redução do consumo de combustível. Para isso, ele calcula de forma inteligente a aceleração e a frenagem ideais das locomotivas da composição a partir de fatores internos e externos”, explica Nelyo Oliveira, gerente de tecnologias digitais da GE Transportation para América Latina. A solução integra sistemas de bordo e de GPS, levando em consideração aspectos da ferrovia e características do trem - como comprimento, peso, limites de velocidade, tempo de trajeto, desempenho das locomotivas, rampas e relevo acidentado - para definir padrões de viagem. Dessa forma, proporciona não apenas grandes ganhos em segurança, mas também em produtividade.

Mas os desafios da Vale eram enormes: dona de alguns dos trens mais pesados e complexos do mundo, com três locomotivas e 330 vagões, os maiores objetivos da empresa eram simplificar a operação e minimizar a queima de combustível na rota da Estrada de Ferro Carajás (EFC), ferrovia com 892 quilômetros de extensão utilizada principalmente para o transporte de minério de ferro. Além disso, garantir fidelidade ao plano de viagem estabelecido, reduzir as forças internas nos engates e ajustar o tamanho do trem conforme a demanda também eram pontos críticos. “A Vale precisava de flexibilidade na operação, com a possibilidade de variar o número de carros e locomotivas de acordo com a necessidade”, conta Lucas Malta, líder do programa de tecnologias digitais para Transporte e Aviação do Centro de Pesquisas da GE localizado no Rio de Janeiro. “Como o trem era muito difícil de dirigir, todo aquele manual precisaria ser refeito, pensando na nova configuração da operação”, considera.


A partir de todas essas demandas, o nosso Centro de Pesquisas atuou com força total. “Foram necessárias duas adaptações para implementar o produto com efetividade: uma para a base do computador de bordo, que é responsável pelo planejamento de automação e controle do combustível, e outra para os desafios particulares da Vale, que demandavam funcionalidades personalizadas”, conta Malta, que participou ativamente das pesquisas para customizar a solução. “Durante o teste piloto, os desenvolvedores do Centro de Pesquisas realizaram simulações para entender o que não fazia sentido para a Vale e precisaria ser mudado. Depois, foi feita uma investigação para verificar onde havia oportunidade de economia, ajustando os cálculos para a realidade da operação até conseguir melhorar os resultados”, resume o pesquisador.


Revisando tais configurações, a meta era reduzir o consumo de combustível em, no mínimo, 3% em comparação a trens que não usam o Trip Optmizer. Após vários meses de ajustes e alinhamentos entre os pesquisadores do Centro de Pesquisas da GE no Rio de Janeiro, a área de engenharia da Vale e os times da GE Transportation dos Estados Unidos e Brasil, esse número excedeu as expectativas: atingimos 3,65% de economia. Para completar, foi possível padronizar as viagens, oferecer maior flexibilidade operacional e evitar paradas não planejadas. O sucesso da implementação foi tão grande que a Vale solicitou testes pilotos do Trip Optimizer para outras duas operações: a Estrada de Ferro Vitória a Minas, que liga as minas da Vale ao Porto de Tubarão (ES), e do Corredor Nacala, em Moçambique.

Confira no infográfico abaixo como os testes e adaptações do Trip Optimizer foram feitos para a Vale, trazendo diversos benefícios mensuráveis:


O projeto, que representou uma das primeiras experiências de testes com o Trip Optimizer fora dos Estados Unidos, foi pioneiro na implementação desse tipo de tecnologia na América Latina. Atualmente, em todo o mundo, são quase 3 mil trens operados todos os dias utilizando os benefícios operacionais dessa solução digital, resultando em mais de 16 milhões de quilômetros já percorridos por trens inteligentes! Acompanhe o GE Reports Brasil e saiba mais sobre a excelência do projeto com a Vale! Fonte: GE Brasil