quarta-feira, 15 de maio de 2019

Veículos para manutenção de trilhos em clima severo

A boa manutenção dos trilhos é fundamental para o bom funcionamento de uma linha férrea. De fato, quando um trilho está obstruído os trens correm perigo, por isso, os materiais depositados devem ser removidos: os veículos ferroviários Tesmec foram projetados para enfrentar estes problemas.

A Tesmec projeta e produz veículos especiais ferroviários para fazer a manutenção dos trilhos de linhas férreas, bondes e metrôs, assim como veículos para a limpeza e remoção de obstruções e materiais - tais como neve, gelo e folhas - depositados no percurso dos trilhos.

Os veículos ferroviários de manutenção de trilhos da Tesmec são capazes de trabalhar também em baixas temperaturas e podem ser equipados com diversos itens opcionais para diferentes usos.


sábado, 11 de maio de 2019

VLT Carioca solicita autorização da Prefeitura do Rio para operar Linha 3

A Concessionária do VLT Carioca solicitou à Prefeitura do Rio autorização para colocar em operação a linha 3, último trecho previsto no sistema, que ligará a Central do Brasil diretamente ao aeroporto Santos Dumont.


O novo trecho é a última entrega prevista no projeto e marca a consolidação de uma rede de 28km de trilhos, 29 paradas e estações e 32 trens que circulam desde junho de 2016 no Centro e Região Portuária do Rio.

O percurso contará com 10 paradas, sendo três novas: Cristiano Ottoni-Pequena África (na praça de mesmo nome, também na região da Central), Camerino-Rosas Negras (na Marechal Floriano, próxima à rua de mesmo nome) e Santa Rita-Pretos Novos (também na Marechal Floriano, à altura da igreja homônima). Os nomes contam com homenagens a ícones da cultura africana, batizados em consenso com o Iphan e entidades do movimento negro e sociedade civil. Fonte: Comunicação


terça-feira, 7 de maio de 2019

Estações do Metrô do Rio de Janeiro aceitam cartão de crédito via aproximação

Os usuários do metrô do Rio de Janeiro já podem pagar a tarifa do serviço com cartão de crédito ou celular, via aproximação. A funcionalidade é fruto de uma parceria entre MetrôRio, Banco do Brasil, Bradesco, Cielo e Visa. Todas as 41 estações do MetrôRio (linhas 1, 2 e 4) possuem validadores compatíveis com a nova modalidade de pagamento. Eles já estão devidamente sinalizados, garante a concessionária.


O usuário precisa apenas aproximar o cartão de crédito do equipamento para a tarifa ser cobrada, sem necessidade de digitar senha.

O cartão precisa ser do tipo contactless. Como alternativa, o usuário pode fazer o pagamento via serviços como Apple Pay e Samsung Pay. Relógios ou pulseiras com NFC também são compatíveis. Não há taxas ou valores adicionais nos pagamentos via aproximação: apenas a tarifa vigente é cobrada.


MetrôRio e Visa apontam duas vantagens da nova modalidade de pagamento: comodidade ao usuário, que não precisa comprar ou recarregar bilhetes nos postos — as tarifas são cobradas na fatura do cartão de crédito — e diminuição das filas nas bilheterias das estações. Outro benefício é a facilidade para turistas utilizarem o metrô. Fonte: Emerson Alecrim/Tecnoblog


domingo, 5 de maio de 2019

Transporte de carga por trilhos aumenta 33%

O transporte de carga no Brasil por trilhos e pela costa é 33% maior do que um ano atrás, quando houve a greve dos caminhoneiros. O aumento é decorrente dos altos valores do transporte rodoviário após a tabela de frete. Além disso, as outras opções ganharam força com as consequências da paralisação da categoria. 


O transporte de contêineres por trilhos teve um aumento de 15% no país. Já a movimentação pela costa, chamada cabotagem, apresentou um avanço de quase 18% em 2018. O levantamento foi feito pelo Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain). Em algumas regiões do país, o aumento foi ainda maior. No trecho Nordeste-Sudeste o avanço da cabotagem foi de 20%. Já entre a Bahia e São Paulo, o transporte pela costa cresceu 300%. Fonte: Surno


terça-feira, 30 de abril de 2019

Dia do Ferroviário - 30 de Abril

O ferroviário, isto é, o trabalhador das estradas de ferro, também tem o seu dia. É o 30 de abril. Por quê? Porque em 30 de abril de 1854 inaugurou-se a primeira linha ferroviária do Brasil, numa viagem que contou com a ilustre presença do imperador dom Pedro 2º e da imperatriz Tereza Cristina. A Estrada de Ferro Petrópolis, que tinha cerca de 14 km de trilhos, ligava o Rio de Janeiro a Raiz da Serra, na direção da cidade que batizou a ferrovia.


Ela foi um empreendimento do empresário Irineu Evangelista de Sousa, que por isso recebeu do governo imperial o título de barão de Mauá. Hoje, pode não parecer, mas as estradas de ferro e seus trabalhadores já foram muito importantes para o desenvolvimento de nosso país. A história do Brasil, em diversos sentidos, caminhou sobre os trilhos dos trens, puxada pelas locomotivas. Quer um exemplo surpreendente? 

Os ingleses e o futebol As duas primeiras bolas de futebol trazidas para o Brasil, que introduziu aqui esse esporte britânico, foram utilizadas numa partida entre os funcionários da São Paulo Railway (= estrada de ferro) e os da Companhia de Gás. Os ferroviários ganharam por 4 a 2. Na verdade, assim como o futebol, a ferrovia é uma invenção dos ingleses. 

A primeira locomotiva da história foi projetada pelo engenheiro George Stephenson (1781-1848). Seus resultados para o transporte de carga e passageiros foram surpreendentes. Afinal, os transportes terrestres da época tinham tração animal e a locomotiva (de "locomotion", locomoção, movimento) atingia uma velocidade incrível: 20 quilômetros por hora. Os trens rapidamente se difundiram no mundo e no Brasil. Aqui, em 1889 já havia 10 mil quilômetros de linhas férreas e, no centenário da inauguração da estrada de Mauá, em 1954, os trilhos já haviam atingido cerca de 40 mil quilômetros. Ao longo de todo esse tempo, várias outras vezes os ferroviários ajudaram a transportar nossa história.


A locomotiva da história Em 1930, Getúlio Vargas pegou um trem no Rio Grande do Sul e seguiu para o Rio de Janeiro, conduzindo as tropas gaúchas que iriam depor o presidente Washington Luís e começar um novo período da história nacional. Da mesma maneira, viajavam de trem as tropas paulistas que se insurgiram contra Getúlio em 1932, lutando pela promulgação de uma nova Constituição. Na década de 1950, o trem era o principal meio de transporte entre as duas maiores cidades do país: São Paulo e o Rio de Janeiro. A ponte aérea só surgiria em 1959. Contudo, não foi o avião, mas a indústria automobilística, que o presidente Juscelino Kubitschek trouxe para o Brasil, na virada da década década de 50 para a de 1960. 

Com isso, as estradas de ferro entram em decadência. Infelizmente, pois se trata de um meio de transporte eficiente, barato e limpo, no que se refere à poluição ambiental. Hoje em dia, a malha ferroviária do país chega somente a cerca de 30 mil quilômetros, utilizada em sua maioria para o transporte de carga. O Trem-bala - Você pode estar pensando que isso é natural, que o trem era uma coisa do passado, que se tornou ultrapassada com o surgimento dos carros, dos ônibus, dos automóveis, mas isso absolutamente não é verdade. 

A importância do passado ressalta que as ferrovias também podem ser uma grande opção de transporte no futuro. Nas grandes cidades, os trens já são importantíssimos, transportando passageiros por debaixo da terra nos metrôs. Além disso, a tecnologia ferroviária evolui muito ao longo de quase dois séculos. O trem-bala japonês, que une as cidades de Tóquio e Osaka, atinge uma velocidade média de 300 Km/h.

No Brasil o Ministério dos Transportes fala em abrir uma concorrência para criar uma PPP (Parceria Público-Privada) para a construção de um trem-bala entre o Rio de Janeiro e São Paulo. Ele percorreria os 400 Km que separa as duas cidades em uma hora e meia, viajando a uma velocidade média de 280 Km/h. Este talvez já seja um bom motivo para se comemorar com entusiasmo o dia do ferroviário. Fonte: Divulgação Dia do Ferroviário