sexta-feira, 14 de junho de 2019

Híbrido Rail Road Truck-SF02- Linsinger

O veículo Híbrido Rail Road Truck-SF02 da Linsinger, de alto desempenho, produtivo é um multitalentoso entre máquinas que fazem a manutenção e são responsáveis pelo frisamento de trilhos que proporciona uma ótima rolagem dos trens. Um design híbrido engenhoso que permite a fácil transferência da máquina para os trilhos e estradas rodoviárias, ideal para pequenos e médios lotes de construção, bem como para redes ferroviárias, metroviárias e veículos leves sobre trilhos. Fonte: Linsinger






quarta-feira, 5 de junho de 2019

Trem que liga Brasília a Valparaíso faz 1ª viagem nesta terça

O trem que ligará Brasília a Valparaíso (GO) fará sua primeira viagem de teste na manhã desta terça-feira (04/06/2019). Partindo da Estação Rodoferroviária, às margens da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), o vagão segue com destino ao Entorno do Distrito Federal, das 8:30 h às 11:30 h.


O trajeto será feito por uma comitiva composta por: o governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB); o secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Paulo Roriz; o secretário de Transporte e Mobilidade, Valter Casimiro; o secretário nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos do Ministério do Desenvolvimento Regional, Jean Pejo; e um representante da VLI, concessionária responsável pela linha.

A viagem experimental é coordenada pela União, assim como o projeto de revitalização do sistema de transporte. A princípio, o Ministério do Desenvolvimento Regional previa o início dos testes em janeiro. Porém, um reestudo feito pela Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e o governo local acabou atrasando o cronograma. Fonte: Metrópoles/Caio Barbieri


sexta-feira, 31 de maio de 2019

MetrôRio ganha prêmio de melhor importador

MetrôRio ganha prêmio de melhor importador da RIOgaleão Cargo
Empresa foi reconhecida pelo desembaraço logístico de cargas no aeroporto internacional

O MetrôRio, uma empresa do grupo Invepar, conquistou nesta quinta-feira (30) o prêmio do Programa de Eficiência Logística RIOgaleão Cargo como melhor importador. A premiação é concedida pelo consórcio RIOgaleão, que administra o Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro.

 

Ao todo, são reconhecidas seis categorias em 12 setores econômicos, reunindo as principais empresas que atuam na cadeia logística internacional de cargas, como montadoras de automóveis, operadores de infraestrutura e mobilidade urbana, importadores e exportadores.

Todas as empresas participantes tiveram a sua performance em 2018 analisada e o prêmio foi entregue aos vencedores durante uma cerimônia no Museu do Amanhã, no Rio. Jorge Maia, gerente de suprimentos da Invepar, empresa controladora do MetrôRio e responsável por todas as compras da empresa, explicou que a concessionária foi novamente reconhecida pela rapidez com que realiza o seu desembaraço logístico, fazendo com que a agilidade desde o embarque de peças e materiais garanta a qualidade da operação metroviária.


“Este prêmio coroa a nossa eficiência para o recebimento e o desembaraço de cargas no aeroporto. Isso demonstra não só a eficácia do MetrôRio, mas também a sua efetividade, graças à rapidez dos nossos processos. Isso permite que o nosso time de manutenção seja logo abastecido daquele material para a operação, tendo todos os recursos necessários à mão no momento que precisar”, disse o gerente durante a premiação, comandada pelo apresentador Alex Escobar.

Jorge Maia citou como exemplo a importação de peças para os trens do metrô: “Os novos trens foram fabricados em Changchun, na China, e há peças que são enviadas a partir dos aeroportos de Xangai e Dalian. No Rio, o nosso time trata dos trâmites para desembaraço das cargas no aeroporto, junto com um parceiro comercial, no menor tempo possível. Isso significa economia na operação, evitando pagamentos de períodos extras de armazenamento alfandegário. No fim, a chegada rápida dessas peças garante a confiabilidade da operação”.

Esta é a quarta edição do prêmio do Programa de Eficiência Logística RIOgaleão Cargo. No ano passado, MetrôRio foi considerado o terceiro melhor importador.

“Esses reconhecimentos mostram que a nossa operação está bem redonda e quem ganha com isso são os nossos clientes, que têm à disposição um serviço de qualidade”, concluiu Maia.


Categorias de setores em disputa
1. Automotivo / Transporte / Metal mecânico;
2. Diversos;
3. Equipamentos e instrumentos médicos;
4. Farmacêutico;
5. Linha azul;
6. Transporte naval;
7. Petróleo e gás (operações);
8. Petróleo e gás (serviços);
9. Químicos;
10. Tecnologia;
11. Têxtil / Moda;
12. Transporte aéreo / Transporte terrestre.


Categorias de premiação
1. Melhor importador;
2. Melhor exportador;
3. Melhor agente de cargas;
4. Melhor despachante;
5. Melhor transportador rodoviário;
6. Melhor companhia aérea.


Crédito das fotos: Divulgação/Marcelo Dias
Fotos 1, 2 e 4: A equipe de MetrôRio recebe o prêmio no palco do Museu do Amanhã.
Foto 3: O diretor de suprimentos, Fernando Cotrim, Viviane Fracacio e Jorge Maia.


quarta-feira, 29 de maio de 2019

Trens mais inteligentes GE Transportation

Voamos em aviões conectados e criamos carros autônomos, mas e quanto aos trens inteligentes? Se você prestar bastante atenção, ouvirá o apito ao longe, vindo da curva digital.

A GE lançou uma plataforma de “supercérebro” que transforma locomotivas em centrais móveis de dados — ajudando a tornar os trens mais inteligentes e rápidos. “Daqui a uma década, as ferramentas digitais levarão a produtividade e a eficiência das ferrovias a níveis sem precedentes”, afirma Seth Bodnar, diretor digital da GE Transportation. “A rede inteira se acenderá como um cérebro”.


Já não era sem tempo. O cérebro ferroviário de Bodnar ajudará linhas férreas a elevar a potência de locomotivas, aperfeiçoar as operações e queimar menos combustível. “Trata-se realmente de possibilitar trens autoconscientes em um ecossistema inteligente”, afirma ele.

Em uma era de consumo e mudanças climáticas, isso é importante. Para começar, o transporte ferroviário de carga oferece grandes benefícios ambientais. Em média, os trens são quatro vezes mais eficientes em termos de combustível do que os caminhões, segundo a Associação de Ferrovias Americanas, e direcionar mais fretes às ferrovias pode reduzir o trânsito e a poluição nas rodovias. Pense que uma única locomotiva de 12 cilindros da GE Evolution Series consegue carregar o equivalente a 170 jatos Boeing 747.

O cérebro se conecta ao GoLINC — uma plataforma de software e computação a bordo que transforma a locomotiva em uma verdadeira central móvel de dados. O sistema já está em mais de 6 mil trens.

O GoLINC permite que as operadoras ferroviárias reúnam informações de sensores e câmeras para entender melhor o fluxo do tráfego ferroviário e as condições dos trilhos. Ele usa os dados para tomar decisões inteligentes, mesmo em viagens pelas Montanhas Rochosas ou pelo Deserto do Mojave.

Mas o sistema é só uma parte da visão da GE para o futuro digital do setor. A companhia quer conectar todas as suas 21 mil locomotivas, que transportam carga e passageiros em 50 países, à Predix, sua plataforma de software baseada na nuvem para a Internet Industrial.

Hoje, o setor ferroviário norte-americano lida com 500 mil atrasos por ano, e um em cada quatro trens sofre algum tipo de paralisação não planejada. Ao tornar os trens mais inteligentes e conectá-los à Internet Industrial, as transportadoras podem reduzir esse downtime. O GoLINC — trabalhando com outros aplicativos ferroviários na Predix, como o Trip Optimizer e o Yard Planner — pode antecipar questões de manutenção para que as operadoras consigam resolvê-las antes de virarem problemas. Elas podem ver onde as linhas estão funcionando com eficiência e quais rotas precisam ser retrabalhadas.

Mesmo uma pequena melhoria na eficiência pode fazer uma grande diferença. Uma redução de 1% no tempo de espera durante as paradas pode economizar US$ 2,2 bilhões, segundo a GE. Um aumento de 1,6 km/h na velocidade pode economizar US$ 2,5 bilhões.

E, ao mesmo tempo em que novas locomotivas, como a T4 da GE, saem das linhas de produção equipadas com sensores e a última tecnologia de análise de dados, a GE também está atualizando máquinas mais antigas pela metade do preço de um trem novo. Fonte: GE


domingo, 19 de maio de 2019

GE Locomotiva Evolution ES43BBi

Lançada recentemente ao mercado, a locomotiva Evolution ES43BBi, desenvolvida pela GE Transportation para atender as características únicas das ferrovias brasileiras, já tem o seu primeiro contrato de compra. O novo modelo foi fornecido à Klabin, em um contrato que prevê a venda de sete locomotivas que circularão no corredor de bitola métrica na Malha Sul, atualmente operado pela ALL (América Latina Logística).


A compra das novas máquinas foi necessária para suportar a execução do Projeto Puma, que prevê a construção de uma fábrica de celulose com capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas anuais. As máquinas serão utilizadas para transportar a produção de celulose da nova fábrica para o porto de Paranaguá, o maior porto exportador de produtos agrícolas do Brasil, localizado no estado do Paraná.

Sobre a Evolution ES43BBi

A nova locomotiva da GE foi desenvolvida para atender as especificidades das ferrovias brasileiras. Até então, não existia no mercado uma locomotiva para bitola métrica com oito eixos, tecnologia de corrente alternada (AC) e dimensões adequadas para as ferrovias nacionais. O produto foi baseado nos conceitos da bem sucedida locomotiva Dash 9 de 8 eixos, mas com as mais novas tecnologias, tais como tração de corrente alternada, controle de eixo individual e motor diesel Evolution, todos resultando em uma locomotiva com mais esforço trator e melhor eficiência. Atualmente, o Brasil tem uma extensão de 23 mil quilômetros em ferrovias de bitola métrica, o que representa praticamente 80% da malha ferroviária do País.

“Por ter sido desenvolvida de acordo com as necessidades do mercado brasileiro, a Evolution ES43BBi permite o transporte de quantidades maiores de carga associado a custos menores decorrentes de sua operação“, explica Marc Flammia, Diretor de Tecnologia da GE Transportation. Duas ES43BBi podem substituir de três a cinco máquinas com seis eixos.

O novo modelo de locomotiva da GE emitirá até 80% a menos de poluentes, apresentando maior eficiência, e terá índice de nacionalização superior a 60%. Fonte: GE