domingo, 23 de agosto de 2020

Metrô da China começa a instalar displays transparentes da LG em seus trens

Aos poucos aproximamo-nos daquele futuro que foi desenhado por filmes de ficção cientifica nos anos 2000. Os ecrãs (ou televisões) transparentes, parece algo tirado o "Minority Report" e que agora começa a ser implementado no nosso mundo.

Aliás, ainda há pouco a Xiaomi revelou-nos uma televisão totalmente transparente. Inicialmente não vemos muitas vantagens neste tipo de gadget, contudo, basta pensar um pouco mais para percebermos a sua utilidade.
Ecrã transparente da LG chega aos trens na China


As primeiras cidades que se gabarão de ter ecrãs transparentes nos seus comboios será Pequim e Shenzhen. O objetivo é que estes ecrãs sejam dispostos nos locais das janelas e mostrem informações importantes sobre a viagem. Além de termos as paragens do comboio, os passageiros terão informações como tempo, notícias ou até informações de voos.

O painel de 55" polegadas será perfeito para este cenário informativo. Não só a televisão é grande como as informações serão mais visíveis que os típicos autocolantes que temos nos nossos comboios.
O futuro dos ecrãs transparentes

A LG acredita que estes ecrãs OLED transparentes serão parte do nosso futuro. Não só nos trens como em carros autónomos, aviões, em casas inteligentes ou até em escritórios inteligentes.

Verdade seja dita, não me importava de ter uma paisagem interativa. Algo que pudesse ver televisão e quando a desligasse fosse uma autêntica janela para a rua.

As possibilidades são inúmeras e este é o início de algo novo. Mais uma vez, a China é vanguardista tecnológica. Ainda que a LG seja sul-coreana, os chineses são aqueles que mais querem viver no futuro. Exemplo disso é o formato de pagamento a dinheiro que está praticamente esquecido num país de mil milhões de habitantes. Fonte: Filipe Alves 4gnews



sábado, 22 de agosto de 2020

Conheça as mais Incríveis Estações de Trens Pelo Mundo

Nos séculos passados, viajar de trem costumava ser a única opção e muito era investido nas estações para parecerem as maiores e mais imponentes possíveis, tornando-se símbolos do império e da riqueza de cada cidade e país. Hoje em dia, muitas estações de trem tornam-se não só um ponto de chegadas e partidas durante uma viagem, mas viram mesmo atrações turísticas por si só. Fonte: TransTrilhos/Divulgação


 Estação Central da Antuérpia, Bélgica


 Estação de Dunedin, Nova Zelândia


 Estação Central de Helsinque, Finlândia


 Estação de São Bento, Porto, Portugal


 Gare du Nord, Paris, França


 Grand Central Station, Nova York, EUA


 Union Station, Los Angeles, EUA


King’s Cross Station, Londres, Inglaterra


 Estação de Sirkeci, Istambul, Turquia


 Estação Ferroviária do Rossio, Lisboa, Portugal


 Estação de Atocha, Madrid, Espanha


 Estação Central de Amsterdam, Holanda


 Estação Chhatrapati Shivaji, Mumbai, Índia


 Denver Union Station, Colorado, EUA


 Halifax Railway Station, Inglaterra


 Tren del Fin del Mundo, Ushuaia, Argentina


 Estação de Kanazawa, Japão


 Estação Central de Maputo, Moçambique


 Estação de Haydarpasa, Istambul, Turquia


 Estação Central de Berlim (Hauptbahnhof), Alemanha


 Estação da Luz, São Paulo, Brasil


 Estação Ferroviária de Kuala Lumpur, Malásia


 Gare de Strasbourg, Estrasburgo, França


 Estação Central de Lviv, Ucrânia


 Estação Keleti, Budapeste, Hungria


 Estação Central de Groningen, Holanda


 Estação de Calatrava, Liège, Bélgica


Gare de Limoges-Bénédictins, Limoges, França


 Estação de Hua Hin, Tailândia


 Southern Cross Station, Melbourne, Austrália



terça-feira, 18 de agosto de 2020

Metrô de São Paulo alta tecnologia transportando milhões diariamente

A Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô foi constituída no dia 24 de abril de 1968. As obras da Linha Norte-Sul foram iniciadas oito meses depois. Em 1972, a primeira viagem de trem foi realizada entre as estações Jabaquara e Saúde. Em 1974, o trecho Jabaquara - Vila Mariana começou a operar comercialmente.


O Metrô de São Paulo possui cinco linhas em operação. Ao todo são 68,5 quilômetros de rede, 61 estações e 154 trens. Em 2015 foram transportados 1,117 bilhão de passageiros no sistema.

Em 2010, foi inaugurado o primeiro trecho da Linha 4-Amarela, a primeira a ser operada em regime de concessão pelo Consórcio Via Quatro. Em 2011, outras quatro estações foram entregues e a Linha 4-Amarela passou a funcionar entre Luz e Butantã. Em 2014, foi entregue a Estação Fradique Coutinho. Atualmente, a linha possui 7 estações, 8,9 quilômetros de extensão, 14 trens e transportou, em 2014, 194 milhões de passageiros.

Em 2014 foi entregue a estação Adolfo Pinheiro da Linha 5-Lilás, ampliando a malha metroviária em 0,9 quilômetros.

Em agosto de 2015 teve início a operação comercial do Monotrilho da Linha 15 – Prata, um sistema de transporte inédito no Brasil. A linha opera diariamente das 4h40 às 00h00, no trecho entre as estações Oratório e Vila Prudente, onde faz integração com a Linha 2 – Verde do Metrô, e possui 2,3 km de extensão. Com isso, a Malha Metroviária da cidade, incluindo a Linha 4 – Amarela, chega a 77,4 quilômetros de extensão e 68 estações.

As Linhas 1-Azul (Jabaquara - Tucuruvi), 2-Verde (Vila Prudente - Vila Madalena), 3-Vermelha (Corinthians-Itaquera - Palmeiras-Barra Funda) e 4-Amarela (Butantã-Luz) funcionam de domingo a sexta das 4h40 à meia-noite e aos sábados das 4h40 à 1h de domingo (consulte os horários de fechamento de cada estação). A Linha 5-Lilás (Capão Redondo – Adolfo Pinheiro) funciona todos os dias (segunda a domingo) entre 4h40 e 00h10. Fonte: Metrô de São Paulo


domingo, 12 de julho de 2020

Itália transforma pneus usados em dormentes e trilhos sustentáveis para produção de energia limpa

A Greenrail, com sede em Milão, desenvolveu uma tecnologia que permite a fabricação de dormentes ferroviários com “matérias-primas secundárias”.
Essa solução usa energia solar e reduz sensivelmente a poluição causada ao meio ambiente por plásticos usados e pneus, além de transformar e melhorar a qualidade da mobilidade urbana.


Em todo o mundo, viajar de trem é uma forma de transporte incrivelmente popular. Na melhor das hipóteses, pegar o trem pode ser uma maneira prática, relaxante e gentil de viajar, e muitos milhões de pessoas confiam nas ferrovias para levá-las ao trabalho todos os dias, principalmente as pessoas da Europa. 

Os dormentes Greenrail são dormentes ferroviários que têm as mesmas características mecânicas que os dormentes tradicionais de concreto armado, que representam o padrão no mercado atual”, Giovanni de Lisi, CEO da empresa, disse à CNBC “Sustainable Energy”.

“Eles são feitos principalmente de plástico reciclado: plástico urbano e pneus velhos reciclados”, acrescentou De Lisi. Ele afirmou ainda que cada quilômetro de linha ferroviária fabricado pela Greenrail permitia a reciclagem de 35 toneladas de plástico e pneus usados.

A empresa também diz que um trilho da Greenail pode incorporar painéis fotovoltaicos para permitir a captação de energia solar. “A idéia do Greenrail Solar nasceu da vontade de transformar as infraestruturas ferroviárias de infraestruturas passivas em infraestruturas ativas”, acrescentou de Lisi.

“Os trilhos da ferrovia são expostos ao sol 90% das vezes – daí vem a ideia de coletar energia solar e transformá-la em eletricidade”, acrescentou.

O Ceo da Greenrail, Firas Bunni, disse à CNBC que, para cada quilômetro de trilhos solares, uma quantidade estimada de 30 a 35 megawatts / hora por ano de energia pode ser produzida, o suficiente para atender às necessidades médias de 10 casas italianas anualmente.

Assim sendo, com esta brilhante iniciativa, o meio ambiente sairá ganhando e muito, pois os resíduos plásticos e borrachas de pneus descartados serão reduzidos e reciclados no país. Com esta inovação tecnológica teremos a criação de energia limpa, progressos que ajudarão a termos um mundo bem mais sustentável. Fonte: Revista Sensivelmente

domingo, 5 de julho de 2020

Locomotivas são utilizadas no Canal do Panamá

Os navios são dirigidos no interior das eclusas por potentes locomotivas ferroviárias para não se chocarem com as paredes laterais das eclusas. A travessia do Canal é feita por três comportas, onde a água funciona como uma espécie de elevador. Vindo do Atlântico, por exemplo, o navio entra na comporta, com a água no mesmo nível do oceano. As eclusas são fechadas e as válvulas de enchimento são abertas.


A água entra através de poços do piso, elevando o navio 26 metros, até o nível do Lago de Gatún. As válvulas são fechadas novamente e os portões superiores abertos. O navio sai da comporta para o lago. E segue para as outras comportas, onde acontece o processo inverso de descida até o nível do oceano Pacífico. As portas das eclusas são maciças e de aço, sendo as eclusas triplas no lago de Gatún com 140 metros de altura e pesam 745 toneladas cada uma, mas são tão bem contrabalançadas que um motor de 56 kW é suficiente para abri-las.


O lago Gatún está à 26 metros acima do nível do mar, é alimentado pelo rio Chagres, onde foi construída uma barragem para a formação do lago. Do lago Gatún, o canal passa pela falha de Gaillard e desce em direção ao Pacífico, primeiramente através de um conjunto de eclusas em Pedro Miguel, no lago Miraflores, a 16,5 metros acima do nível do mar, e depois, através de um conjunto duplo de eclusas em Miraflores. Todas as eclusas do canal são duplas, assim as embarcações podem passar nos dois sentidos simultaneamente. Fonte: Divulgação