terça-feira, 25 de junho de 2013

Mudança de bitola automática - Sistema Brava CAF

A mudança automática de uma bitola para outra é utilizado na Europa mais precisamente na Espanha, com essa técnica, permite uma composição adaptada para esse serviço trafegar em bitolas diferentes sem perder tempo com trocas de composições.

Na imagem abaixo, mostra a composição realizando a troca de bitola no aparelho rebitolador alocado na cobertura técnica de cor branca.


A inteligente adaptação tornou possível trafegar em bitolas Ibero 1668 mm e Européia 1435 mm ao mesmo tempo sem a necessidade de grandes investimentos na mudança de bitola de uma linha inteira.

Etsa técnica também é utilizada nos Trens de Alta Velocidade adaptados que ligam a Espanha a França.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Polícia Ferroviária nos Estados Unidos - Amtrak

O Departamento de Polícia Amtrak reconhece o valor dos seus passageiros e funcionários, patrulham as ferrovias para dar maior segurança aos seus usuários com equipamentos de altíssima qualidade.

Tornar-se a maior parte da força, a Amtrak Patrulha Oficiais, funcionam como a espinha dorsal do departamento, para proteger as instalações, os passageiros e funcionários, trabalhando em estreita colaboração com as autoridades locais, estaduais e federais, prestar assistência a pessoas em necessidade, fazer cumprir as leis e regulamentos que regem e garantir um ambiente seguro.

A Polícia Ferroviária é bem equipada, monitora toda sua malha com a presença de seus policiais e até mesmo helicópteros para deslocamentos.





sexta-feira, 14 de junho de 2013

Aeromóvel será inaugurado em julho de 2013

Até o final do mês de julho deve ser inaugurada a linha de aeromóvel que liga a estação Trensurb Aeroporto ao Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Segundo o presidente da companhia, Humberto Kasper, faltam pequenos detalhes para que a linha seja aberta ao público. Na manhã desta quinta-feira, a empresa realizou uma viagem demonstração com profissionais da imprensa.

Até setembro a empresa deve receber um segundo veículo, com o dobro da capacidade do que está sendo testado. Assim, a administração poderá escolher qual dos dois veículos, com 150 e 300 lugares, será utilizado, podendo transportar até 8 mil passageiros por dia. Segundo a Trensurb, ainda resta 3% da obra para que seja concluída e entregue à população. — É um alívio. É uma satisfação muito grande. Na Indonésia, esse sistema funciona há 25 anos e não registrou nenhum acidente — afirma o engenheiro Oscar Koester, inventor do aeromóvel.



Responsável pelo transporte ferroviário de passageiros em Porto Alegre e Região Metropolitana, a Trensurb tem estudado a construção de outras três linhas na região. Segundo o presidente da empresa, haveria uma com 2,5 quilômetros de extensão ligando o aeroporto ao bairro Humaitá, outra em Canoas, que faria a ligação dos bairros Mathias Velho e Guajuviras, e uma terceira, que está sendo tratada com a Infraero, seria construída dentro da estrutura do Salgado Filho e serviria para interligar os terminais do aeroporto. O custo médio da obra sairia em torno de R$ 40 milhões o quilômetro. Fonte ABIFER                                 
                           
 Assista a Viagem Experimental

quinta-feira, 13 de junho de 2013

O trem mais luxuoso do mundo - O Blue Trem

O Blue Train já recebeu 4 prêmios anuais seguidos na categoria Melhor Trem de Luxo da World Travel Awards. Na prática ele opera em apenas duas linhas na África do Sul, uma que liga Pretoria a Cape Town e outra entre Pretoria e Durban. As viagens duram em média 27 horas.


Só cabem 8 passageiros em cada carro, distribuídos em 4 suítes luxuosas. Todas as suítes estão equipadas com banheira ou chuveiro. Cada suíte recebe a atenção de um mordomo.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Trem de ferro começa a virar trem de plástico

Engenheiros alemães estão começando a encontrar formas de substituir metais como aço e alumínio nos trens por materiais compósitos, à base de plásticos e fibras sintéticas.

Ao contrário do que possa parecer, o desafio não é pequeno, tanto que o projeto inclui, além de três universidades, as empresas Bombardier e Bayer, e a agência espacial alemã, a DLR.

Materiais mais leves costumam não ser tão duros quanto os metais, por isso eles não podem ser simplesmente usados como substitutos em um trem.


Primeiro os pesquisadores tiveram que fazer uma seleção inicial para verificar quais partes estruturais poderiam representar economia de peso, sem criar problemas para a integração da peça com todos os demais sistemas dos trens, todos tipicamente muito pesados.

Essa seleção deu-lhes também as especificações mínimas exigidas do material compósito a ser produzido.

A escolha inicial recaiu sobre a plataforma onde vai o motor diesel das locomotivas.

Essa espécie de cabine fica entre o carro e os trilhos. Ela deve não apenas proteger o motor contra pedras e outros detritos atirados pelas rodas, como proteger o meio ambiente de qualquer vazamento de óleo no motor. E, por medida de segurança, deve ser à prova de fogo, evitando que um eventual incêndio se alastre pela composição.

Como substituto do aço, a equipe selecionou um compósito à base de poliuretano, que é construído em diversas camadas. Os revestimentos exteriores são feitos com camadas de fibra de vidro reforçadas com poliuretano, enquanto o núcleo é formado por uma camada de papelão com uma estrutura em formato de favo de mel.

Até agora, era impossível determinar a espessura exata das camadas superiores de poliuretano, que é aplicado por pulverização, impedindo a fabricação de peças grandes com padrões precisos.

Os engenheiros alemães descobriram uma forma de fazer isso usando tomografia computadorizada para inspecionar as camadas conforme elas são aplicadas. Essa informação realimenta o sistema de aplicação do poliuretano, garantindo a precisão da aplicação.A construção do material em camadas deu maior estabilidade ao material.

"Com este novo material, nós podemos reduzir o peso da peça em mais de 35% e o seu custo de fabricação em 30%," disse Jan Kuppinger, um dos engenheiros do projeto.

A plataforma do motor tem 4,5 metros de comprimento e 2 metros de largura. "Esta é a primeira vez que se usou esse tipo material para construir uma peça tão grande e tão complexa e que, além de tudo, satisfaz a todas as exigências estruturais," disse o engenheiro.

O próximo passo da pesquisa é testar o novo material em um trem de verdade.

Se o teste for bem-sucedido, o compósito já tem as especificações necessárias para ser usado também na fabricação do teto, laterais e defletores de vento.

E não apenas de trens, mas também de caminhões.

Trem bala a vapor atingirá 210 km/h

Maria Fumaça Bala

Engenheiros da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, anunciaram os planos para construir a primeira locomotiva a vapor de alta velocidade.

E com um detalhe ambientalmente auspicioso: a locomotiva será neutra em termos de emissão de carbono.

O projeto, chamado Coalização para Ferrovias Sustentáveis tem um objetivo simples e direto: construir a locomotiva de passageiros mais limpa e de maior potência já feita, demonstrando a viabilidade dos biocombustíveis sólidos e da moderna tecnologia de locomotivas a vapor.

A iniciativa chama-se Projeto 130, uma referência à velocidade planejada para a "maria-fumaça bala": 130 milhas por hora, o equivalente a 209,2 km/h.

Biocarvão

A locomotiva será alimentada pelo que seus projetistas chamam de bio carvão, uma biomassa que passa por um processo de tratamento similar à torrefação do café.

O biocarvão têm a mesma densidade de energia e a mesma facilidade de manipulação que o carvão.

Mas, ao contrário do carvão, não possui metais pesados, produz menos cinza, fumaça e gases voláteis, e é neutro em emissão de carbono.

Segundo o projeto, a locomotiva a vapor de alta velocidade terá um custo de manutenção menor e consumirá menos combustível, além de apresentar vantagens de desempenho em relação às locomotivas diesel-elétricas atuais.

"Criar a primeira locomotiva neutra em carbono do mundo será apenas o início para esta tecnologia que, esperamos, será posteriormente usada para geração combinada de calor e eletricidade no mundo em desenvolvimento, assim como para a redução da dependência norte-americana do petróleo," disse Rod Larkins, um dos engenheiros do projeto.

Motor a vapor moderno

A tecnologia de motores a vapor foi posta de lado há quase um século.

Mas os engenheiros afirmam que, de posse do biocarvão, que lhes permitirá queimar um combustível sem impacto negativo para o meio ambiente, será possível alcançar uma potência significativamente maior em altas velocidades do que as locomotivas diesel-elétricas.

"Este projeto propõe um novo enfoque para o desenvolvimento de locomotivas, olhando para as tecnologias do passado para inspirar soluções para os desafios de sustentabilidade de hoje," disse Davidson Ward, da organização sem fins lucrativos SRI (Sustainable Rail International).

A SRI comprou de um museu uma locomotiva a vapor ano 1937, que será usada como plataforma de testes para a tecnologia de motores a vapor do século 21.

A locomotiva já recebeu o que os projetistas chamam de "restauração cosmética", e agora está sendo levada para uma ferrovia controlada para a SRI, onde serão feitos os testes de alta velocidade.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Ministério dos Transportes avalia a retomada de 14 trechos de ferrovias

A retomada está ancorada em um estudo realizado pelo BNDES e pela Coppe no começo da década passada, no qual apenas 14 trechos, de 64, são considerados viáveis. Destes, apenas três terão linhas mais longas que 200 km.

Euler Costa Sampaio, coordenador do projeto de Trens Regionais de Passageiros do Ministério dos Transportes, vê necessidade de se realizar um novo estudo. “Ele foi concluído em 2002, já está antigo. O Brasil mudou muito de lá para cá. Vamos rearrumar esse estudo para identificar se há novas oportunidades”, garante.


O coordenador se diz surpreso com o interesse da população pelos trens. “As pessoas se fascinam. Fiquei impressionado com a participação na audiência pública de Caxias do Sul. A cidade parou para acompanhar. Havia entidades empresariais, políticas, de classe. O interesse é impressionante”, garante Sampaio, que destaca ainda a forte cobrança das pessoas após as audiências.

A intenção do Ministério dos Transportes, segundo Sampaio, é fazer com que o trem seja melhor que o ônibus, para que os viajantes queiram fazer a troca de modal. Todas as vias devem ser operadas por empresas concessionárias.

Argentina cassa concessão de ferrovia da ALL

O governo da presidente Cristina Kirchner decidiu rescindir os contratos de concessão ferroviária da ALL Logística. O anúncio foi feito ontem pelo ministro do Interior e Transportes, Florencio Randazzo, que afirmou que a empresa brasileira será substituída pela estatal Belgrano Cargas. A ALL administrava desde 1999 oito mil quilômetros de linha e, segundo Randazzo, não receberá indenização.

"Este processo não vai ter custo algum para o Estado e vamos agora avaliar, por meio de uma auditoria, quais os danos que foram causados ao país pelo descumprimento de todas as cláusulas do contrato de concessão de 14 anos atrás", afirmou o ministro em entrevista coletiva após o anúncio.

Segundo Randazzo, a operação será assumida pelo Estado porque "é estratégico manter sob controle os custos de logística no transporte de cargas de grãos". A ideia do governo da presidente Cristina Kirchner, afirmou, é aumentar a participação estatal no setor. "Nós não descartamos nenhum tipo de decisão", respondeu, ao ser perguntado se haveria novas denúncias de contrato ou estatizações.

O ministro argentino disse ainda que a ALL tinha multas acumuladas que excediam em 30% o máximo de garantias pelos ativos previstas em contrato. Com isso, ele sinalizou que a empresa pode ter de pagar para sair do país. Segundo ele, as multas, que vinham sendo aplicadas há meses e eram referentes ao abandono de ramais, falta de conservação e translado de vias sem aviso prévio.

Segundo ele, a empresa brasileira também estava inadimplente em relação aos direitos de uso das concessões no país há mais de seis meses.

A ALL Logística, por sua vez, afirmou em fato relevante enviado ao mercado que não recebeu qualquer informação oficial do governo argentino a respeito da rescisão. A companhia acrescenta que tomará "todas as medidas judiciais cabíveis assim que tomar conhecimento oficial da decisão", e reafirmou que vinha buscando potenciais investidores interessados em adquirir sua participação nas concessões no país.

A empresa brasileira operava dois ramais: um ligava a região do Cuyo, onde estão as províncias de Mendoza e San Luis, a Córdoba e Buenos Aires. O outro escoava a produção das províncias de Entre Ríos, Corrientes e Misiones. São as principais regiões produtoras de grãos do país. Segundo relatório da Ferrocamara, a associação patronal do setor, os dois ramais da ALL transportaram em 2012 cerca de 4,2 milhões de toneladas, o que a colocou como a terceira maior operadora do país, atrás da NCA e da Ferrosur Roca.

No comunicado, a empresa afirma que ALL Argentina se tornou pouco representativa nos seus resultados consolidados e demandava "foco desproporcional por parte da sua administração". Os resultados das concessões na Argentina corresponderam a 6,5% da receita líquida da companhia em 2012, não contribuíram para o Ebitda total demandam investimentos de R$ 50 milhões ao ano.

A saída da Argentina, na opinião de analistas, é potencialmente positiva para as ações da companhia. "Eliminar um ativo que queima Ebitda e ainda demanda investimentos é, inicialmente, uma boa notícia", afirma a equipe do Bank of America Merrill Lynch (BoFA) em relatório.

Eles alertam, no entanto, que é preciso ver em que termos a tomada dos ativos vai ocorrer e se a ALL será reembolsada ou se precisará pagar alguma multa ao governo. Os analistas afirmaram ainda que a direção da ALL sinalizou que espera uma "longa negociação" a respeito das condições sob as quais ocorrerá a nacionalização dos ativos.

Para a equipe do banco, liderada por Sara Delfim, as condições sob as quais ocorrerá a saída da Argentina são o ponto crucial para avaliar o impacto da notícia sobre as ações da empresa.

A Belgrano Cargas, que assumirá as operações da ALL, foi constituída no mês passado, quando o governo argentino decidiu estatizar uma empresa sob intervenção.
Também ontem, Randazzo rescindiu o contrato do "Tren de la Costa", serviço turístico de 15 km ligando os municípios de Vicente Lopez e Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. Fonte: Valor Econômico

sábado, 1 de junho de 2013

Trem percorre 4.500 km

O Canadian é o trem que faz a viagem transcontinental Toronto - Vancouver, percorrendo cerca de 4.500 km em 4 noites, passando por 5 províncias e 4 fusos horários. Conheça as opções de tickets e classes, além de um pouco de sua história.


Um detalhe interessante sobre o Canadian é que os horários de viagem estão organizados de modo que o passageiro aproveite mais as paisagens durante o dia. Atualmente o Canadian faz 3 viagens por semana, mas a partir de novembro de 2012 fará somente 2.


Apesar de ser um trem de 1955, o Canadian recebeu uma enorme modernização especialmente entre 2010 e 2012: carpetes novos, cabines e poltronas confortáveis, vagão-restaurante renovado e elegante, bem como restauração e materiais novos nos vagões panorâmicos. Ficou com vontade de conhecer? As próximas seções mostram como é viajar nesse trem. Fonte: Via Rail