sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Locomotivas a Vapor

A Locomotiva a vapor é uma locomotiva propulsionada por um motor a vapor que compõe-se de três partes principais: a caldeira, produzindo o vapor usando a energia do combustível, a máquina térmica, transformando a energia do vapor em trabalho mecânico e a carroçaria, carregando a construção. O vagão-reboque (também chamado "tender") de uma locomotiva a vapor transporta o combustível e a água necessários para a alimentação da máquina.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Brado Logística

A Brado Logística – empresa constituída em 2011, formatado no transporte de contêineres da ALL América Latina Logística (ALL) e a Standard Logística, se destaca na operação e na experiência com forte “know how” de ambas empresas no segmento logístico. Outro importante destaque da empresa está no mercado de contêineres, onde a Brado Logística permite facilitar um rápido acesso ao modal ferroviário (atuando em mais de 21,3 mil km de trechos e linhas férreas, principalmente nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil – além da vizinha Argentina) para o varejo de pequenos, médios e grandes embarcadores, aliada aos serviços de armazenagem, distribuição e terminais de contêineres. Fonte: Brado Logística

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Hyundai Rotem terá fábrica de trens em Araraquara

A Hyundai Rotem, braço do gigante sul-coreano Hyundai Motor Group para o setor ferroviário, anunciará, no próximo dia 12 de novembro, em uma cerimônia prevista para o Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a construção de uma fábrica para a produção de trens na cidade de Araraquara (SP). 


A informação foi confirmada pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer), Vicente Abate, pelo presidente da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Investe SP), Luciano Almeida, e pelo prefeito daquela cidade paulista, Marcelo Barbieri (PMDB).

Eles não deram detalhes dos investimentos, mas a fábrica da Hyundai Rotem irá suprir a produção de trens da companhia feita em parceria com a Iesa, que está em recuperação judicial desde setembro.

Os primeiros veículos para cumprir os contratos da Hyundai Rotem serão feitos na unidade da Iesa até que a nova planta industrial seja viabilizada.

A sul-coreana e a Iesa são responsáveis pela produção de 30 trens para o contrato com a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), mas a Hyundai Rotem deve também assumir a produção sozinha, segundo Abate.

Entre outros contratos, a Hyundai Rotem é a responsável ainda pelas composições para o Metrô Bahia, em Salvador (BA) e Lauro de Freitas (BA), operado pelo grupo CCR em uma Parceria Público-Privada (PPP) com o governo daquele Estado. Fonte: Estadão

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dona do metrô de Paris negocia compra de companhia brasileira

A RATP, gigante francesa de mobilidade urbana que opera o metrô de Paris, negocia a compra de uma empresa de engenharia brasileira. A negociação está sendo feita pela Systra, subsidiária da estatal francesa na área de engenharia e serviços. O nome da companhia brasileira, no entanto, não foi revelado.

"Decidimos juntos com a Systra comprar uma empresa brasileira de engenharia, para criar uma plataforma de engenheiros para toda a América Latina, baseada no Brasil", afirmou Pierre Mongin, diretor-presidente global da RATP. A expectativa, segundo ele, é que o negócio seja concluído até o fim do ano. "Esperamos finalizar o mais rápido possível", completou o executivo, que veio ao Brasil esta semana para uma série de reuniões.


O executivo participou de encontro sobre oportunidades de negócios para empresas brasileiras na França e se reuniu com parceiros dos dois projetos em que atua no Brasil - a construção e operação da Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo e do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) que ligará a região portuária do Rio de Janeiro a diversos pontos do centro da capital fluminense. Ontem à tarde, Mongin também se encontrou com o governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, para cumprimentá-lo pela vitória nas urnas no último domingo.

A RATP já possui uma equipe permanente no Brasil e avalia novas oportunidades de negócios no país. Entre elas estão os projetos do metrô de Porto Alegre e do VLT de Santos. Mongin acrescentou que a empresa também olha oportunidades em Curitiba.

"Nosso desejo é fortalecer a cooperação para deixar a infraestrutura do Brasil mais eficiente. A presidente [Dilma Rousseff] tem o projeto de acelerar o desenvolvimento da infraestrutura. Isso é muito importante para a qualidade de vida dos brasileiros. E acreditamos que nossa experiência e tecnologia pode acrescentar valor", disse o principal executivo da RATP.

A aquisição da empresa brasileira faz parte da estratégia da companhia de ampliar para 30% a participação da área internacional no total do faturamento do grupo, da ordem de € 5,1 bilhões (cerca de R$ 16,1 bilhões) por ano. Hoje os negócios fora da França representam 17% do faturamento da RATP.

Criada em 1948, com o objetivo de reconstruir o sistema de transporte em Paris após a 2ª Guerra Mundial, a RATP transporta 11 milhões de passageiros na capital francesa. A companhia possui hoje 60 mil funcionários, espalhados em 12 países. No Brasil, a primeira atividade da empresa foi a participação na construção do metrô do Rio de Janeiro, na década de 70/80.

Com relação aos projetos em andamento no Brasil, a linha 4-amarela do metrô de São Paulo será a primeira linha automática de metrô da América Latina. Segundo Mongin, três linhas do metrô de Paris já operam sem a necessidade de condutor. A linha 1 do sistema francês, em operação há 103 anos e atualmente a mais moderna do mundo, funciona com intervalos de trens de 85 segundos apenas.

A RATP possui 1% do consórcio ViaQuatro, responsável pela construção e operação da linha 4-amarela. Os demais sócios são a CCR (58%), Montgomery Participações (que pertence a um fundo administrado pelo Banif, com participação da Odebrecht, com 30%), a japonesa Mitsui (10%) e a Benito Roggio (empresa argentina do grupo Roggio, com 1%).

No Rio de Janeiro, o VLT ligará o Porto Maravilha ao centro financeiro da cidade e a diversos pontos da região, como o aeroporto Santos Dumont. O custo da obra do sistema, que terá 28 quilômetros de extensão, é estimado em R$ 1,2 bilhão. A RATP detém 0,25% de participação do consórcio VLT Carioca, responsável pela implantação e operação do sistema. Os demais sócios são a Actua - CCR (24,44%), Invepar (24,44%), OTP - Odebrecht (24,44%), Riopar Participações (24,44%) e Benito Roggio Transporte (2%).

O primeiro trecho, de 14 quilômetros, está previsto para entrar em operação no fim de 2015.
Fonte: Valor Econômico

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Trem da China para o Tibete vence obstáculos de alta altitude

Embora alguns observadores afirmam que seu significado é em grande parte simbólico, o governo chinês diz que a estrada de ferro é projetada para ajudar as receitas do turismo no Tibete e reduzir os custos de transporte de bens em 75%. Os produtos eram transportados pelas estradas de montanha, que muitas vezes são bloqueadas por deslizamentos de terra ou neve, tornando o comércio proibitivamente caro.