sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Trens de Cargas BNSF

A BNSF Railway é o produto de cerca de 400 linhas ferroviárias diferentes que se fundiram ou foram adquiridas ao longo de 160 anos. Enquanto muitas ferrovias diferentes se combinaram para formar a BNSF, as pessoas que trabalhavam nessas ferrovias compartilhavam muitos ideais.


As pessoas que construíram a BNSF foram e continuam a ser um pensamento futuro dos sonhadores com o pragmatismo dos líderes empresariais orientados para os resultados. Este patrimônio desempenhou um papel central no estabelecimento e crescimento do Oeste americano e, hoje, a BNSF continua a ter um impacto significativo no atendimento das necessidades das empresas e no atendimento à economia. Fonte: BNSF

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Governo funde investigação de acidentes aéreos e ferroviários

O Governo decidiu criar o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF). Este gabinete substitui assim os gabinetes de Investigação de Segurança e de Acidentes Ferroviários (GISAF) e de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves (GPIAA), que serão extintos, informa o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas. Assim, o novo organismo terá como missão principal investigar os acidentes e incidentes ferroviários e ocorridos com aeronaves civis, de modo a determinar as suas causas, elaborar e divulgar os correspondentes relatórios e formular recomendações que evitem a sua repetição.


Em nota à comunicação social, o Executivo nacional explica que “este modelo, em vigor em países como a Holanda, Dinamarca, Suécia, Noruega, Croácia ou Bulgária, dá garantias quanto aos níveis de segurança, eficácia, celeridade e qualidade da investigação, e contribui para uma visão integrada da área dos transportes, potenciando o aproveitamento de sinergias e a partilha de competências na investigação e prevenção”. Salienta ainda o Ministério que a nova entidade vai possibilitar “uma maior coordenação das operações de investigação e prevenção, quer com as entidades homólogas de outros países, quer com as entidades nacionais com outras competências neste tipo de acidentes e incidentes”.

Até à entrada em vigor deste modelo, as direções do GISAF e do GPIAA serão asseguradas pelo Eng.º Nelson Rodrigues, que desempenha as funções de diretor do GISAF desde outubro de 2013. Fonte: Transporte em Revista Foto: Edson Lopes Jr


Empresa portuguesa pretende operar metrôs no Brasil

O presidente do Grupo Barraqueiro, Humberto Pedrosa, revela, em entrevista ao ECO, que a empresa portuguesa pretende crescer no mercado brasileiro e que está interessada em operar os metropolitanos de Recife e Salvador. Segundo Humberto Pedrosa, “fomos convidados pelo Governo brasileiro e estamos, neste momento, a estudar as operações de metropolitano no Recife e em Salvador. No Brasil, já há cidades que têm Metro, mas há alguma dificuldade na operação. 


As operações estão caras. Temos sido convidados para analisar e para, provavelmente, fazermos esse tipo de operações”. O empresário português disse ainda que existem outras oportunidades de negócio, nomeadamente no estado do Piauí, salientando que “as cidades brasileiras são muito grandes e o transporte é todo rodoviário. Fortaleza, que tem quase três milhões de habitantes, já está também a construir um Metro ligeiro; Manaus tem 2,5 milhões de habitantes e andam ali centenas de autocarros, claro que tem de haver uma evolução.

É nessa evolução que estamos a apostar para crescer no Brasil”. Para Humberto Pedrosa, existem grandes possibilidades de o Grupo Barraqueiro poder vir a assegurar estas operações, uma vez que, segundo refere, “estamos bastante bem cotados, porque, para além do conhecimento que temos do Brasil, os próprios governadores brasileiros conhecem Portugal e, sobretudo, conhecem o trabalho que temos feito na área de transporte e, por isso, estamos constantemente a ser solicitados. Em 2017, vamos crescer bastante no Brasil. O Brasil já deve faturar perto de 50 milhões de euros, 10% do nosso volume de negócios, mas as perspetivas que temos para 2017 é a que iremos dobrar a faturação no Brasil”. 

No entanto, o atual “core” da empresa portuguesa no Brasil continua a ser o transporte rodoviário de passageiros. De acordo com Humberto Pedrosa, “começamos com uma empresa de transportes urbanos em Manaus e, durante o ano de 2016, adquirimos mais umas empresas em Fortaleza: participamos com 25% numa empresa e 50% noutra, o que nos leva a ter atualmente um peso nos transportes urbanos em Fortaleza na ordem dos 50%” referindo ainda que a empresa está “também a fechar um negócio com alguma dimensão” nesta área. Fonte: Transporte em Revista/Pedro Pereira


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

VLT Solaris - Alemanha

O primeiro Solaris Tramino XL foi apresentado ao público em Leipzig no dia 11 de fevereiro, em fevereiro de 2015, a Leipziger Verkehrsbetriebe selecionou a Solaris para fornecer cinco VLT`s com opções para mais 36 composições. A LVB exerceu uma opção em Dezembro de 2016 para mais nove VLT`s.


Os bondes unidirecionais de quatro secções, de piso parcial, têm 37,6 m de comprimento e 2.300 mm de largura e estão equipados com um bogies sem alimentação e quatro motores para funcionamento na rede de 1.458 mm de Leipzig. Styling foi realizado em cooperação com IFS Design, com sede em Berlim. A cabine do condutor foi projetada com a ajuda do feedback do pessoal da LVB, que foi capaz de ver uma maquete antes da produção começar. Fonte: InfoAlemã



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Arquitetura e palmeiras inspiram trem de metrô - Arábia Saudita

A Alstom revelou uma composição Metropolis para o metrô de Riyadh em sua fábrica de Katowice, na Polônia, em 7 de fevereiro. O trem Metropolis destinada à Linha 6 é a quinta que a Alstom produziu para Riade. A primeira saiu da fábrica em 10 de janeiro, as demais entregas devem ser concluídas em 2018.


A Alstom está fornecendo 69 trens de dois carros para as linhas 4, 5 e 6 como parte do consórcio FAST, que também inclui FCC, Samsung C & T, Freyssinet Arábia Saudita, Strukton, Setec e Typsa. A parte da Alstom de € 1, 2 bilhões em um total de € 6 bilhões, também inclui o fornecimento de sinalização Urbalis CBTC, fontes de alimentação e seu sistema de recuperação de energia HESOP.


Os trens com 36 m de comprimento e 2 710 mm de largura, a decoração externa e interna corresponderá às cores das linhas: amarelo para a linha 4, verde para a linha 5 e roxo para a linha 6. Isto destina-se a tornar o metrô mais fácil de usar para os residentes que não estão habituados a este modo de transporte. Fonte: Alstom



_____________________Revista Eletrônica Transportes Sobre Trilhos - O Futuro da Mobilidade - RETT_____________________
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